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APARELHO FARÍNGEO VISTA FRONTAL - 7 semana VISTA FRONTAL VISTA LATERAL VISTA LATERAL VISTA AXIAL Processos nasais mediais Processos Maxilares do primeiro arco branquial FUSÃO Palato primário 6˚ SEMANA (2 MÊS VIU) Processos Maxilares Processo Nasal Medial Processos Maxilares Processo Nasal Medial Cristas palatinas Cristas palatinas PALATO SECUNDÁRIO: Origina-se das cristas palatinas dos processos maxilares que se fundem na linha média com o septo nasal Corte transversal de um embrião VISTA DORSAL É constituído pelas seguintes estruturas: Arcos Faríngeos Bolsas Faríngeas Sulcos Faríngeos Membranas faríngeas *Essas estruturas embrionárias contribuem para a formação da face e do pescoço. APARELHO FARÍNGEO COMPONENTE ENDODÉRMICO MESÊNQUIMA DE CADA ARCO COMPONENTE ECTODÉRMICO Cada arco faríngeo contém: - Uma artéria que se origina do tronco arterioso do coração primitivo; - Uma cartilagem que forma o arcabouço do arco; - Um componente muscular; - Nervos sensoriais e motores. OBS: o quinto e o sexto pares de arcos faríngeos são estruturas transitórias nos seres humanos e não são visíveis na superfície do embrião. - Único que se subdivide em duas porções: . Proeminência maxilar . Proeminência mandibular - O bastão cartilaginoso do arco mandibular: Cartilagem de Meckel PRIMEIRO PAR DE ARCOS FARÍNGEOS ARTÉRIA ARTÉRIAS MAXILARES ESTRUTURAS ESQUELÉTICAS Maxila, zigomático, parte do temporal, cartilagem de Meckel, martelo e bigorna, lig. Esfenomandibular. MÚSCULOS Mastigação, milo-hioideo, ventre anterior do digástrico, tensor do palato e do tímpano. NERVO N. Trigêmeo: V2 e V3. PRIMEIRO PAR DE ARCOS FARÍNGEOS V par craniano ( Nervo trigêmeo) - Cartilagem de Reichert; - Sobreposição do 2º arco sobre os 3º e 4º arcos, e fusão com a crista epicárdica; SEGUNDO PAR DE ARCOS FARÍNGEOS ARTÉRIA Artérias estapédicas. ESTRUTURAS ESQUELÉTICAS Estribo, processo estiloide, lig. estilo-hioide, corpo do osso hioide. MÚSCULOS Orbiculares do olho e da boca, bucinador, auriculares, frontal, platisma; digástrico posterior, estilo-hioideo, estapédio. NERVO Nervo Facial (VII) SEGUNDO PAR DE ARCOS FARÍNGEOS II par de arcos faríngeos - A partir do 3º par de arcos faríngeos, nenhum arco e nem o bastão cartilaginoso recebe denominação específica, sendo mencionados apenas por seus números. TERCEIRO PAR DE ARCOS FARÍNGEOS ARTÉRIA Artérias carótidas comuns e carótidas internas. ESTRUTURAS ESQUELÉTICAS Osso hioide. MÚSCULO Estilo faríngeo. NERVO Glossofaríngeo (IX) TERCEIRO PAR DE ARCOS FARÍNGEOS QUARTO A SEXTO PARES DE ARCOS FARÍNGEOS - As peças de cartilagem desses pares se fusionam e formam a maioria das cartilagens da laringe. ARTÉRIA 4º arco: arco da aorta e subclávia direita. 5º arco: nenhum. 6º arco: artérias pulmonares esquerda e direita, e o ducto arterioso ESTRUTURAS ESQUELÉTICAS Cartilagens laríngeas. MÚSCULOS Cricotireoideo, elevador do palato, constritores da faringe, intrínsecos da faringe. NERVO Nervo Vago (X): nervos laríngeo superior e recorrente. QUARTO A SEXTO PARES DE ARCOS FARÍNGEOS - O endoderma da faringe reveste os arcos internamente, separando-os; - Se desenvolvem de maneira craniocaudal; - 4 pares bem definidos; - Dá origem a órgãos importantes da cabeça e pescoço; BOLSAS FARÍNGEAS 1º PAR DE BOLSAS FARÍNGEAS Cavidade timpânica e tuba auditiva 2º PAR DE BOLSAS FARÍNGEAS Tonsilas palatinas 3º PAR DE BOLSAS FARÍNGEAS Glândulas paratireoides inferiores e timo 4º PAR DE BOLSAS FARÍNGEAS Glândulas paratireoides superiores SULCOS FARÍNGEOS - Os sulcos faríngeos são revestidos por ectoderma e separam os arcos externamente; - Somente o primeiro par de sulcos contribui para estruturas pós natais; 1º PAR DE SULCOS FARÍNGEOS Meato acústico externo MEMBRANAS FARÍNGEAS - Se formam onde os epitélios endodérmicos das bolsas faríngeas e ectodérmicos - Dos sulcos faríngeos se aproximam um do outro; - Apenas o primeiro par de membranas dá origem a estrutura no adulto. 1º PAR DE MEMBRANAS FARÍNGEAS Membrana timpânica