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fobias
específicas
transtorno de ansiedade
Ana Karoline Pinto
Cintya Lopes
Sarah Mesquita
o que você sente ao ver essas imagens?
características 
Depende do estímulo fóbico que
causa sofrimento ao cliente
é caracterizada pelo medo ou
ansiedade é desproporcional em
relação ao perigo real apresentado
pelo objeto (ex: animais) ou situação
(ex: ambientes fechados) ou mais
intenso do que é considerado
necessário.
São divididas em subgrupos:
fobias de animais, ambientes naturais
(altura, tempestades e água), sangue e
ferimentos e fobias situacionais
(aviões, elevadores, locais fechados
etc.)
Quadro clínico
é caracterizado por medo, ansiedade
e esquiva daquele objeto ou situação
que causa sofrimento a pessoa
DSM-5, 2014
características 
geralmente se desenvolve no inicio da
infância (entre 7 e 11 anos)
após evento traumático;
por observação de outras pessoas que
passam por um evento traumático;
por um ataque de pânico inesperado
na situação a ser temida ;
por transmissão de informações 
DSM-5, 2014
características
se não for devidamente
diagnosticada e tratada leva a
um sofrimento continuo do cliente,
ao qual o mesmo muda de forma
consciente, hábitos e
comportamentos com o objetivo
de evitar ou diminuir o contato
com aquele estimulo fóbico:
Esquiva ativa. 
Ex: Pessoas com medo de sangue
quer evitam ir ao médico.
Genéticos e fisiológicos. 
Ambientais;
Temperamentais;
fatores de risco
 
 
DSM-5, 2014
exemplos
o Acrofobia: medo de altura;
o Claustrofobia: fobia de lugares
fechados;
o Zoofobia: medo de animais
peçonhentos e outros;
o Amaxofobia: medo de dirigir;
o Aerofobia: medo de avião/medo de
voar;
o Tripofobia: medo de padrões
geométricos;
o Aracnofobia: medo de aranhas;
o Catastrofobia: medo de catástrofes
e aspectos ambientais;
o Glossofobia: medo de falar em
público;
o Hematofobia: medo de sangue,
injeções e feridas;
o Monofobia: medo de ficar sozinho;
o Nictofobia: medo da noite ou do
escuro;
o Tanatofobia: medo da morte.
tratamento
Terapia comportamental:
dessensibilização sistemática (terapia de exposição);
 benzodiazepínicos (p. ex., lorazepam 0,5 a 1,0 mg por via oral) ou 
 betabloqueadores (o propranolol costuma ser preferido — 10 a 40
mg por via oral), idealmente cerca de 1 a 2 h antes da exposição.
Tratamento farmacológico:
De duração curta, com:
Manual MDS, 2020
práticas integrativas e complementares
arteterapia
é prática expressiva artística, visual;
atua como elemento terapêutico na
análise do consciente e do inconsciente e
busca interligar os universos interno e
externo do indivíduo;
utiliza a simbologia, favorecendo a saúde
física e mental;
foco no processo criativo, no fazer, na arte
como recurso terapêutico.
 utiliza pintura, 
colagem, modelagem,
poesia, dança,
fotografia, tecelagem,
expressão corporal,
teatro, sons, músicas ou
criação de personagens
práticas integrativas e complementares
hipnoterapia
Conjunto de técnicas que, por meio de
intenso relaxamento, concentração e/ou
foco, induz a pessoa a alcançar um estado
de consciência aumentado que permita
alterar uma ampla gama de condições ou
comportamentos indesejados,recupera o
equilíbrio e a harmonia do organismo
visando à promoção da saúde física e
mental, ao bem-estar e à higiene;
Pode favorecer o autoconhecimento.
práticas integrativas e complementares
yoga
Prática corporal e mental; 
utiliza técnicas especificas para controlar
corpo e mente, associada à meditação
(hatha-yoga, mantra-yoga, laya-yoga);
trabalha aspectos físico, mental, emocional,
energético e espiritual;
benefícios:
redução do estresse, a regulação do sistema
nervoso e respiratório, o equilíbrio do sono, o
aumento da vitalidade psicofísica, 
o equilíbrio da produção hormonal, o
fortalecimento do sistema imunológico, o
aumento da capacidade de concentração e
de criatividade e a promoção da
reeducação mental com consequente
melhoria dos quadros de humor, o que
reverbera na qualidade de vida dos
praticantes.
cuidados de enfermagem
utilizar abordagem calma
e tranquilizadora;
permanecer com o
paciente para promover
segurança e diminuir o
medo
encorajar a família a
permanecer com o
paciente
escutar o paciente com
atenção
encorajar a expressão
de sentimentos,
percepções e medos
identificar mudanças do
nível de ansiedade
oferecer atividades de
diversão voltadas à
redução da tensão
ajudar o paciente a
identificar situações que
precipitem a ansiedade
OLIVEIRA, 2020.
referências
BARNHILL, W. John. Transtornos fóbicos específicos. Manual MDS Para Profissionais da Saúde, 2020. Disponível em
https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/transtornos-psiqui%C3%A1tricos/ansiedade-e-transtornos-relacionados-a-
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2014.
BEZERRA, Rosana Mendes. BRANDÃO, Mariana Carvalho. CARVALHO, Tânia Lorrany Alves. Práticas Integrativas e Complementares no
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2019. Disponível em: http://repositorio.aee.edu.br/handle/aee/8528. Acesso em: 9 de setembro de 2021.
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TRANSTORNOS DE ANSIEDADE: UM ESTUDO DE PREVALÊNCIA SOBRE AS FOBIAS ESPECÍFICAS E A IMPORTÂNCIA DA AJUDA PSICOLÓGICA.
Caderno De Graduação - Ciências Biológicas E Da Saúde - UNIT - ALAGOAS, 3(1), 115–128. Disponível em:
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