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Ana Paula Oliveira Gordo
Matricula 201505925894
LISTA DE EXERCÍCIOS AV1
Bibliografia Estruturas de Aço – Walter Pfeil / Michèle Pfeil
Capitulo 01: 1.12.1 ; 1.12.3 ; 1.12.4 ; 1.12.7 e 1.12.8
Capitulo 02: 2.3.8 ; 2.4.1 ; 2.4.4 ; 2.4.5 e 2.4.6
Capitulo 03: 3.5.8 ; 3.6.3 ; 3.6.5 ; 3.6.6 e 3.6.7
Capitulo 05: 5.9.2 ; 5.9.4 ; 5.9.6 a ; 5.9.9 e 5.8.1
CAPITULO 1
1.12.1- O carbono aumenta a resistência do aço. Por que durante o processo de fabricação do aço remove-se certa quantidade de carbono do ferro fundido?
R= O carbono aumenta a resistência do aço, porém o torna mais duro e frágil. O teor de carbono do aço pode variar desde 0% até 1,7% e o ferro fundido contém 1,8% a 45% de carbono, havendo deste modo necessidade de retirar o excesso do mesmo para o aço não tornar-se tão frágil.
1.12.3- Explique o que é ductilidade e qual a importância desta característica do aço em sua utilização em estruturas.
R= Denomina-se ductilidade a capacidade de o material se deformar sob a ação das cargas e tem importância porque conduz os mecanismos de ruptura acompanhados de grandes deformações que fornecem avisos da atuação de cargas elevadas.
1.12.4- Uma haste de aço sujeita a cargas cíclicas tem sua resistência determinada por fadiga. Comente as providências propostas no sentido de aumentar a resistência da peça:
· aumentar as dimensões transversais da haste;
· mudar o tipo de aço para outro mais resistente;
· mudar o detalhe de solda para atenuar o efeito de concentração de tensões.
R= O aumento das dimensões promove um aumento de resistência da peça, assim como um aumento de seu peso próprio.
O tipo de aço pode ser escolhido viabilizando um tipo de aço mais resistente. Mas a solução mais eficiente é o detalhe da solda, que pode promover um aumento de resistência sem alterar nenhuma dimensão ou tipo de aço da estrutura.
1.12.7- Qual a origem das tensões residuais em perfis laminados e em perfis soldados?
R= Os perfis laminados simples, compostos por solda, apresentam tensões residuais internas decorrentes de resfriamentos desiguais em suas diversas partes. Nos perfis laminados após a laminação as partes mais expostas dos perfis (bordas dos flanges e região central da alma) se resfriam mais rápido que as áreas menos expostas (juntas alma-flange), sendo por elas impedidas de se contrair. Na fase final do resfriamento as áreas mais expostas já resfriadas impedem a contração das juntas alma-flange.
Tensões residuais longitudinais se instalam em decorrência do impedimento a deformação de origem térmica. Nos perfis soldados, as regiões de alta temperatura se desenvolvem localmente junto aos cordões de solda. As tensões residuais conduzem a um diagrama tensão deformação do aço em perfil, no qual a transição do regime elástico para o patamar de escoamento é mais gradual. Esse diagrama é obtido por ensaio do perfil de uma pequena amostra sem tensão residual.
1.12.8- Em que se baseia o Método das Tensões Admissíveis e quais são as suas limitações?
R= Utiliza-se de um único coeficiente de segurança para expressar todas as incertezas independentemente de sua origem. Por exemplo, em geral a incerteza quanto a um valor especificado de carga de peso próprio é menor do que a incerteza associada a uma carga proveniente do uso da estrutura.
Em sua origem o método previa a análise estrutural em regime elástico com o limite de resistência associado ao início de plastificação da seção mais solicitada. Não se consideravam reservas de resistência existentes após o inicio da plastificação, nem a redistribuição de momentos fletores causada pela plastificação de uma ou mais seções de estrutura hiperestática.
CAPITULO 2
2.3.8- Calcular o esforço resistente de tração do perfil do Probl. 2.3.7, agora com ligação soldada.
R= O esforço resistente ao escoamento da seção bruta foi obtido no problema 2.3.7 e é igual a 1444 KN. Com o fator de redução do Item 2.2.6 obtém-se o esforço resistente para ruptura da seção efetiva na ligação:
(
𝑁
)𝐶𝑙 = 11−0200 = 0,80
𝑑𝑟𝑒𝑠𝑠 = 0,80×16,345,2×40 = 1522 KN
2.4.1- Que estados limites podem ser atingidos por uma peça tracionada?
R= Ruptura, escoamento, índice de esbeltez, cisalhamento de bloco.
2.4.4- Calcule o esforço resistente à tração da chapa de 20 mm de espessura ligada a outras duas chapas por parafusos de 19 mm de diâmetro. Aço MR250.
Ag 28×2A=g×5𝑓6𝑦cm²
56 𝑐𝑚²×12,150𝐾𝑛/𝑐𝑚²
Nd’t=Rd1,=9 +10,,1305 ==2>,25 cm
= 1272,73 KN
(
N
=
1
,35
=>
1,35
=
1259,26
KN
)Lcrit21==22884++×((705,(5×2×2,22)5)2×-3()2=,2251×,42)5=cm24,63 cm
tRd Ae × fu 42,5 𝑐𝑚² × 40𝐾𝑛/𝑐𝑚²
O esforço resistente é 1259,26 KN.
(
𝐍
=
Ag
𝑓𝑦
=>
=
)2.4.5- Calcule o esforço resistente da cantoneira tracionada de contraventamento L 50X50X6 ligada à chapa de nó por parafusos.
(
liq
) (
5,64
–
0,78
=
4,86
cm²
)Al𝐭i𝐑q=𝐝= A=g – A1d,×1’0 5,64𝑐𝑚²1×,2150𝐾𝑛/𝑐𝑚² 1A2d8’=,18(0K,9N5+0,35)× 0,6= 0,78 cm²
ELEMENTOS
ÁREA
X
XA
Y
YA
1
3
0,3
0,9
2,5
7,5
2
2,64
2,8
7,39
0,3
0,79
TOTAL
5,64
8,2
8,29
Área 1= (0,6 x 5)= 3 cm
(
8
2
9
)Área 2= (4,4 x 0,6)= 2,64 cm
(
C
e
c
) (
X
𝑒
=
1
,
4
7
=
1,47
cm
)𝑐= 1,47 cm
t= 1- Lc => 1-
Ae= ALiq × Ct
11,407 = 0,85
(
N
)e= 4,86 x 0,85 => Ae=4,13cm³
tRd Ae1,×35fu => 4,13 𝑐𝑚²1×,3450 𝐾𝑛/𝑐𝑚² = 1267,11 KN
2.4.6- Calcule os comprimentos máximos dos seguintes elementos trabalhando como tirantes:
a) barra chata 19 mm X 75 mrn;
b) (
19
=
5,48
mm
)cantoneira L 50 X 50 X 6.
(
x
=
) (
12 75
)i a)
√1× 75× 19³
iy = √1×2 1199× 7755³
(
r
≤ 300
) ULsa-se o menor.
L ≤ 3106044×m5m,48
= 21,65 mm
bx) = 300×2556+4264×3 = 14,7 mm
(
I
x
=
12
+ 300 (11
4
,
7)²
+
12
+
264(13,3)²
)y = 5300×06׳35+62464 ×28 = 14,7 6m×m44³
Área = 50 x 6 + 44 x 6 Área = 564 mm²
(
y
=
) (
12
+ 300(10,
3)²
+
) (
12
+
264
(11,
7)²
)Ix = 163×15205³ 7,96 mm
44×6³
Iy = 131257,36 mm4
√𝐱 = √y = √𝟏𝟑𝟏𝟓𝟐𝟔𝟓𝟒𝟕,𝟑𝟔 = 15,26 mm
(
CAPITULO
3
)L ≤ 145,7266,6xm30m0= 4,58 m
3.5.8- Na ligação do problema anterior, substituem-se os parafusos comuns por parafusos de alta resistência A325, em ligação tipo atrito. As verificações em estado limite último devem ser efetuadas como no Problema 3.5.7. Verificar a resistência ao deslizamento em estado limite de utilização.
R= Admitindo-se que não há deslocamento entre as peças ligadas, o cálculo pode ser feito com seção homogênea igual a área de apoio das cantoneiras, 200x300 mm².
Tf en=são6d×e1tr5a0ç0ão=no0t,o5p0o KdaNc/hcampa².< f
= 12×85 =1,7 KN
t 20×30² co 20×30 cm²
(
T
≅
(10x5)
x )
,5 = 25
KN
) (
f
t
f
co
)Força solicitante à tração devida ao momento na região do parafuso superior
A força T atua no sentido de descomprimir as peças ligadas. Como não há separação entre as peças ( < ), o acréscimo de força de tração no parafuso em relação à protensão inicial é pequeno. Por outro lado, a resistência ao deslizamento é reduzida com a descompressão.
Esforço resistente ao deslizamento do parafuso superior d=16 mm no estado limite de utilização.
RV = 0,80 x 0,35 x 85 (1 − 2658) = 15,0 KN
(
Força
solicitante
de
corte
)
V= 11020 = 8,3 KN
C8,o3m<p1a5ra,0çKãoN de resultado
3.6.3- Quais os modos de colapso que devem ser verificados em uma ligação a corte com conectares?
R= Deve ser verificado:
(
∘
Cisalhamento
ou
tração
no
parafuso
,
solda
ou
os
dois
dependendo
da
ligação
;
) (
∘
)Rasgamento e esmagamento furo do perfil; Rasgamento e esmagamento do furo do perfil; Colapso por rasgamento do perfil e da chapa.
Depende da ligação.
(
Paraf
u
so
A
307
d
b
=
19,0
5
mm
=
3
4
"
)3.6.5- Uma barra atirantada de uma treliça, sujeita a uma carga de 720 kN em serviço, é constituída por dois perfis U 250 (IO") X 29,8 kg/m, prendendo-se uma chapa gusset de 12,7 mm (1/2") por meio de parafusos A307 d = 3/4". Verificar a segurança da ligação no estado limite de projeto, com o coeficiente y = 1,30 (carga permanente de pequena variabilidade). Aço ASTM A36.
Comum 𝑓u= 415 MPa
(
A
)𝜋d2
Chapa
1 b= 4b
()
t= 12,7 mm (2) " Ab= 2,85 cm²
(
Cá
l
c
u
l
o
d
∝
o
F
v
,
Rd
)Cuo=rt4e0d0uMplPo a 𝑓y= 250 MPa
(
F
=
=
700,93
K
N
v
,
r
d
1
,
3
5
)Fv,Rd =
b ×Aɤab2×𝑓ub
(
𝑒
𝑓𝑓
−
𝑑
ℎ
=
57−22,55=34,45
𝑚𝑚
<2
𝑑
)0,4×285,02×415×2×10
Pressão de apoio e rasgamento
{𝑒𝑓𝑏− 𝑑2ℎ = 38 − 222,55 = 26,72 𝑚𝑚 < 2𝑑
(
2,4
d
ɤ
b
t
o
𝑓
𝑢
𝑎
2
) (
T
r
a
ç
ã
o
n
o
s
p
e
r
f
i
s
) (
= 130
𝐾𝑁
)Rd≤ { 1,2 lɤ𝑓𝑎t2𝑜 𝑓𝑢 = 94 𝐾𝑁
Rd = 2𝑥94 + 8𝑥130 = 1228 𝐾𝑁
(
L
i
t
q
R
u
d
i
d
a
) (
1,10
) (
1,10
)BNruta= Ag×𝑓𝑦 = 3790× 250 x2 = 1722,73 KN
(
Ruptura
por
cisalhamento
) (
(4
𝑥
57)
)NtRd = A1n,×3𝑓5𝑢 = 34771,4,355× 400 x2= 2060,73 x Cte = 1921,52 KN ACnt==13-79105,–4 2x=(109,9,035+3,5)x9,63 = 3477,45 mm²
Anvt==16(93494x256,7,41+47m3m8mm)x²²2x9,63x2 =10246,32 mm²
(
0
,
6
A
g
v
𝑓
ɤ
y
+
Ct
s
A
n
t
f
u
𝑎
2
) (
=
172
8
,
8
3
𝐾
𝑁
)Ft,Rd ≤ {0,6 Anv 𝑓uɤ+𝑎2Cts Ant 𝑓u = 1718,56 𝐾𝑁
Ft,Sd=720 x 1,3 => Fv,Rd=700 kn NÃO ESTA OK!
(
∝
A325
(Alta
resistência
)
)3.6.6- Determinar o número mínimo de parafusos A325, de diâmetro igual a 22 mm (7/8"), necessários para a ligação a tração da figura. Admitir que as chapas dos flanges são bastante rígidas.
(
F
b
=
0,5
ϕ
a
=
0,67
)PFat,rRadfu=s1o7s4,2 KN
(
A
𝑓
b
=
=
=
3
0
,
8
,
7
0
5
m
x
²
A
b
=
0
a
,
7
d
5
o
t
x
a
d
3
o
,
8
!
=
2
,
85
m
²
)s,d= 500 KN (adotado)
(
Por
parafuso
)
5n00= ϕa Aɤb𝑎e𝑧𝑓ub
(
n=5
4,87
) (
n
1,35
) (
u
) (
72,5 KN/m²
)500 = 0,67×2 8 ×72,5
parafusos parafusos
Para ajudar a simetria, adotamos 6.
3.6.7- Uma chapa de ligação recebe uma carga inclinada de 120 kN. Os conectares são parafusos A325 em ligação por atrito, diâmetro d = 12,7 mm (W'), com espaçamentos padronizados, mo trados na figura. Calcular o número de parafusos necessários por fila ver1ical. Determinar a espessura mínima de chapa para que a pressão de apoio não seja determinante.
a) Materiais:
Parafuso => A 325 :𝑓u𝑓byb==862355MMPPaa==8623,5,5KKNN//ccmm²²
Chapa => considerando ASTM A 36: 𝑓y = 250𝑓uM=P4a0=0 2M5PKaN=/c4m0²KN/cm²
b) Dispos3i×çõde=s 3c×on1s2t,r7umtimva=s:38,1 mm 5× 5d = 69,85 mm
(
M=
96×20cm
+
72
KN
) (
F
H
=
120
×
3
5
=
72
K
N
)Fv=c1)20 CKNis×al45ha=m9e6nKtoN nos parafusos (contato e atrito):
× [32d (n − 1)] = 1920 +137,16 (n-1) [Kn.cm]
Supoπnd×odn2=2
𝜋×1,27²
(
ᶽ
√
s
d
=
ᶽ
𝑥
²
,
𝑠
𝑑
+
ᶽ
𝑦
²,
𝑠𝑑
) (
Iy
=
4x1,27
x
3,493²=
61,96
cm
)Ab= 4 b = 4 = 1,27 cm²
ᶽIxx=,sd4=x1F,2xA,7sdx1+,9M05zI,²sz=d y18=,4>4cImz=4 Ix+Iy4 Iz = 80,40cm4
(
ᶽ
ᶽ
y
,
sd
=
4
×
9
1
6
,
2
7
+
2
0
8
5
0
,
7
4
,
1
0
6
×
3
,
49
3
=
1
08
,
2
6
K
N
/
c
m
²
) (
𝐅
s
d
=
=
1
1
2
,
2
5
7
,
2
c
2
m
K
N
²
/
×
c
m
1
2
²
5
8
,
2
2
2
,
5
K
N
/
c
m
²
=
159
,
02
K
N
) (
𝐅
𝐯
,
𝐬
𝐝
=
0
,
4
×
1
,
27
×
1
,
3
5
=
3
1
,
04
K
N
<
𝐅
𝐯
,
𝐬
𝐝
L
e
o
g
𝐅
o
𝐯
,
,
𝐬
𝐅
𝐝
≤
1
=
,
1
4
2
1
×
,
1
0
5
,
3
K
5
N
×
53
=
2
1
ᶽ
,
1
R
5
d
K
=
N
16
,
6
5
K
N
/
c
m
²
)ᶽx,sd = 4×712,27 + 20850,74,016 × 1,905 = 62,92 KN/ cm²
SIxu=po4n×do1n,2=73× 3,81² = 73,74cm4
𝐯,𝐑𝐝
(
ᶽ
)Iy= 6× 1,27× 3,493² = 92,97 cm4 Iz= 73,74 + 92,97 = 166,71 cm4
x,sd = 6×712,27 + 2116964,7,312 × 3,81 = 59,60 KN/cm²
(
𝐯
,
𝐬𝐝
) (
s
d
=
√
59
,
60
²
+
58
,
5
8
²
=
83
,
5
7
K
N
/
c
m
²
ᶽ
)ᶽy,sd= 6×916,27 + 2116964,7,312 × 3,493 = 58,58 KN/cm²
𝐅 = 1,27 × 83,57 = 106,13 KN
(
Iy
=
8×
1,27 ×
3,493²
=
123,29
cm
) (
ᶽ
x
,
s
d
=
8
×
7
1
2
,
2
7
+
2
3
3
0
3
8
1
,
3
,
4
1
8
×
5
,
715
=
5
0
,
30
K
N
/
c
m²
ᶽ
s
d
=
61
,
7
7
𝐅
𝐯
,
𝐬
𝐝
=
7
8
,
4
5
K
N
)SIxu=po4n×d1o,2n7=×41,905² + 4 × 5,715²4× 1,27 = 184,35 cm²
Iz= 308,31 cm4
(
y,sd
=
96
+
2331,48
× 3,493 = 35,86
K
N
/
cm
²
8
×
1
,
2
7
30
8
,
3
1
ᶽ
) (
Iy
=
10
×
1,27
×
3,493²
=
154,95
cm
)SIxu=p4o×nd1o,2n7=× 53,81²+ 4× 1,27 × 7,624² = 368,71cm4
Iz= 523,66 cm4
(
ᶽ
) (
y
,
s
d
=
9
6
+
2468
,
6
4
×
3
,
49
3
=
24
,
0
3
K
N
/
c
m
²
12
,
7
523
,
6
6
ᶽ
)ᶽx,sd = 10×721,27 + 2542638,,6664 × 7,62 = 41,59 KN/cm² ᶽsd= 48,03 KN/cm²
SIxu=p4o×nd1o,2n7=×61,905² + 4× 1,27 × 54,715² + 4× 1,27 × 9,525² = 645,24 cm4
(
Iy
=
12×
1,27
×
3,493²
=
185,94
cm
)x,sd = 12×721,27 + 2863015,1,8 × 9,525 = 34,59 KN/cm²
SIxu=po4n×do1,n2=7 ×73,81² + 4× 1,27 × 7,624² + 4× 1,27 × 11,43² = 1032,39 cm4
Iz= 831,18 cm4
4
Iy = 14 × 1,27 × 3,493² = 216,93 cm Iz= 1249,32 cm
ᶽx,sd = 14×721,27 + 217249,9362 × 11,43 = 29,14 KN/cm²
(
I
y
=
1
6
×
1
,
2
7
×
3
,
4
93
²
=
2
4
7
,
9
3
c
m
4
ᶽ
)SIxu=po4n×do1,n2=7 ×81,905² + 4 × 1,27 × 5,715² +4 × 1,27 × 9,525² + 4 × 1,27 × 13,335² = 1548,58cm4 Iz=1796,51 cm4
(
I
y
=
278
,
92
c
m
ᶽ
) (
x
,
s
d
=
16
×
7
1
2
,
2
7
+
2
1
7
8
8
9
6
0
,
1
5
1
2
×
13
,
335
=
2
4
,
92
K
N
/
c
m
²
)SIxu=po2n2d1o2n,2=59cm4 4
Iz= 2491,17 cm4
(
S
I
x
u
=
p
o
4
n
0
d
5
o
5
n
,
8
=
0
1
1
4
c
m
I
z
=
4396
,
7
0
4
) (
y,sd
=
=
96
+
3017
28
×
4
3
,
4
9
3
=
8
,
4
3
K
N
/
c
m
1
8
×
1
,
2
7
24
9
1
,
1
7
ᶽ
)x,sd = 18×712,27 + 32401917,2187 × 15,24 = 21,61 KN/cm4 ᶽsd = 23,20 KN/cm² > 16,65 KN/cm²
Iy= 340,90 cm
(
ᶽ
) (
S
I
x
u
=
p
o
4
n
×
d
o
1
n
,
2
=
7
(
1
1
2
,
90
5
²
+
5
,
71
5
²
+
9
,
5
2
4
5²
+
1
3
,
33
5
²
+
1
7
,
14
5+
2
0
,
95
5
²
)
=
5
27
2
,
54
c
m
4
I
z
=
5644
,
4
3
c
m
4
)x,sd = 22×721,27 + 43329961,7,60 × 19,05 = 16,83 KN/cm² > 16,65
(
ᶽ
ᶽ
)Iy= 24× 1,27 + 3,493² = 371,89 cm
(
y
,
s
d
=
24
×
9
6
1
,
2
7
+
3
5
4
6
2
4
8
4
,
7
4
6
3
×
3
,
493
=
5
,
27
K
N
/
c
m²
)x,sd = 24×721,27 + 35462484,7436 × 20,955 = 15,09 KN/cm²
(
L
𝐅
o
𝐯
g
,
o
𝐬
𝐝
,
n
=
=
2
1
0
2
,
3
0
K
N
)ᶽsd = 15,98 KN/ cm²
(
𝐜
,
𝐬𝐝
) (
1,35
)V𝐅erific=aç2ã0o,3d0a pKrNes≤sã2o,4d×e a1p,2o7io × t × 40 => t ≥ 0,22 cm
CAPITULO 5
5.8.1- Determinar a resistência de cálculo à compressão do perfil W l SQ X 37,1 kg/m de aço ASTM A36 com comprimento de 3 m, sabendo-se que suas extremidades são rotuladas e que há contenção lateral impedindo a flambagem em torno do eixo y. Comparar com o resultado obtido para uma peça sem contenção lateral, podendo flambar em torno do eixo y-y.
a) (
ℓ
=
30
0
c
m
)Peça com contenção lateral.
A flambagem só poderá ocorrer em torno do eixo x.
(
N
ℓ
a
t
=
ab
e
l
a
A
=
6.9,
a
n
e
x
o
A
,
obt
e
m
os
𝑖
𝑥
=
6
,
85
cm.
)C𝑓oℓmo o perfil é rotulado nas extremidades, o comprimento de flambagem é o próprio comprimento do perfil.
(
⅄
=
0
,
011
3
x
43
,
8
0
=
0
,
4
9
0
)𝑓𝑖 ℓ 63,0805 43,80
(
𝑓
=
0,904
x
250
=
226,0
MPa
)Na tabela A2, anexo A, obtemos:
(
𝑑
𝑟𝑒𝑠
) (
𝛶
𝑎𝑙
)𝑁𝑐 = Ag𝑓c = 47,8 x 22,6/ 1,10 = 982,1 KN
(
154
=
6,6
<
15,8
) (
1
8
3
,1
9
17,2 <
42,1
)Os valores de esbeltez das chapas mesa 2×11,6
alma =
Indicam que não há flambagem local.
(
=
) (
ℓ
) (
b)
Peça
sem
contenção
lateral
F
l
a
m
𝑓
b
ℓ
a
ge
m
e
m
t
o
r
no
do
e
i
x
o
y
) (
𝑖
) (
3,84
=
78,1
) (
0
) (
𝑐
) (
C
⅄
o
=
m
0
p
,
a
8
r
8
a
n
do
-
se
a
esbe
l
t
e
z
e
𝑓
m
=
t
o
0
r
n
,
7
o
2
3
d
x
o
2
s
5
d
0
o
=
i
s
1
e
8
i
1
x
o
M
s
P
,
a
c
o
n
c
lu
i
-
s
e
q
u
e
a
f
l
a
m
bagem
se
dará
e
m
tor
n
o
do
ei
x
o
y
.
)( ) 300
(
𝑁
=
=
)𝑑 𝑟𝑒𝑠 A𝛶g𝑎𝑓𝑙c 47,8 x 18,1/ 1,10 = 786 KN
Este resultado é aproximadamente 20% menor que o obtido para a peça com contenção lateral.
(
𝐍
𝐜𝐫
)5.9.2- Qual a diferença entre a carga crítica (𝐍𝐜𝐫) e a carga última ou resistente (𝐍𝐜 da Fig.
(
5.2d)?
)
A determinação da carga ( ) leva em consideração as condições:
· Coluna isenta de imperfeições geométricas e tensões residuais;
· Material de comportamento elástico linear;
· Carga perfeitamente concentrada;
(
menor
do que
𝐍
.
𝐜𝐫
) (
carga
e
te
n
sões
o
r
iu
n
das
dos
proc
e
ss
o
s
de
fab
r
i
ca
ç
ão
(
t
e
n
sões
res
i
d
u
a
i
s
).
Port
a
n
to
,
a
carga
𝐍
pod
e
se
r
te
m
𝐜
) (
𝐍
𝐜𝐫
)Com isso, a coluna inicialmente reta mantém-se comodeslocamentos de laterais nulos, até a carga atingir . Enquanto que as colunas reais possuem imperfeições geométricas, desvios de retilinearidade, excentricidade da
5.9.4- Qual o comprimento de flambagem dos pilares dos pórticos ilustrados na figura?
(
𝐑𝐞𝐜
)K𝐊= 0,=5 0,65 então 𝐋𝐞𝒇 = 0,65
(
𝐑𝐞𝐜
)K𝐊= 1,=0 1,0 então 𝐋𝐞𝒇= L
5.9.6- Uma escora de comprimento de flambagem 10 m deve suportar uma carga de 300KN do tipo permanente. Dimensionar a escora utilizando aço MR250 e os seguintes perfis:
a) Perfil soldado VS (Fig. 6.2g);
(
Adotando
(400x49)
A=62,0cm²
Imin
= 4,52cm
1
4
0
,
5
0
2
0
=
221
,
24
)
(
98,8
∗
4,4
)fc=0,140*250=35Mpa
𝑁𝑑 𝑟𝑒𝑠 = 1,10 = 395,5𝑘𝑁 < 420𝑘𝑁 ∴ 𝑛ã𝑜 𝑠𝑒𝑟𝑣𝑒
Λ0= 0,0113*221,24=2,50
(
=
168,35
)Adotando (500x73)
A= 92,4cm² 150,9040
Imin=5,94cm
Λ0=0,0113*168,35=1,90
fc=0,243*250=60,8Mpa
𝑁𝑑 𝑟𝑒𝑠 = 92,41∗,16,08 = 510,7𝑘𝑁 > 420𝑘𝑁 ∴ 𝑂𝑘
(
Para
considerar
os
efeitos
de
imperfeições
e de
tensões
residuais
, as
normas
apresentam
valores
de
superiores
ao
limite
,
deve
-se
levar
em
conta
a
redução
ao
esforço
resistente
da
coluna
. Caso
contrário
,
não
haverá
flambagem
local.
)5.9.9- Como é considerado o efeito de flambagem local no cálculo do esforço resistente à compressão de uma coluna?
(
R=
O valor
limite
da
esbeltez
da
placa
para
impedir
que a
flambagem
local
ocorra
antes da
plastificação
da
)
seção, é obtido igualando-se a tensão critica elástica σ𝐂𝐫 a tensão 𝒇𝐲 . bc
Rio de Janeiro, 09 de outubro de 2018