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T. T R I C O T I L O M A N I A Arrancar cabelos e pelos população em geral, a estimativa é de 1 a 2%; Afeta sexo feminino em uma escala de aproximadamente 10:1. Entre as crianças, a prevalência é igual em ambos os sexos; Os sintomas podem ser vistos em bebês, mas esse comportamento se resolve no inicio do desenvolvimento. Em geral, coincide com a puberdade ou após o seu início; O curso habitual é crônico, com algumas remissões se o transtorno é tratado. Uma minoria remite sem recaída subsequente em poucos anos do início; Há evidências de vulnerabilidade genética. É mais comum em indivíduos com TOC e em seus parentes de primeiro grau. Está associada a sofrimento, além de prejuízo profissional e social. Pode haver dano irreversível ao crescimento e à qualidade do pelo. Consequências médicas como lesões nos dedos e musculoesqueléticas, danos dentários. O ato de engolir o cabelo pode levar a problemas gástricos como dor abdominal, náuseas e vômitos, etc. Critérios de diagnostico Arrancar o próprio cabelo de forma recorrente, resultando em perda de cabelo; Tentativas repetidas de reduzir ou parar o comportamento de arrancar o cabelo; O ato de arrancar cabelo causa sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo; O ato de arrancar cabelo ou a perda de cabelo não se deve a outra condição médica (ex: uma condição dermatológica). O ato de arrancar cabelo não é mais bem explicado pelos sintomas de outro transtorno mental (ex: tentativas de melhorar um defeito ou falha percebidos na aparência, como no transtorno Dismorfico corporal). Dados epistemológicos db40353b71604e2381f31c3349d87378527b82630d9f30069f792918878cc954.pdf