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Introdução à Psicologia Prof. Rafael Rodrigues Introdução à Psicologia Prof. Rafael Rodrigues 1 . A PSICOLOGIA ENQUANTO CIÊNCIA 1 .3 PSICOLOGIA E CIÊNCIAS AFINS: CIÊNCIAS NATURAIS E CIÊNCIAS HUMANAS Livro Leitura do livro: BOCK, Bahia, A. M. Psicologias: uma introdução ao estudo de psicologia.15. São Paulo: Saraiva, 2018. Disponível em: https://petpedufba.files.wordpress.com/2016/02/bock_psicologias-umaintroduc3a7c3a3o-p.pdf PROBLEMA Quais são as diferenças de trabalhar e/ou estudar a respeito das propriedades biológicas de um vírus (como por exemplo COVID-19) e de estudar algum transtorno mental ou algum fenômeno social (como os problemas de depressão ou de violência doméstica)? História da Psicologia Estudar Psicologia é abrir a mente, é ter a possibilidade ímpar de desenvolver a capacidade de compreensão sobre o que se passa no mundo subjetivo humano. Subjetivo - sujeito História da Psicologia Psicologia: do grego Ψυχολογία, traduzido psykhologuía, de ψυχή, psykhé, "psique", "alma", "mente" e λόγος, lógos, "palavra", "razão" ou "estudo“. É a ciência que estuda o comportamento (tudo que organismo faz) e os processos mentais (experiências subjetivas inferidas pelo comportamento). O principal foco da psicologia se encontra no indivíduo, em geral humano, mas o estudo do comportamento animal para fins de pesquisa e correlação, na área da psicologia comparada, também desempenha um papel importante (etologia). História da Psicologia O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média Bem antes... no antigo Egito, no templo de Imhotep.. Imohtep - (aquele que vem em paz) 2655-2600 a.C identificado ao Deus da medicina greco-romano Esculápio ou Asclépio. Arquitetou a primeira pirâmide do Egito (pirâmide de Sacara, com seis enormes degraus que atinge aproximadamente 62 metros. O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média Imhotep escreveu textos médicos, e é creditada a autoria do papiro de Edwin Smith, é a única cópia de parte de um antigo livro egípcio sobre trauma da cirurgia. O mais antigo escrito de literatura médica, e é o mais antigo documento cirúrgico do mundo. É considerado pelos grandes professores das ciências médicas ocidentais como o berço do pensamento analítico da medicina. Imhotep extraía os remédios das plantas. As bases filosóficas e fisiológica da psicologia cientifica O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média A história da psicologia do ocidente tem por volta de dois milênios, com início entre os gregos, no período anterior a era cristã. A história do pensamento humano entre os gregos no período de 700 a.C. até a dominação romana, véspera da era cristã. O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média Partenon – Grécia, sec. V a.C. templo da deusa grega Atena. Povo mais evoluído da época, criaram as primeira cidades (pólis), riquezas, conquista de territórios, escravagismo, tributos, necessidade de soluções práticas da arquitetura, agricultura, social que fez avanços na física, geometria, política até o conceito de democracia. O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média A filosofia nasce na Grécia Antiga como uma cosmologia, onde o objeto de reflexão é a própria natureza (phýsis), na busca por explicações acerca do mundo natural e baseada essencialmente em causas naturais. É desta forma que os primeiros filósofos se preocuparam em observar os fenômenos de maneira ampla, na tentativa de identificar o princípio ordenador da natureza (arkhé) e expressá-lo em uma linguagem Racional. O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média A característica central da explicação dada pelos primeiros filósofos é o uso da noção de causalidade. Com o intuito de evitar a regressão ao infinito em busca da explicação causal, os primeiros filósofos postularam a existência de um elemento primordial o qual serviria de ponto de partida para todo o processo. O primeiro a formular essa noção foi Tales de Mileto (585 a.C.), que afirmou ser a água o elemento primordial. A estreita relação existente entre a filosofia e a arte da medicina possibilitou algumas especulações sobre a relação entre a mente e o corpo na Grécia Antiga. Cérebro - Centro da Razão O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média Hipócrates de Cós (460 – 375 a.C.) Pai da medicina e um dos principais médicos da Antiguidade. Atribui-se a autoria da chamada Corpus hippocraticum ou "Coleção Hipocrática". O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média Hipócrates de Cós fundamentou a sua prática e a sua forma de compreender o organismo humano, incluindo a personalidade na teoria dos quatro humores corporais (sangue, fleugma ou pituíta, bílis amarela e bílis negra) que, consoante às quantidades relativas presentes no corpo, levariam a estados de equilíbrio (eucrasia) ou de doença e dor (discrasia). O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média Sangue – do coração, Fleuma ou pituita – sistema respiratório, Bílis amarela – fígado e Bílis negra – baço Cada um destes humores, diferentes qualidades: Sangue - quente e úmido – sanguíneo – artesão/alegre Fleuma - fria e úmida – fleumático – racional/moderado Bílis amarela - quente e seca – bilioso ou colérico - irritadiço Bílis negra - fria e seca – melancólico - desanimado O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média No Corpus hippocraticum, o cérebro é apontado como a sede do julgamento, das emoções e de todas as atividades do intelecto, assim como a causa dos transtornos neurológicos, tais como espasmos, convulsões e desordem da inteligência. Castro, F. S. ; Landeira-Fernandez, IJ. - Alma, corpo e a antiga civilização grega: as primeiras observações do funcionamento cerebral e das atividades mentais - Psicologia: Reflexão e Crítica - vol.24 no.4 Porto Alegre 2011 O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média A medicina grega se estabelece por volta do século V a.C., sendo possível graças à nova perspectiva adotada pela escola liderada por Hipócrates. Comparativamente: Joannes Wierus (1515-1588) é considerado o pai da psiquiatria. A medicina passa a ser reconhecida como ciência em 1800 e a psiquiatria começa a ter credibilidade. O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média Esta evolução permitiu a atenção do espírito (filosofia e arte). Platão e Aristóteles – compreender o espírito conquistador grego: a filosofia especula sobre o homem e sua interioridade. Filósofos gregos: surge a primeira tentativa de sistematizar uma psicologia. Psyché – alma Logos – razão Estudo da alma O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média Alma ou espírito era concebido como a parte imaterial do ser humano e envolve o pensamento, os sentimentos de amor e ódio, a irracionalidade, o desejo, a sensação e a percepção. O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média Os filósofos pré-socráticos preocupavam-se em definir a relação do homem com o mundo pela percepção. O mundo existe porque o homem o vê... Idealistas – a idéia forma o mundo O homem vê o mundo que já existe... Materialistas – a matéria que forma o mundo é dada para a percepção. O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média Sócrates (469-399 a.C.) Platão (427 - 347 a.C.) Aristóteles (384-322 a.C.) Sócrates (469-399 a.C.) – consistência da psicologia. Limite que separa o homem dos animais. Razão – permite ao homem se sobrepor aos instintos, base da irracionalidade. Razão como peculiaridade humana ou essência humana. Teorias da consciência surgem deste ponto inicial e sistematização filosófica. O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média Platão (427 - 347 a.C.) - discípulo de Sócrates, buscou definir o lugar da razão no corpo. A cabeça - onde se encontra a alma. A medula – ligação da alma com o corpo. A alma era separado do corpo e tinhaque ter um ponto de ligação. Na morte, a matéria desaparece e a alma fica livre para ocupar outro corpo. O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média Aristóteles (384-322 a.C.) – discípulo de Platão. Postulou que a alma e corpo (psiqué e Eros) não podem ser dissociados. Psyché seria o principio ativo da vida. Tudo aquilo que cresce, se reproduz e se alimenta possui a sua psyché ou alma. O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média Os animais, os vegetais e o homem tem alma. Os vegetais tem alma vegetal que define a função de alimentação e reprodução. Os animais tem a alma vegetal e a alma sensitiva que tem a função de percepção e movimento. O homem teria os dois níveis de alma e mais a alma racional, que tem a função de pensar. O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média Estudou as diferenças entre a razão, a percepção e as sensações.(Da anima: considerado o primeiro tratado de psicologia) 2.300 anos antes do advento da psicologia Científica, os gregos formularam duas “teorias” Platônica – imortalidade da alma e a concebida separada do corpo Aristotélica: mortalidade da alma e sua relação de pertencimento ao corpo. O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média Grécia Império Romano (inicio ano 27 a. C.) Idade Média (do século V ao XV, com a queda do Império Romano, em 476, e termina em 1453 com a Tomada de Constantinopla pelos turcos otomanos) Cristianismo (vence o politeísmo de Roma pela conversão do Imperador Constantino I no ano de 313) Cruzadas (1096/1270 – expedições militares sob o poder da igreja) O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média Pouco antes da era cristã, surge o Império Romano que dominou a Grécia, parte da Europa e Oriente Médio. O Império romano inicia no ano 27 a.C. O primeiro imperador romano foi Otávio Augusto, seu império era caracterizado pela forma de governo autocrático. O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média Surge o cristianismo, força religiosa que ultrapassa a política. Mesmo com as invasões bárbaras (400 d.C.) que levou a desorganização econômica e quebra dos territórios, o cristianismo sobreviveu e se fortaleceu, tornando-se a religião primordial da Idade Média. O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média A psicologia no Império Romano é vinculado ao conhecimento religioso, pois todo poder econômico e político era monopolizado pela Igreja Católica, inclusive a ciência/saber. O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média Santo Agostinho (354-430) – inspirado em Platão fez uma cisão entre alma e corpo. A alma não era só a sede da razão, mas a prova de uma manifestação divina no homem. A alma era imortal por ser o elemento que liga o homem a Deus. Sendo a sede do pensamento, a Igreja passa a se preocupar também com a sua compreensão. O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média São Tomás de Aquino (1225-1274) viveu no período de prenúncio da ruptura da Igreja Católica, o aparecimento do protestantismo (transição do capitalismo com as Revoluções Francesa e Industrial na Inglaterra). A crise econômica e social leva ao questionamento da Igreja e dos conhecimentos produzidos por ela. O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média Foi preciso encontrar novas justificativas para a relação entre Deus e o homem. São Tomas de Aquino buscou em Aristóteles a distinção entre essência e existência. Considera que o homem em sua essência busca a perfeição por meio de sua existência. Introduz o ponto religioso ao afirmar que somente Deus seria capaz de reunir a essência e a existência, em termos de igualdade. Busca de perfeição pelo homem seria busca de Deus. Encontra argumentos racionais para justificar os dogmas da Igreja e continua garantir para ela o monopólio do estudo do psiquismo. O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média Renascimento/Renascença/Renascentismo (aproximadamente entre fins do séc. XIII e meados do séc. XVII) Transformações radicais no mundo europeu. Mercantilismo descobre novas terras e enriquece. Do feudalismo ao capitalismo. A arte muda. O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média Leonardo da Vinci, 1478 Anunciação O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média Sandro Botticelli, 1501 Nascimento de Vênus O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média Michelangelo, 1513 Davi O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média Maquiavel, 1513/1532 O príncipe – obra clássica política O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média Copérnico, 1543 - heliocêntrico O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média Galileu, 1610 – a queda dos corpos experiência da física moderna O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média Avanços de conhecimento facilita o início da sistematização do conhecimento científico – método e regras básicas para a construção do conhecimento cientifico. O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média René Descartes (1596/1659), filósofo que contribui para o avanço cientifico com a separação entre mente (alma, espírito) e corpo. O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média Dualismo cartesiano mente-corpo torna possível o estudo do corpo humano morto, pois este pertencia a Deus e era sagrado. O corpo foi aceito para ensino médico pelo papa Clemente VII em 1536 Lição de anatomia do Dr. Tulp – Rembrandt: a dessacralização do corpo, 1632. O mundo psicológico entre os gregos, romanos e na Idade Média Desenvolvimento da Psicologia Moderna Por qual ponto começamos o nosso estudo da história da psicologia? Depende de como definimos psicologia! 1ª possibilidade: retomar os estudos filosóficos de Platão e Aristóteles. 2ª possibilidade: Psicologia como área recente de estudo, surgindo da filosofia e outros campos de conhecimento, criando sua própria identidade. Desenvolvimento da Psicologia Moderna Diferença entre Psicologia Moderna x Antiga modifica-se a forma de investigação Boa parte da história da psicologia é o desenvolvimento de ferramentas contínuas, técnicas e métodos para atingir precisão e objetividade crescente. Filosofia Especulação Generalização Psicologia Intuição Observação Generalização Experimentação Desenvolvimento da Psicologia Moderna Embora seja verdade que os filósofos já se preocupavam com os temas estudados pela psicologia, aqueles estudiosos não podem ser denominados Psicólogos! O contexto social e econômico são cruciais para o desenvolvimento da psicologia naquele território e naquele contexto. A ideia era aproveitar os métodos das ciências físicas e biológicas e aplica-los aos fenômenos mentais. Os primórdios da Psi Experimental Por que a Alemanha? A ciência estava em franco desenvolvimento na maior parte da Europa Ocidental no século XIX. Fatos históricos importantes: Crise econômica Portugal e Espanha (século XIV) Expansão Mercantilista Revolução Científica e Iluminismo (séc XVIII) Os primórdios da Psi Experimental A abordagem científica alemã Durante um século, a história intelectual da Alemanha preparou o caminho para a ciência experimental. França e Inglaterra pesquisas dedutivas Alemanha ênfase na coleta e observação dos fatos; pesquisas indutivas. Os primórdios da Psi Experimental Movimento reformista nas universidades Onda reformista na educação voltada aos princípios da liberdade acadêmica. Condição econômica favorável muitas universidades Centralização do território Professores respeitados e bem remunerados Psicofísica Hermann Voz Helmholtz(1821 – 1894) Um dos maiores cientistas do século XIX foi produtivo na física e fisiologia. Ênfase ao tratamento mecanicista e determinista. Órgãos sensoriais funcionavam como máquinas. Psicofísica Ernst Weber(1795 –1878) Estudou órgãos dos sentidos, aplicando os métodos experimentais aos problemas de natureza psicológica. Sentidos superiores, visão e audição. Posteriormente, sensações cutâneas e musculares. Surgimento de um novo campo Com os estudos acerca de estímulos – sensações, nasce a PSICOFÍSICA. Estudo científico das relações entre os processos mental e físico. Psicofísica Gustav Fechner Relação Quantitativa entre Mente e Corpo Afirmava ser possível encontrar uma ligação entre mente e corpo, ligação quantitativa ente sensação e estímulo. Aumento da sensação do estímulo não produzia um aumento proporcional de sensação. PG caracteriza o estímulo e uma PA a sensação. Conclusão: os efeitos da intensidade não são absolutos, mas proporcionais à intensidade da sensação já existente. A fundação Oficial da Psicologia Em meados do século XIX, os métodos das ciências naturais estavam sendo empregados para pesquisar fenômenos mentais. O contexto intelectual do período incentivava o desenvolvimento de técnicas para estudar os sentidos. A fundação se deu, finalmente, com Wilhelm Wundt. O pai da psicologia moderna Wundt fundou a psicologia como disciplina acadêmica formal. Instalou o primeiro laboratório, lançou a primeira revista especializada e deu início a psicologia como ciência. primeiro laboratório de psicologia no Instituto Experimental de Psicologia da Universidade de Leipzig Por que não Fechner como pai da psicologia? Fechner desenvolveu a psicologia experimental, mas foi Wundt que determinou ela com uma nova ciência, criando o primeiro laboratório, revista especializada O pai da psicologia moderna Objeto de estudo: consciência Como: observação da experiência consciente, através da introspecção, isto é, o autoexame do estado mental. Inovações: Controle experimental das condições de introspecção. Capazes de determinar quando o processo começará Estado de prontidão e alerta Condições adequadas para repetição Manipulação controlada do estímulo O pai da psicologia moderna Definidos o objeto de estudo e a metodologia, Wundt traça as seguintes metas: Analisar os processos conscientes Como esses elementos se organizam Leis de conexão que regem a organização dos elementos. Para Wundt, a organização das sensações se dá por um processo ativo, de forma criativa, para compor a unidade. O pai da psicologia moderna Wundt fundou a psicologia como disciplina acadêmica formal. Instalou o primeiro laboratório, lançou a primeira revista especializada e deu início a psicologia como ciência. primeiro laboratório de psicologia no Instituto Experimental de Psicologia da Universidade de Leipzig AS PRINCIPAIS TEORIAS DA PSICOLOGIA NO SÉCULO 20 Behaviorismo Gestalt Psicanálise AS PRINCIPAIS TEORIAS DA PSICOLOGIA NO SÉCULO 20 O Behaviorismo, que nasce com Watson e tem um desenvolvimento grande nos Estados Unidos, em função de suas aplicações práticas, tornou-se importante por ter definido o fato psicológico, de modo concreto, a partir da noção de comportamento (behavior). AS PRINCIPAIS TEORIAS DA PSICOLOGIA NO SÉCULO 20 A Gestalt, que tem seu berço na Europa, surge como uma negação da fragmentação das ações e processos humanos, realizada pelas tendências da Psicologia científica do século 19, postulando a necessidade de se compreender o homem como uma totalidade. A Gestalt é a tendência teórica mais ligada à Filosofia. AS PRINCIPAIS TEORIAS DA PSICOLOGIA NO SÉCULO 20 A Psicanálise, que nasce com Freud, na Áustria, a partir da prática médica, recupera para a Psicologia a importância da afetividade e postula o inconsciente como objeto de estudo, quebrando a tradição da Psicologia como ciência da consciência e da razão. Aprenda + A psicologia como ciência 1- A respeito do estudo das ciências humanas, escolha a alternativa correta: Alternativas: a-) As ciências humanas não tem como objetivo o estudo do homem b-) As ciências humanas tem como objetivo o estudo dos fenômenos naturais c-) As ciências humanas tem como objetivo o estudo do homem d-) As ciências humanas não são alvo de estudo da psicologia e-) nenhuma das anteriores 2- A respeito da diferenciação entre as ciências humanas e naturais, escolha a alternativa correta: a-) As ciências naturais têm como objetivo o estudo do homem enquanto ser social b-) As ciências naturais têm como objetivo o estudo da natureza c-) As ciências naturais têm como objetivo o estudo do homem enquanto indivíduo d-) As ciências humanas têm como objetivo o estudo da natureza e-) Nenhuma das anteriores Obrigado!!! 72