Prévia do material em texto
FUNDAMENTOS DO PSICODIÁGNÓSTICO: O serviço prestado pelo psicólogo é sobre: avaliação e coleta de informações, utilizando recursos e técnicas como: -Entrevistas (tipos de entrevistas), integra muitas informações buscadas -Observação direta do comportamento- ao mesmo tempo que entrevista e aplica testes, observa-se como o sujeito responde verbalmente, aos testes, desde quando ela entra no consultório, comentários feitos além da entrevista -Dinâmicas- quando em grupos, tanto em avaliação quanto intervenção, revela como os indivíduos interagem com outras pessoas diante de alguma demanda (ex: processo de seleção para uma vaga de trabalho, como ela se relaciona com pessoas da equipe, como ela lidera) -Testes psicológicos: psicométricos: buscam mensurar um determinado fenômeno psicológico ou uma função executiva, cognitiva, comportamento- são diversos testes que medem diversas características como personalidade, inteligência, atenção, memória. -Esses testes trazem dados quantitativos, numéricos e representam algo, assim o psicólogo interpreta esse resultado. Projetivos e expressivos: fundamentação psicanalítica- desenhos, grafias, contação de história a partir de um estímulo ou figura, geralmente esses testes são de personalidade. -Tarefas experimentais, vinculadas as dinâmicas ou a resolução de problemas fictícios. -Outras técnicas projetivas- que não são validadas como testes psicológicos, podendo exercer a mesma função- avaliar personalidade. (ex: desenho da família-avaliar dinâmica social, como ela projeta/ compreende a rotina e relações familiares). -Role-play (simulações): fazer simulação de situação problema. Acontece em psicoterapia, psicodrama. Ex: quero entender como ela reage numa situação com a mãe, então, simulo ser a mãe, sabendo do histórico, consigo ter falas parecidas com a mãe e assim o paciente responde como responderia com a mãe. EM QUAIS CONTEXTOS PODEM SER APLICADOS? Todos os campos de especialidade da psicologia: empresas, escola, área forense, clínica, hospital, área de pesquisa. QUESTÕES BÁSICAS DO PSICODIAGNÓSTICO: · É um processo- não funciona em um único momento, existem etapas a serem seguidas, vários dias, várias sessões, meses. O espaçamento das sessões depende do processo. Geralmente ele se assemelha as sessões de psicoterapia em termos de regularidade/ frequência das sessões-uma vez por semana, sempre no mesmo horário. · O processo acontece desencadeado, quase sempre, a partir de um encaminhamento, ou seja, o indivíduo chega porque alguém encaminhou ela para o psicodiagnóstico. As vezes é por uma questão individual. Tem início numa consulta, a partir disso delineia-se os passos do processo, faz-se um planejamento. (o psicólogo levanta hipóteses a partir das queixas do paciente). · Essa avaliação ocorre a partir de um problema prévio- alguém chega com uma queixa, uma demanda- que o psicólogo identifica, avalia a fim de chegar no diagnóstico- pode ser nosológico (transtorno de aprendizado, de atenção, de personalidade), ou uma questão muito particular- em nível pessoal, social- que pode estar atrapalhando/ contribuindo para o problema. (Alguns transtornos se subdividem em grupos, níveis, graus-transtornos de humor geralmente possuem graus: leve, moderado, grave-. Isso muda, inclusive, a forma de tratamento). · PSICÓLOGO ≠ PSICÓLOGO CLÍNICO Clínica, escola, empresa possui especificidades do campo de atuação, incluindo, o psicodiagnóstico · · AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA + abrangente; faço a avaliação no contexto jurídico, na empresa, no hospital para diversas finalidades. Numa empresa por exemplo, a ideia é compreender se o sujeito ela tem as características necessárias p/ trabalhar naquela função-nesse caso não estou definindo se a pessoa tem uma psicopatologia, alguma outra questão pessoal, clínica que interfere no trabalho. Posso investigar a atenção, psicomotricidade. Num contexto de vendas, exige que a pessoa seja dinâmica, proativa, se for líder de equipe, precisa de boa desenvoltura-interessando as caract. de personalidade. Nesses casos, não é a intenção identificar se existe transtorno, psicopatologia ou outras questões de nível pessoal, o que interessa é o contexto profissional. Na escola posso fazer avaliação com os pais, alunos, professores. ≠ PSICOGIADNÓSTICO é uma forma de avaliação psicológica, mas com propósitos clínicos. Para afirmar ou não um diagnóstico, depressão, dificuldade aprendizagem, de baixo autoestima, insegurança, que atrapalha em algum aspecto da vida do sujeito. Nesse caso, eu penso num prognóstico, tratamento-geralmente em psicoterapia. Classificação nosológica é um dos principais motivos de psicodiagnóstico. · Busca identificar fraquezas no funcionamento psicológico, com um foco na existência ou não de psicopatologia. · Nem sempre a classificação psiquiátrica será um objetivo do psicodiagnóstico, ou seja, encontrar um transtorno, às vezes, o objetivo é compreender o funcionamento psicológico da pessoa- entender personalidade, como ela funciona em vários contextos. Sempre considerando como parâmetros os limites da variabilidade normal- dentro na cultura, do contexto o que é esperado e o que não é esperado. · Influência de 3 autores: fim do séc. XIX e início do XX: atribui-se a eles paternidade do psicodiagnóstico: -Galton: introduz o estudo das diferenças individuais- começa a falar dos testes de personalidade; -Cattel: testes mentais, de inteligência; -Binet: utilização de exames psicológicos (por meio de medidas intelectuais) como coadjuvante da avaliação pedagógica-interessado em universitários e pessoas em fase escolar-buscava mensurar o desempenho acadêmico, por isso era necessário medir níveis de inteligência. · PSICOMETRISTA ≠ Ajuda na construção do teste psicológico, pq ele tem o conhecimento em matemática. Mas ele não está interessado na mesma interpretação que o psicólogo faz. Então, quando o teste gera um resultado numérico, a função do psicometrista é dizer o nível intelectual da pessoa- “nível médio de atenção”. PSICÓLOGO CLÍNICO Vai além dos resultados numéricos, “nível médio de inteligência, isso provavelmente afeta no contexto escolar, profissional”, a partir disso, traçar um plano de tratamento, o que fazer para mudar. Propõe acolhimento, há interpretação do ambiente (como é a casa, a família, as pessoas de contato- as pessoas em volta atrapalham o prognóstico, ou seja, atrapalhar o tratamento, piorar a situação; trazer família p/ perto, propor psicoterapia, outro profissional além do psicólogo-encaminhamento). · Processo diagnóstico pelas técnicas projetivas: -Rorshach (1921): teste projetivo- há algumas folhas com imagens abstratas e quando o sujeito vê as imagens, precisa falar delas, assim o psicólogo busca uma interpretação da personalidade da pessoa, entende-se que a pessoa projeta naquelas imagens coisas da vida dela, sobre como pensa, funciona, reage. -Por conta dele, as técnicas projetivas baseadas na psicanálise começam a ter bastante importância, inclusive, para o processo de diagnóstico. · Mais para frente, há um declínio dessas técnicas, os profissionais alegam que existem problemas metodológicos nesses testes, uma vez que não medem de forma eficaz a personalidade, será que o que a pessoa apresenta é isso mesmo? -Associação com fundamentações teóricas de personalidade: perguntas mais objetivas, com “níveis, graus” diferentes de respostas” -quantas vezes você lava a louça? Com pouca frequência, muita frequência- essas perguntas geram números, sendo assim, testes mais rápidos, práticos. · Atualmente, essas técnicas-projetivas com viés psicanalítico- ainda podem ser criticadas por aqueles que utilizam referências biológicas e comportamentais (análise do comportamento, tcc- não acreditam no inconsciente) alegam que falta: -Embasamento científico; -Entrevistas mais estruturadas; -Avaliações computadorizadasde personalidade. *A qualidade dos testes, avaliações depende dos instrumentos, mas também de quem aplica. Por isso é importante estudar os instrumentos. · Comum que o psicodiagnóstico se realize em clínicas ou em consultórios psicológicos. · Recebem os encaminhamentos de: -Médicos psiquiatras, pediatras, neurologistas; -Comunidade escolar; -Juízes ou de advogados -Casos de pessoas que procuram espontaneamente um exame: “quero saber sobre tal coisa da minha vida”-para sanar uma dúvida. -Profissionais da saúde em geral- fisioterapeutas, nutricionistas · A demanda surge a partir da necessidade de subsídios para basear uma decisão, para resolver um problema- criança que atrapalha a aula, prof. quer saber se a criança tem hiperatividade, a fim de ajudar a prof. a ensinar educar melhor, ter mais qualidade na aula. Nesse caso, avalia se existe esse problema ou não, se não tiver, apresenta outras razões desse comportamento observado na escola, e possíveis soluções, quem procurar. · Às vezes, quem solicita a pessoa não sabe exatamente onde quer chegar, não sabe quais perguntas fazer- pode ser pelo sigilo profissional- assim, fazem encaminhamento vago para uma “avaliação psicológica”. Ex: escola manda- fazer avaliação, para que? O que a escola quer saber? Não foi colocado o que se espera que a avaliação responda. · Por consequência, uma das falhas comuns do psicólogo é a aceitação de tal encaminhamento com a realização de um psicodiagnóstico, cujos resultados não são pertinentes às necessidades da fonte de solicitação. · Reponsabilidade do psicólogo: manter comunicação com os meios em que trabalha. PROCESSO CIENTÍFICO: · Levantamento prévio de hipóteses- diante da entrevista inicial e da segunda entrevista (anamnese- levanta dados do desenvolvimento da pessoa, desde infância até o momento atual da vida do sujeito) que foi realizada com os pais ou com o adulto. Se a pessoa tem um transtorno depressivo (hipótese)- ajuda no planejamento do plano de avaliação (perguntas, testes). · Limitado no tempo · Contrato · Plano de avaliação: -Utilize testes e técnicas psicológicas -Com base nas perguntas e hipóteses iniciais Ex: paciente aparece no consultório e diz que fica apático, chora sem motivo, fica muito triste, às vezes fica irritado, angustiado e já sente isso tem 1 mês. Assim, a pessoa pergunta: O QUE ESTÁ ACONTECENDO COMIGO? -O objetivo do psicólogo é responder essa pergunta. Com base nas informações iniciais levantamos uma HIPÓTESE: DEPRESSÃO. Diante disso, é necessário elaborar uma entrevista p/ saber se essa pessoa tem ou não um transtorno depressivo, posso utilizar testes, usar o DSM-5 e associar com a história do paciente, fazer entrevista entendendo o histórico clínico dele, se já sentiu isso antes, se já passou por um psicólogo antes, se usa remédios psicotrópicos. E o histórico de vida, pré-natal, hábitos da mãe, se a mãe fumava, se abusava de álcool, se os pais brigavam muito, se a mãe passou por muito estresse. Passando para outros momentos da vida, até a vida adulta, se ele trabalha, faz faculdade, vida social, outros hábitos, com quem ele mora, ambiente familiar- tudo isso já faz parte do plano de avaliação- coleta de informações, além disso, analisa-se tudo que foi coletado. · OBJETIVOS: -Um ou mais; -Relacionar com as questões propostas-perguntas a serem respondidas; prever um tratamento (prognóstico). -Fontes de solicitação. -Classificação simples: baseado em dados quantitativos. Esse tipo de classificação não requer interpretação. Ex: aplico um teste e obtemos um score- que significa algo para esse teste-, teste de inteligência: score: 50-significa nível de inteligência abaixo do esperado pra idade da pessoa, naquele teste. -Qualquer pessoa que leia o manual sabe fazer, aplica, corrige e o resultado olha na tabela e se tem uma conclusão. Mas, os psicólogos não param nessa classificação, pois é necessário entender se a pessoa realmente está com nível de inteligência abaixo, porque pode ser que a pessoa tenha tirado esse resultado por outras questões- sono irregular, cansaço, alimentação irregular. Além disso, se eu nunca conversei com a pessoa, com os pais não sei a história de vida, clínica fica difícil associar o resultado com outras informações importantes. E eu só sei que preciso de maior investigação justamente por conta da entrevista. Se não houver essa entrevista, é só uma testagem- faz parte do processo-, não é só isso. -Descrição: interpreta com base em outros testes e com outras informações coletadas nas entrevistas. Porque alguém retirou tal resultado no teste. -Classificação nosológica: já existe hipóteses, começamos a fazer a entrevista tomando como base os critérios diagnósticos de algum transtorno mental de humor, em alguma psicopatologia, nesse caso por exemplo, procuro no manual de diagnóstico sobre TDAH e procuro quais são os critérios que a pessoa precisa cumprir para que ela tivesse um TDAH. E assim, começo a fazer várias perguntas para os pais, escola. No caso do TDAH, não se faz diagnóstico baseado só em um contexto; entrevista com os pais, criança, professores outros contextos- escola, na casa, ali na clínica. -Diagnóstico diferencial: as vezes um mesmo sintoma é comum em vários transtornos, quando estou em dúvida de qual psicopatologia. Exemplo: perda de peso, pode ser transtorno mental- depressão ou transtorno alimentar-anorexia. Para saber se é um outro, uso o diagnóstico diferencial, preciso entender toda a dinâmica da pessoa, se é só perda de peso ou se tem outras questões. Quais os critérios para depressão e quais critérios para anorexia, preciso entender a diferença dos dois e qual o paciente mais se encaixa. -Avaliação compreensiva: analisa-se a personalidade, funções do ego, da consciência-memória, atenção. Analisa a pessoa como um todo, as vezes a pessoa não tem depressão, ela pode ser só mais introvertida, e à medida que conhece as pessoas ela se abre mais. -Entendimento dinâmico: trazer o entendimento do caso baseando-se em outros recursos-conversa com outras pessoas, escola, pais, várias entrevistas. -Prevenção: analisa os possíveis fatores de risco; risco de desenvolver um problema. O que pode vir acontecer com aquela pessoa. Faz-se uma entrevista de triagem-comum em ambulatório, quando não se tem muito tempo para fazer o diagnóstico tão detalhado. Pergunta o que a pessoa sente, quanto tempo se sente assim e assim encaminha-se para outro profissional para avaliar melhor- para um psicólogo clínico, psiquiatra. No caso clínico, pode ser que não seja identificado nenhuma patologia, mas percebeu que o ambiente familiar é favorável para desenvolver conflitos futuros, por isso seria interessante que a pessoa trabalhasse isso em psicoterapia e assim faz o encaminhamento para pessoa trabalhar essas questões, buscando-se uma intervenção precoce para não gerar um grande problema futuro. -Prognóstico: define-se o curso do tratamento, quais cuidados a pessoa precisa para ameninar os sintomas, para aprender a lidar com as questões de uma maneira melhor. Encaminha-se para outros profissionais-nutricionista, médicos, psicopedagogo, psicólogos para psicoterapia- para auxiliar nesse processo. -Perícia forense: é quando um juiz determina que um psicólogo clínico deve fazer uma avaliação para responder uma resposta para uma pergunta dele. Quando uma pessoa entra com processo em relação a algo, e aí para saber sobre a saúde mental da pessoa o juiz encaminha. Nesse caso, psicólogo trabalha de forma independente, ou seja, a demanda chega na clínica do profissional, não precisa estar dentro do tribunal, mas necessita-se de cadastro, assim seu nome fica no registro para atender essas demandas. Outras demandas: uma pessoa que tenha recorrido um concurso da PM. QUEM REALIZA PSICODIAGNÓSTICO a) Pelo psicólogo, psiquiatra (neurologista, psicanalista) -vários objetivos (exceto classificação simples), desde que seja utilizado o modelo médico, no exame de funções, identificação de patologias, sem uso de testes e técnicas privativas do psicólogo clínico-classificação nosológica. b) Pelo psicólogo clínico -p/ obter vários objetivos, utiliza-se o modelo psicológico-psicodiagnóstico-, incluindo técnicas e testes privativos desse profissional. c) Equipes multiprofissionais-psicólogo, psiquiatra, neurologista, orientador educacional, assistente social-, para obter os objetivos citados, desde cada profissional utilize o seu modelo próprio, em avaliação mais complexa e inclusiva, em que é necessário integrar dados muito interdependentes (natureza psicológica, médica e social). Pode acontecer dentro do contexto hospitalar. COMPORTAMENTOS QUE SE ESPERA DO PSICÓLOGO a) Determinar motivos do encaminhamento-pq procurou o profissional? -queixas e outros problemas iniciais; b) Levantar dados de natureza psicológica, social, médica, profissional e/ou escolar, sobre o sujeito e pessoas significativas, solicitando eventualmente informações de fontes complementares. Se é uma pessoa sociável, como é a relação dela com outras pessoas; se usa drogas, se já passou por outros profissionais, inclusive, da psicologia; vida profissional, com o que ela trabalha, com quem, quanto tempo, se trabalhou em outros lugares, se ela gosta; c) Colher dados sobre a história clínica e pessoal, procurando denominadores comuns com a situação atual, do ponto de vista psicopatológico e dinâmico. Ou seja, as coisas que a pessoa me conta condiz com o que se observa; as vezes a pessoa fala que chora muito, mas na minha frente ela está alegre, pode ser que ela tenha dificuldade para demonstrar emoções na frente de quem ela não conhece; d) Realizar o exame do estado mental do paciente (exame subjetivo-acontece por meio do que o sujeito relata para o profissional), são perguntas feitas durante a entrevista, complementando com outras fontes (exame objetivo) -pessoa fala que perder muito peso, pode ser questões fisiológicas -encaminha-se para outro profissionais; e) Levantar hipóteses iniciais -de depressão, TA, ansiedade e definir os objetivos do exame -porque estou avaliando, qual pergunta pretendo responder com essa avaliação; f) Definir um plano de avaliação: se usarei testes, entrevistas, quanto tempo dura, quantas sessões, visitas escolares, domiciliares; g) Estabelecer um contrato de trabalho com o sujeito ou responsável, isso acontece no começo do processo, explico quanto tempo mais ou menos vai durar o processo -seja em número de sessões, dias ou meses-, quanto tempo a pessoa precisará ir à clínica, se precisa pagar, quanto pagará, quando precisa ir à clínica, se terão visitas futuras. Informa-se como funciona o processo, como você trabalha, inclusive questões de pagamento; h) Administrar testes e outros instrumentos-precisa conhecer a entrevista e o teste que se aplica, porque se não conhecer é um mau uso do instrumento; i) Levantar dados quantitativos-nível intelectual da pessoa em tal teste- e interpreta-se de forma qualitativa- se isso corresponde com a idade, escolaridade, se há interferência de questões sociais, ambientais; j) Selecionar, organizar e integrar os dados significativos para os objetivos do exame-sempre considerando o contexto que o sujeito vive- conforme nível de interferência previsto, com dados da história e das circunstâncias atuais do examinando; k) Comunicar resultados (entrevista devolutivas, relatório, laudo, parecer e outros informes), propondo soluções, formas de tratamento, encaminhamento, se for o caso, em benefícios do examinando; l) Encerrar o processo.