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Um investidor aplicou metade de seu capital a juros simples, durante 14 meses, a uma taxa de 10,20% ao ano. O restante do capital, ele aplicou a juros compostos, durante um ano, a uma taxa de 5% ao semestre. Se a soma dos montantes destas aplicações foi igual a R$ 177.720,00,
então o valor dos juros da primeira aplicação superou o valor dos juros da segunda em
(A) R$ 1.600,00
(B) R$ 1.320,00
(C) R$ 1.260,00
(D) R$ 1.200,00
(E) R$ 1.160,00
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Praticando Para o Saber

há 2 meses

Respostas

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há 2 meses

Vamos resolver passo a passo. Seja o capital total = C. 1) Primeira aplicação: - Metade do capital: C/2 - Juros simples - Tempo: 14 meses = 14/12 anos = 7/6 anos - Taxa anual: 10,20% = 0,102 ao ano Juros da primeira aplicação (J1): J1 = (C/2) × 0,102 × (7/6) = (C/2) × 0,102 × 1,1667 ≈ (C/2) × 0,119 Montante da primeira aplicação (M1): M1 = Capital + Juros = (C/2) + J1 = (C/2) + (C/2) × 0,119 = (C/2) × (1 + 0,119) = (C/2) × 1,119 2) Segunda aplicação: - Metade do capital: C/2 - Juros compostos - Tempo: 1 ano - Taxa: 5% ao semestre → 2 semestres por ano Montante da segunda aplicação (M2): M2 = (C/2) × (1 + 0,05)^2 = (C/2) × (1,05)^2 = (C/2) × 1,1025 3) Soma dos montantes: M1 + M2 = 177.720 Substituindo: (C/2) × 1,119 + (C/2) × 1,1025 = 177.720 (C/2)(1,119 + 1,1025) = 177.720 (C/2)(2,2215) = 177.720 C × 1,11075 = 177.720 C = 177.720 / 1,11075 ≈ 160.000 4) Calcular os juros de cada aplicação: J1 = (C/2) × 0,119 = (160.000/2) × 0,119 = 80.000 × 0,119 = 9.520 J2 = Montante - Capital = M2 - (C/2) = (C/2) × 1,1025 - (C/2) = (C/2)(1,1025 - 1) = (C/2) × 0,1025 = 80.000 × 0,1025 = 8.200 5) Diferença entre os juros da primeira e da segunda aplicação: 9.520 - 8.200 = 1.320 Resposta correta: (B) R$ 1.320,00

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Atenção: As questões de números 1 a 10 referem-se ao texto seguinte. Os anônimos Na história de Branca de Neve, a rainha má consulta o seu espelho e pergunta se existe no reino uma beleza maior do que a sua. Os espelhos de castelo, nos contos de fada, são um pouco como certa imprensa brasileira, muitas vezes dividida entre as necessidades de bajular o poder e de refletir a realidade. O espelho tentou mudar de assunto, mas finalmente respondeu: “Existe”. Seu nome: Branca de Neve. A rainha má mandou chamar um lenhador e instruiu-o a levar Branca de Neve para a floresta, matá-la, desfazer-se do corpo e voltar para ganhar sua recompensa. Mas o lenhador poupou Branca de Neve. Toda a história depende da compaixão de um lenhador sobre o qual não se sabe nada. Seu nome e sua biografia não constam em nenhuma versão do conto. A rainha má é a rainha má, claramente um arquétipo, e os arquétipos não precisam de nome. O Príncipe Encantado, que aparecerá no fim da história, também não precisa. É um símbolo reincidente, talvez nem a Branca de Neve se dê ao trabalho de descobrir seu nome. Mas o personagem principal da história, sem o qual a história não existiria e os outros personagens não se tornariam famosos, não é símbolo de nada. Ele só entra na trama para fazer uma escolha, mas toda a narrativa fica em suspenso até que ele faça a escolha certa, pois se fizer a errada não tem história. O lenhador compadecido representa dois segundos de livre-arbítrio que podem desregular o mundo dos deuses e dos heróis. Por isso é desprezado como qualquer intruso e nem aparece nos créditos. Muitas histórias mostram como são os figurantes anônimos que fazem a história, ou como, no fim, é a boa consciência que move o mundo. Mas uma das pessoas do grupo em que conversávamos sobre esses anônimos discordou dessa tese, e disse que a entrada do lenhador simbolizava um problema da humanidade, que é a dificuldade de conseguir empregados de confiança, que façam o que lhes for pedido. (Adaptado de Luiz Fernando Verissimo, Banquete com os deuses)
9. Está inteiramente correta a pontuação do seguinte período:
A) Os personagens principais de uma história, responsáveis pelo sentido maior dela, dependem, muitas vezes, de pequenas providências que, tomadas por figurantes aparentemente sem importância, ditam o rumo de toda a história.
B) Os personagens principais, de uma história, responsáveis pelo sentido maior dela, dependem muitas vezes, de pequenas providências que tomadas por figurantes, aparentemente sem importância, ditam o rumo de toda a história.
C) Os personagens principais de uma história, responsáveis pelo sentido maior dela dependem muitas vezes de pequenas providências, que, tomadas por figurantes aparentemente, sem importância, ditam o rumo de toda a história.
D) Os personagens principais, de uma história, responsáveis pelo sentido maior dela, dependem, muitas vezes de pequenas providências, que tomadas por figurantes aparentemente sem importância, ditam o rumo de toda a história.
E) Os personagens principais de uma história, responsáveis, pelo sentido maior dela, dependem muitas vezes de pequenas providências, que tomadas por figurantes, aparentemente, sem importância, ditam o rumo de toda a história.

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