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Homem de 29 anos é admitido na sala vermelha após ferimento por arma branca em região proximal da coxa esquerda. Chega agitado, confuso, extremamente pálido e diaforético, apresentando hemorragia pulsátil volumosa em jato ativo, sem resposta à compressão direta realizada pela equipe pré-hospitalar. Ao exame, observa-se voz abafada, estridor inspiratório audível, secreções hemáticas abundantes em cavidade oral, frequência cardíaca de 148 bpm, pressão arterial de 72 × 38 mmHg, frequência respiratória de 32 irpm, saturação de O₂ de 80% em ar ambiente e Glasgow 11.
Segundo os princípios atualizados do ATLS 11ª edição, a conduta inicial mais adequada é:
A) Controlar imediatamente a hemorragia exsanguinante com torniquete posicionado 5–7 cm proximal à lesão, diretamente sobre a pele, apertando até interrupção completa do sangramento, seguido de manejo definitivo da via aérea com sequência rápida de intubação e estabilização cervical manual.
B) Priorizar via aérea definitiva devido à hipoxemia grave e estridor, realizando intubação imediata antes de qualquer intervenção hemorrágica, já que a letra “A” precede o “X” no algoritmo do trauma penetrante.
C) Realizar reposição volêmica agressiva com 2 litros de cristaloide aquecido antes do controle local da hemorragia, evitando torniquete proximal devido ao risco de isquemia irreversível e lesão neurovascular.
D) Posicionar torniquete distalmente à lesão para preservar perfusão proximal, afrouxando-o periodicamente a cada 15 minutos para minimizar complicações isquêmicas, seguido de oxigenoterapia suplementar.
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CuriosidadesGerais

há 4 meses

Respostas

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há 4 meses

Analisando o caso: - Paciente com ferimento por arma branca na coxa proximal, com hemorragia pulsátil volumosa e sem controle pela compressão direta. - Sinais de choque hipovolêmico (PA baixa, FC alta, palidez, diaforese). - Comprometimento da via aérea (voz abafada, estridor, secreções hemáticas, saturação baixa). - Glasgow 11 (confuso). Segundo o ATLS (Advanced Trauma Life Support), a prioridade é sempre a via aérea com controle da coluna cervical (A), seguida da respiração (B) e circulação (C). Porém, em casos de hemorragia exsanguinante, o controle imediato do sangramento é fundamental para evitar morte rápida. No caso, a hemorragia pulsátil volumosa não responde à compressão direta, o que indica necessidade de torniquete proximal para controle rápido da hemorragia. Além disso, o manejo da via aérea deve ser realizado logo após o controle inicial da hemorragia, para garantir oxigenação e ventilação. Analisando as alternativas: A) Controlar imediatamente a hemorragia com torniquete proximal, seguido de manejo da via aérea com sequência rápida de intubação e estabilização cervical manual. — Está de acordo com o protocolo ATLS para hemorragia exsanguinante e via aérea comprometida. B) Priorizar via aérea antes de qualquer intervenção hemorrágica — Errado, pois hemorragia exsanguinante deve ser controlada imediatamente. C) Reposição volêmica agressiva antes do controle da hemorragia e evitar torniquete — Errado, reposição volêmica sem controle da hemorragia pode piorar sangramento; torniquete é indicado. D) Posicionar torniquete distalmente e afrouxá-lo periodicamente — Errado, torniquete deve ser proximal e não afrouxado no pré-hospitalar. Portanto, a alternativa correta é: A) Controlar imediatamente a hemorragia exsanguinante com torniquete posicionado 5–7 cm proximal à lesão, diretamente sobre a pele, apertando até interrupção completa do sangramento, seguido de manejo definitivo da via aérea com sequência rápida de intubação e estabilização cervical manual.

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Qual é o diagnóstico mais provável?
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D) Amenorreia Hipotalâmica Funcional; justificada pela falha no teste da progesterona, embora os níveis de FSH devessem estar baixos ou inapropriadamente normais.

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