Ed
há 2 meses
No contexto brasileiro recente, o marketing político passou por uma transformação significativa. Antes, acreditava-se que um bom marqueteiro poderia, sozinho, "virar o jogo" de uma campanha, assim como um técnico de futebol. Porém, nas eleições municipais de 2016, esperava-se uma mudança para campanhas guiadas por dados e big data, inspiradas em modelos internacionais, como os das campanhas de Obama e Trump. Além disso, escândalos como a Operação Lava Jato revelaram práticas ilegais envolvendo marqueteiros e recursos de campanha, o que gerou desconfiança e exigiu maior transparência. Como resultado, o marketing político não perdeu importância, mas precisou adotar um estilo mais ético, baseado em dados, transparência e responsabilidade, reduzindo o foco em grandes investimentos em publicidade tradicional, especialmente na televisão.