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DIREITO CONSTITUCIONAL Poder e Processo legislativo 03. Sucintamente, explique a perda do mandato por infidelidade partidária.

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A perda do mandato por infidelidade partidária ocorre quando um parlamentar eleito por um partido político desrespeita as regras internas desse partido, como mudar de partido sem justa causa ou votar contra a orientação partidária em votações importantes. Essa prática é considerada quebra de fidelidade partidária e pode levar à perda do mandato, conforme previsto na legislação eleitoral brasileira, para garantir a estabilidade e a coerência do sistema partidário.

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IMPORTANTE: O investigado é obrigado a comparecer na sessão da CPI na qual seria ouvido? Há divergência jurisprudencial veiculada no Informativo 942 do STF!
De acordo com a jurisprudência do STF, o investigado é obrigado a comparecer compulsoriamente à CPI para ser ouvido?
1ª corrente: SIM. Ministros Gilmar Mendes e Celso de Mello. O comparecimento do investigado perante a CPI para ser ouvido é facultativo. Cabe a ele decidir se irá ou não comparecer. Se decidir comparecer, ele terá direito: a) ao silêncio; b) à assistência de advogado; c) de não prestar compromisso de dizer a verdade; d) de não sofrer constrangimentos. Caso o investigado não compareça, a CPI não pode determinar a sua condução coercitiva. Aplica-se para as CPIs o mesmo entendimento da ADPF 395/DF.
2ª corrente: NÃO. Ministros Edson Fachin e Cármen Lúcia. O comparecimento do investigado perante a CPI para ser ouvido é compulsório. Ele tem que comparecer. No entanto, chegando lá, o investigado tem direito: a) ao silêncio; b) à assistência de advogado; c) de não prestar compromisso de dizer a verdade; d) de não sofrer constrangimentos. Caso o investigado não compareça, a CPI poderia determinar a sua condução coercitiva.
a) O comparecimento é facultativo, e o investigado pode decidir se comparece ou não.
b) O comparecimento é compulsório, e o investigado deve comparecer obrigatoriamente.
c) O investigado deve comparecer, mas não tem direito à assistência de advogado.
d) O investigado pode ser conduzido coercitivamente caso não compareça.
e) O investigado não tem direito ao silêncio durante o depoimento.

2.11.1.2. Fase Constitutiva – Deliberação Parlamentar

Via de regra, a discussão e votação dos projetos de lei tem início na Câmara dos Deputados, salvo os projetos de iniciativa dos Senadores ou de Comissões do Senado, funcionando, nesses casos, a Câmara dos Deputados como casa revisora.

Iniciado o processo legislativo, o projeto de lei passa à apreciação pelas Comissão Temática, que analisará a matéria da proposição e, em seguida, pela CCJ, que analisará a sua constitucionalidade.

Se envolver aspectos financeiros e orçamentários, após a CCJ, o projeto será apreciado pela Comissão de Finanças e Tributação, para o exame da compatibilidade e adequação orçamentária.

As comissões, em razão da matéria de sua competência, poderão, além de discutir e emitir pareceres sobre projeto de lei, aprová-los, desde que, na forma do regimento interno da Casa, haja dispensa da competência do plenário (delegação interna corporis) e inexista, também, interposição de recurso de 1/10 dos membros da Casa. Porém, NÃO poderão ser objeto de delegação interna corporis os seguintes projetos:

● LEI COMPLEMENTAR;
● CÓDIGOS;
● INICIATIVA POPULAR;
● DE COMISSÃO;
● RELATIVOS À MATÉRIA QUE NÃO POSSA SER OBJETO DE DELEGAÇÃO;
● ORIUNDOS DO SENADO;
Com base no texto, quais projetos NÃO podem ser objeto de delegação interna corporis para aprovação pelas comissões?
a) Lei complementar, códigos, iniciativa popular, de comissão, relativos à matéria que não possa ser objeto de delegação e oriundos do Senado.
b) Projetos de lei ordinária, projetos de lei complementar, projetos de lei de iniciativa popular.
c) Apenas projetos de lei oriundos do Senado.
d) Todos os projetos podem ser objeto de delegação interna corporis.

2.11.1.3. Processo de Votação

A votação pode ser:

I. OSTENSIVA:
● PROCESSO SIMBÓLICO – Utilizado na votação das proposições em geral, e os parlamentares das respectivas casas, para aprovar a matéria, deverão permanecer sentados, levantando-se apenas os que votaram pela rejeição.

● PROCESSO NOMINAL – Quando é requerida regimentalmente a verificação da votação. Será utilizado: nos casos em que seja exigido quórum especial de votação; por deliberação do plenário, a requerimento de qualquer deputado; quando houver pedido de verificação de votação; e demais casos previstos no regimento.

II. SECRETA:
● SISTEMA ELETRÔNICO;
● SISTEMA DE CÉDULAS.

Ocorre nas seguintes hipóteses:

● Deliberação durante o estado de sítio, sobre a suspensão das imunidades de deputado;
● Por decisão do plenário, a requerimento de 1/10 dos membros da casa ou líderes que representem este número, formulado antes de iniciada a ordem do dia;
● Para eleição do Presidente e demais membros da mesa diretora, presidente e vice de comissões permanentes e temporárias, dos membros da Câmara que irão compor a comissão representativa do CN e dos 02 cidadãos que irão integrar o Conselho da República e demais eleições;

EC 76/2013: Com o advento desta Emenda Constitucional, passaram a ter votação ABERTA: (a) a decisão se o Deputado ou Senador deverá perder o mandato, nas hipóteses previstas no art. 55, I, II e VI, da CF/88; e (b) a decisão se o veto do Presidente da República a um projeto de lei aprovado deverá ser mantido ou rejeitado.
Quais são os tipos de votação previstos no processo legislativo e em quais situações ocorre a votação secreta?
a) Votação ostensiva (processo simbólico e nominal) e votação secreta (sistema eletrônico e sistema de cédulas); votação secreta ocorre em deliberação durante estado de sítio, por requerimento de 1/10 dos membros da casa e para eleições internas.
b) Apenas votação nominal é prevista; votação secreta não ocorre.
c) Votação secreta ocorre em todas as votações ordinárias.
d) Votação ostensiva ocorre somente para eleições internas.

ATENÇÃO! VAMOS FAZER UM LINK DA MEDIDA PROVISÓRIA COM CONTROLE DE CONSTITUCIONALIDADE? É possível que o Poder Judiciário analise se a medida provisória editada possui relevância e urgência? Em uma ADI proposta, é possível que o STF julgue inconstitucional medida provisória pelo fato de ela não ter relevância e urgência? SIM. O STF admite a possibilidade excepcional de controle judicial dos pressupostos de relevância e urgência para a edição de medidas provisórias. Isso porque, a definição do que seja relevante e urgente para fins de edição de medidas provisórias consiste, em regra, em um juízo político (escolha política/discricionária) de competência do Presidente da República, controlado pelo Congresso Nacional. Desse modo, salvo em caso de notório abuso, o Poder Judiciário não deve se imiscuir na análise dos requisitos da MP. STF. Plenário. ADI 4627/DF e ADI 4350/DF, Rel. Min. Luiz Fux, julgados em 23/10/2014 (Info 764).
É possível o controle judicial dos pressupostos de relevância e urgência para a edição de medidas provisórias pelo Poder Judiciário?
O controle é excepcional e de domínio estrito.
A invalidação da MP ocorre apenas quando há inexistência cabal dos requisitos.
Em regra, é juízo político do Presidente da República e controlado pelo Congresso Nacional.
O Poder Judiciário não deve se imiscuir salvo em casos de notório abuso.
a) Sim, o Poder Judiciário pode controlar livremente os pressupostos de relevância e urgência.
b) Não, o controle judicial é vedado em qualquer hipótese.
c) Sim, mas apenas em casos excepcionais de inexistência cabal dos requisitos.
d) Não, pois é competência exclusiva do Congresso Nacional.

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