José é um investidor experiente que está próximo da sua aposentadoria. Então, ele decide mudar o seu perfil de alocação, passando a priorizar maior segurança e previsibilidade no retorno dos seus investimentos. Ele informa à sua consultora que sua prioridade a partir de agora é preservar o capital, mas que gostaria de ter retornos ainda atrativos, dada a expectativa de um juro mais alto. Com base nesse cenário, a recomendação mais alinhada ao perfil e objetivos de José é:
A - montar uma carteira diversificada com CDBs, LCI/LCAs e Tesouro Selic, priorizando ativos com liquidez diária e cobertura do FGC, evitando papéis prefixados ou indexados à inflação, mais sensíveis à alta dos juros.
B - optar por CRIs e CRAs de longo prazo, mesmo com menor liquidez, pois oferecem taxas mais elevadas e são alternativas de renda fixa com boa rentabilidade, mesmo que não contem com a proteção do FGC.
C - indicar Tesouro Prefixado e debêntures incentivadas, pois a expectativa de alta de juros já está precificada e esses ativos oferecem previsibilidade da remuneração a ser recebida, e as debêntures têm benefício fiscal.
D - concentrar os aportes em ativos mais sofisticados como LF, LIG e CRI/CRA, buscando maior rentabilidade frente ao CDI, mesmo com maior risco de crédito, sem cobertura do FGC e com maior volatilidade.
qual alternativa correta
Ed
há 2 meses
Analisando o perfil de José: investidor experiente, próximo da aposentadoria, que agora prioriza segurança, previsibilidade e preservação do capital, mas ainda quer retornos atrativos considerando juros mais altos. Vamos analisar as alternativas: A) Carteira diversificada com CDBs, LCI/LCAs e Tesouro Selic, priorizando liquidez diária e cobertura do FGC, evitando papéis prefixados ou indexados à inflação, que são mais sensíveis à alta dos juros. — Essa opção prioriza segurança, liquidez e proteção, alinhada ao perfil conservador e à preservação do capital. B) CRIs e CRAs de longo prazo, menor liquidez, sem proteção do FGC, mas com taxas mais elevadas. — Maior risco e menor liquidez, não ideal para quem prioriza segurança e preservação do capital. C) Tesouro Prefixado e debêntures incentivadas, com previsibilidade e benefício fiscal. — Tesouro Prefixado é sensível à alta dos juros, o que pode gerar perdas; debêntures têm risco maior e menor liquidez. D) Ativos sofisticados como LF, LIG e CRI/CRA, maior rentabilidade, mas maior risco e volatilidade, sem cobertura do FGC. — Não adequado para quem busca segurança e preservação do capital. Portanto, a alternativa correta é a A.
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