“Mas, a despeito do rompimento afetivo entre eles, alguns pontos em comum permaneceram, dentre os quais, a concepção de que a psique humana é constituída de consciente e inconsciente” (OLIVA, 2021, p. 19). Ambos reconheciam a existência de duas instâncias fundamentais: o consciente e o inconsciente. No entanto, suas concepções sobre o inconsciente divergiam significativamente. Enquanto Freud o compreendia como uma função da consciência, associada a conteúdos reprimidos e desejos inconscientes, Jung propôs uma visão mais ampla e autônoma. Para ele, o inconsciente não apenas independe da consciência, como também a precede e se opõe a ela. Jung o dividiu em duas dimensões: o inconsciente pessoal, formado por experiências individuais esquecidas ou reprimidas, e o inconsciente coletivo, que contém imagens e símbolos universais compartilhados por toda a humanidade. Essa dimensão coletiva se manifesta por meio de arquétipos, que são expressos em sonhos, mitos, religiões e manifestações artísticas. Assim, o inconsciente, segundo Jung, é uma fonte rica de intuições, emoções e instintos, e sua linguagem simbólica revela aspectos profundos da existência humana. Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: OLIVA, Alfredo dos Santos. Linguagem e Fenômeno Religioso [recurso eletrônico]. Curitiba: Intersaberes, 2021, p.19-20. Com base no texto e no conteúdo do livro-base, assinale a alternativa que conceitua corretamente o inconsciente, segundo Jung: A Depende do consciente; é indivisível, portanto, é único; e se expressa de forma lógica e racional. B Independe do consciente, divide-se em pessoal, coletivo e familiar, ainda não se sabe sobre o meio de expressão. C É uma função da consciência; divide-se em Eu e Ego; e se expressa de forma consciente. D Independe do consciente; dividido em pessoal e coletivo; e se expressa através de símbolos.