Além das características formais da “casa moderna”, cabe destacar que os artefatos, os arranjos propostos nas revistas e manuais deflagraram, além da diferenciação de gênero, valores religiosos, sociais, estéticos e políticos (CARVALHO, 2020). A casa também era entendida como um “templo de conforto”, atravessada pela clivagem público-privado, configurava-se como um refúgio da cidade moderna e de suas atividades. Assim, a casa consistia em um lugar de prazer de repouso corporal, emocional e psíquico (SILVA; FERREIRA, 2017). Fonte: CARVALHO, V. C. de. Gênero e Artefato: o sistema doméstico na perspectiva da cultura material. São Paulo, 1870-1920. São Paulo: Edusp/Fapesp, 2020. Fonte: JANJULIO, M. da S. Arquitetura residencial paulistana dos anos de 1920: ressonâncias do Arts and Crafts? Dissertação (Mestrado) – Escola de Engenharia de São Carlos, Universidade de São Paulo, São Carlos, 2009. Fonte: SILVA, J. M. de C.; FEREIRA, P. B. S. (2017). Os sentidos do morar em três atos: representação, conforto e privacidade. Revista Do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da FAUUSP, v. 24, n. 44, p. 68-87, 2017. Diante do exposto, analise as afirmativas a