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D E F I N I Ç Ã O D E C U I D A D O S P A L I A T I V O S :

 OMS: “Cuidado Paliati vo é um a abordagem que

promove a qualidade de vida de pacientes e

seus familiares, que enfrentam doenças que

ameacem a continuidade d a vida, através da

prevenção e alívio do sof rim ento. Requer a

identificação precoc e, avaliação e tr atamento da

dor e outros problem as de natureza fís ica,

psicossocial e esp iritual”

 A International Associa tion for Hospic e &

Palliative Care (IAH PC): “Os Cuidados

Paliativos são cuidados h olísticos ativos,

ofertados a pessoas de todas as idades que

encontram- se em intenso sofrim ento

relacionados à sua saúd e , proveni ente de

doença grave, especi almente aquelas que estã o

no final da vida. O obj etivo dos Cuidados

Paliativos é, portanto, m elhorar a qualidade de

vida dos pacientes, de s uas fam ílias e de seus

cuidadores

I N T R O D U Ç Ã O :

 Temos as sistido nas últimas décadas a um

envelhecimento pro gressivo da população, assim

como o aum ento da prevalência do câ ncer e de

outras doenças crôn icas. Em contrapartida, o

avanço tecnológico a lcançado princi palmente a

partir da segunda m etade do século XX ,

associado ao desenvo lvimento da terapêut ica,

fez com que m uitas doenças mortais s e

transformas sem em doenças cr ônicas, levando a

longevidade dos portad ores dessas doenças. No

entanto, apesar dos esf orços dos pesq uisadores

e do conhecim ento acumulado, a m orte continua

sendo um a certeza, ameaçando o ideal de cura

e preservação da vida, para o qual nós,

profissionais da sa úde, som os treinados.

 Os pacientes “f ora de possibilidade de cura”

acumulam -se nos hospitais, rec ebendo

invariavelmente assistê ncia inadequada, quas e

sempre focada na tent ativa de cura, utilizand o

métodos invasivos e de alta tecnologia. Essas

abordagens, ora insuf icientes, ora exagerad as e

desnecessárias, quase sem pre ignoram o

sofrimento e são incapa zes, por falta de

conhecimento adequad o, de tratar os sintom as

mais prevalentes, se ndo o principal sint oma e o

mais dram ático, a dor. Não se trata de cu ltivar

uma postura contrári a à medicina tecnol ógica,

mas questionar a “tecno latria” e refletirm os sobre

a nossa conduta, dian te da m ortalidade humana,

tentando o equilíbrio necessár io entre o

conhecimento científico e o hum anismo, para

resgatar a dignidade d a vida e a possibilidade de

se morrer em paz.

 Abordagem para um olhar de cuidad os

proporcionais e adequados

 Dignidade e respeito a valor es

 Respeito aos pri ncípios da bioética

H I S T Ó R I A D O S C U I D A D O S P A L I A T I V O S:

N O M U N D O :

 Paliativo vem da palavra latina palium que

significa manto de prot eção que os cavaleiros

usavam para se pr oteger das intempéries

 Camada extra de proteç ão, para aten uar,

acalmar ou abrandar t emporariam ente um mal.

 Então paliar signif ica aliviar o s ofrimento

 O Cuidado Paliativo s e confunde historicam ente

com o term o Hospice. Esta palavra dat a dos

primórdios da era c ristã quando estas

instituições fi zeram parte da dissem inação do

cristianismo pela Europ a. Hospices eram abrigos

(hospedarias) destina dos a receber e cuidar de

peregrinos e viajantes, c ujo relato m ais antigo

remonta ao sécul o V, onde Fabíola, discípula de

São Jerônimo, c uidava de viajantes vindos da

Ásia, África e dos país es do leste, no Hospíc io

do Porto de Rom a. Várias i nstituições de

caridade surgiram na Europa no sécul o XVII

abrigando pobres , órfãos e doentes . Esta prática

se propagou com organizações relig iosas

católicas e protestan tes, e no século XIX

passaram a ter características de hospitais. As

Irmãs de Caridade Irla ndesas fundaram o “Our

Lady’s Hospice of Dying” em Dublin em 1879 e a

Ordem de Irm ã Mary Aikenheads abriu o “ St

Joseph’s Hospice” em Londr es em 1905.

 O Movimento Hosp ice Moderno foi intro duzido

por uma inglesa com form ação humanista e que

se tornou m édica, Dame Ci cely Saunders . Em

1947 Cicel y Saunders, form ada recentem ente

como Assistente Soc ial e em formação com o

enfermeira, conheceu um paciente jude u de 40

anos chamado Dav id Tasma, proveniente do

Gueto de Varsóvia. Da vid recebera uma

colostomia paliativa devido a um carcinoma retal

inoperável. Cicel y o visitou até s ua m orte, tendo

com ele longas con versas. David Tasm a deixou -

lhe uma pequena quantia com o herança,

dizendo: “Eu serei um a janela na sua Casa”.

Este foi, segundo Cicel y Saunders, o ponto de

partida para o com promisso com uma nova

forma de cuidar. Dess a form a, em 1967 funda o

“St. Christopher’s Hosp ice”, c uja estrutura não só

permitiu a assistência aos doentes, m as o

desenvolvim ento de ensino e pesquisa,

recebendo bolsistas de vários países.

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Thielen Silva

há 2 meses

Respostas

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há 2 meses

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