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A Lei n° 10.639/2003, alterada pela Lei n° 11.645/2008, estabelece a obrigatoriedade do ensino da história e cultura afro-brasileira, africana e indígena na Educação Básica, visando superar visões estereotipadas e promover uma educação antirracista. No entanto, muitos docentes ainda enfrentam dificuldades em abordar essas temáticas de forma critica e interdisciplinar, muitas vezes reduzindo-as a datas comemorativas ou conteúdos isolados. 0 Pensamento Digital pode ser uma ferramenta estratégica para potencializar essas discussões, permitindo 0 acesso a fontes diversificadas, a criação de projetos colaborativos e a conexão com comunidades tradicionais, desde que utilizado de forma intencional e crítica. Pesquisar por imagem Fonte: adaptado de: BRASIL. Lei n° 10.639, de 9 de janeiro de 2003. Altera a Lei n° 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira". Diário Oficial da União, Brasilia, 2003. Considerando os desafios na implementação da Educação para as Relações Étnico-Raciais, avalie as estratégias abaixo e selecione a que melhor articula uma abordagem interdisciplinar e tecnologicamente mediada para 0 ensino das histórias e culturas afro-brasileiras, africanas e indígenas. A) Terceirizar a temática para palestrantes externos, sem envolver 05 professores no planejamento ou na continuidade das reflexões em sala de aula. B) Promover um projeto interdisciplinar em que 05 estudantes utilizem ferramentas digitais para pesquisar, produzir e compartilhar conteúdos sobre resistências históricas e contemporâneas desses grupos, em diálogo com a comunidade escolar. C) Realizar apenas atividades pontuais, como apresentações folclóricas no Dia da Consciência Negra, sem aprofundamento histórico ou conexão com outras areas do conhecimento. D) Reproduzir videos e textos prontos sobre cultura afro-brasileira e indigena sem contextualização ou mediação critica, focando apenas no cumprimento da carga horária exigida pela lei. E) Limitar as discussões ao livro didático, sem incorporar outras fontes ou tecnologias, para evitar distorções ou informações não validadas academicamente.
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Lauro Cassiano de Souza Oliveira

há 3 meses

Respostas

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há 3 meses

Analisando as alternativas: A) Terceirizar a temática para palestrantes externos, sem envolver os professores no planejamento ou continuidade — não promove uma abordagem interdisciplinar nem o uso crítico da tecnologia. B) Promover um projeto interdisciplinar em que os estudantes usem ferramentas digitais para pesquisar, produzir e compartilhar conteúdos, em diálogo com a comunidade escolar — essa alternativa articula interdisciplinaridade, uso tecnológico e envolvimento crítico. C) Realizar apenas atividades pontuais, como apresentações folclóricas, sem aprofundamento histórico ou conexão com outras áreas — é uma abordagem superficial e isolada. D) Reproduzir vídeos e textos prontos sem contextualização ou mediação crítica — não promove reflexão crítica nem interdisciplinaridade. E) Limitar as discussões ao livro didático, sem outras fontes ou tecnologias — restringe o aprendizado e não favorece a interdisciplinaridade. Portanto, a alternativa correta é a B.

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