Ed
há 2 semanas
Durante o jejum prolongado, a queda dos níveis de glicose no sangue ativa mecanismos metabólicos para manter a glicemia estável. No fígado, ocorrem principalmente dois processos: 1. Glicogenólise: quebra do glicogênio armazenado em glicose, liberando-a na corrente sanguínea para fornecer energia imediata. 2. Gliconeogênese: produção de glicose a partir de precursores não-carboidratos, como aminoácidos e glicerol, garantindo suprimento contínuo de glicose durante o jejum prolongado. Esses processos evitam a hipoglicemia, mantendo a função cerebral e o metabolismo corporal. Além disso, há aumento da oxidação de ácidos graxos para gerar energia, poupando glicose para tecidos dependentes dela.


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