Ed
há 4 semanas
No caso apresentado, Luana Santos enfrenta uma situação de assédio moral e violação de direitos trabalhistas, pois a empresa está exigindo que ela participe de gravações que a constrangem, sem sua autorização formal para uso de imagem, e desrespeitando suas convicções pessoais. Passo a passo: 1. Obrigatoriedade e constrangimento: A exigência de gravações com danças e performances que causam constrangimento pessoal configura assédio moral, especialmente quando a funcionária já comunicou seu desconforto e recusou participar. 2. Uso da imagem sem autorização: A empresa não pode utilizar a imagem da empregada para fins comerciais sem autorização expressa, conforme o artigo 20 do Código Civil. 3. Direito à dignidade e respeito à crença religiosa: O empregador deve respeitar a dignidade do trabalhador e suas convicções religiosas, não podendo impor atividades que violem esses direitos. 4. Medidas cabíveis: Luana pode buscar a Justiça do Trabalho para requerer reparação por danos morais e cessação da prática abusiva, além de comunicar o sindicato da categoria. 5. Responsabilidade do empregador: A empresa tem o dever de garantir um ambiente de trabalho saudável, sem práticas que causem constrangimento ou humilhação. Portanto, a conduta da empresa e do gerente é ilegal e passível de sanções trabalhistas, cabendo a Luana buscar seus direitos para cessar o assédio e obter reparação.


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