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ADMINISTRATIVO. SERVIDOR PÚBLICO. PENSÃO POR MORTE. REVISÃO. PARIDADE E INTEGRALIDADE. LEGISLACÃO DE REGÊNCIA. ÓBITO POSTERIOR À EC 41/2003. AUSÊNCIA DE DIREITO ADQUIRIDO.Como a lei que rege a concessão de benefícios previdenciários, inclusive o de pensão por morte de servidor público, é a vigente ao tempo em que implementados os requisitos para a concessão do benefício (princípio tempus regit actum), pouco importa o fato de a pensão ser decorrente de anterior benefício concedido antes da vigência da Emenda Constitucional nº 41/2003. (TRF4, AC 5003303-46.2014.404.7000, Terceira Turma, Relatora p/ Acórdão Salise Monteiro Sanchotene, juntado aos autos em 27/02/2015)
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Flavio Antônio da Cruz

mês passado

Respostas

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mês passado

A questão trata da revisão da pensão por morte de servidor público, especificamente sobre a aplicação da paridade e integralidade, considerando a legislação vigente e o óbito posterior à Emenda Constitucional nº 41/2003. Segundo o princípio tempus regit actum, a lei aplicável para concessão e revisão de benefícios previdenciários é aquela vigente no momento em que os requisitos para a concessão do benefício são cumpridos. Portanto, mesmo que a pensão decorra de benefício concedido antes da EC 41/2003, aplica-se a legislação vigente no momento da implementação dos requisitos, não havendo direito adquirido às regras anteriores. Assim, a resposta correta é que não há direito adquirido à paridade e integralidade anteriores à EC 41/2003 para pensão por morte concedida após essa emenda.

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