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Pergunta 4 Leia o soneto a seguir para responder à questão: Enquanto quis Fortuna que tivesse Esperança de algum contentamento, O gosto de um suave pensamento Me fez que seus versos escrevesse. Porém, temendo Amor que aviso desse Minha escritura a algum juízo isento, Escureceu-me o engenho com tormento, Para que seus enganos não dissesse. Ó vós que Amor obriga a ser sujeitos A diversas vontades! Quando lerdes Num breve livro casos tão diversos, Verdades puras são, e não defeitos... E sabei que, segundo o amor tiverdes, Tereis o entendimento de meus versos! Fortuna: Destino, sorte. Juízo isento: a alguém inocente. Engenho: arte, capacidade de escrever, razão. Podemos dizer que o poema põe em evidência: A ambiguidade da mulher que, representada pelo Amor, é vista como um ser que engana. Somente a inocência daqueles que amam cegamente. Principalmente a ausência de amor, que faz com que não se compreenda o que o poeta diz. Apenas o amor a as armadilhas que este cria para o sujeito.
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Saulo Esteves

há 4 semanas

Respostas

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há 4 semanas

O soneto em questão evidencia principalmente a ambiguidade do amor e suas armadilhas. O poeta reflete sobre como o amor pode enganar e causar tormento, ao mesmo tempo em que expressa a verdade dos sentimentos que surgem dessa experiência. Portanto, a alternativa mais adequada seria: "A ambiguidade da mulher que, representada pelo Amor, é vista como um ser que engana." Isso destaca a complexidade das emoções e a dualidade do amor, que pode trazer tanto prazer quanto sofrimento.

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