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Pedagogia

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Durante uma conversa informal, uma professora confessou ter preferência em trabalhar em classes de Educação de Jovens e Adultos, pois ela afirma que, nessas turmas, a maioria dos alunos tem acima de 50 anos de idade e que são estudantes comportados e motivados. A docente ainda argumentou que os alunos adultos gostam de copiar a lição da lousa e ouvir as explicações do professor. De acordo com Brunel (2004), na Educação de Jovens e Adultos (EJA),

  • o papel do professor é fácil, pois os alunos são mais responsáveis por terem mais idade e, além disso, a maioria desses alunos nunca estudou porque viveu na zona rural, por isso, os estudantes mantêm-se sempre atentos e calados, para aprender o conteúdo passado pelo professor.
  • alguns alunos têm entre 15 ou 18 anos e são agitados, portanto o professor deve adotar uma postura dura e licenciosa, para garantir que os jovens fiquem compenetrados, pois a maior parte desses estudantes possui histórico de déficit de atenção e dificuldade de aprendizagem.
  • quanto à relação professor-aluno, é interessante fazer com que ela prescinda do humano, do social e do singular, sendo que os professores mais eficientes são aqueles que veem os alunos como deveriam ser.
  • o professor tem que conciliar o afeto com a disciplina e com um currículo a ser cumprido. Na EJA o professor afetivo é aquele que sabe ouvir, que tenta entender o aluno na sua singularidade.


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Emily Silva

ontem

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ontem

A Educação de Jovens e Adultos (EJA) apresenta características únicas que influenciam a prática docente. De acordo com Brunel (2004), o papel do professor na EJA pode ser desafiador e gratificante, dependendo da faixa etária e das experiências dos alunos. 1. Alunos mais velhos: Professores podem perceber que alunos acima de 50 anos tendem a ser mais responsáveis e motivados, o que pode facilitar o processo de ensino-aprendizagem. No entanto, é importante lembrar que cada aluno é único e traz suas próprias experiências e desafios. 2. Alunos mais jovens: Para aqueles com idades entre 15 e 18 anos, que podem apresentar comportamentos mais agitados, o professor deve adotar estratégias que equilibrem disciplina e afeto, criando um ambiente de aprendizado que favoreça a concentração e a participação. 3. Relação professor-aluno: A relação deve ser humanizada, considerando a singularidade de cada aluno. O professor deve ser capaz de ouvir e entender as necessidades dos alunos, promovendo um ambiente de respeito e empatia. 4. Conciliar afeto e disciplina: O professor na EJA deve encontrar um equilíbrio entre ser afetivo e manter a disciplina, garantindo que o currículo seja cumprido de forma que atenda às necessidades dos alunos. Esses aspectos são fundamentais para uma prática pedagógica eficaz na EJA, promovendo um aprendizado significativo e respeitoso.

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