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Questão 05 A tutela provisória está prevista no Código de Processo Civil como uma forma de tutela não definitiva, e pode ser de urgência ou da evidência. A respeito das tutelas provisórias, verifique as assertivas abaixo. I – Considerando que ela não se confunde com a tutela definitiva, o pedido de tutela provisória gera novas custas processuais II – A forma de efetivação da tutela provisória deve tomar como referência o cumprimento provisório de sentença, mas, apenas “no que couber”, levando em conta suas peculiaridades. III – Se a tutela antecipada vier a ser concedida e posteriormente cassada, a parte por ela beneficiada não será responsável pelos prejuízos que a outra parte sofreu, visto que o erro judiciário não pode ser imputável ao beneficiado pela sua concessão. IV – O CPC de 2015 não contempla regra alguma a respeito de fungibilidade de tutela de urgência, motivo pelo qual sua aplicação no caso concreto não será possível. V – O CPC de 2015 não proíbe expressamente a tutela provisória de ofício, mas há razões encontradas tanto no direito positivo quanto na sistemática processual para se sustentar que ela depende de requerimento. São verdadeiras: A II, III e IV, apenas. B II e V, apenas. C III e V, apenas. D I, IV e V, apenas. E I, II e IV, apenas. Código da questão: 410
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Emme Aguiar

há 4 dias

Respostas

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há 4 dias

Vamos analisar cada uma das assertivas: I – Considerando que ela não se confunde com a tutela definitiva, o pedido de tutela provisória gera novas custas processuais. Falso. O pedido de tutela provisória não gera novas custas processuais, pois é um pedido que faz parte do processo principal. II – A forma de efetivação da tutela provisória deve tomar como referência o cumprimento provisório de sentença, mas, apenas “no que couber”, levando em conta suas peculiaridades. Verdadeiro. A efetivação da tutela provisória realmente deve considerar o cumprimento provisório de sentença, respeitando suas peculiaridades. III – Se a tutela antecipada vier a ser concedida e posteriormente cassada, a parte por ela beneficiada não será responsável pelos prejuízos que a outra parte sofreu, visto que o erro judiciário não pode ser imputável ao beneficiado pela sua concessão. Falso. A parte beneficiada pode ser responsabilizada pelos prejuízos causados à outra parte, dependendo das circunstâncias do caso. IV – O CPC de 2015 não contempla regra alguma a respeito de fungibilidade de tutela de urgência, motivo pelo qual sua aplicação no caso concreto não será possível. Falso. O CPC de 2015 prevê a fungibilidade das tutelas de urgência e de evidência, permitindo que o juiz aplique a tutela que entender mais adequada. V – O CPC de 2015 não proíbe expressamente a tutela provisória de ofício, mas há razões encontradas tanto no direito positivo quanto na sistemática processual para se sustentar que ela depende de requerimento. Verdadeiro. O CPC não proíbe a tutela provisória de ofício, mas na prática, geralmente depende de requerimento. Com base nas análises, as assertivas verdadeiras são II e V. Portanto, a alternativa correta é: B) II e V, apenas.

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