Ed
há 2 meses
Para responder à sua pergunta sobre as técnicas básicas de orientação e mobilidade para pessoas com surdocegueira, vamos analisar cada alternativa: A) Mapeamento frontal (esticar o braço, balançando-o adiante para tatear algo) e três passos (bater o pé três vezes adiante a fim de sentir o solo). - Essa alternativa menciona técnicas que podem ser utilizadas para ajudar na percepção do ambiente. B) Independência (caminhar devagar sem o apoio de uma bengala) e dependência (caminhar moderadamente ao lado de um guia com visão). - Essa alternativa fala sobre a independência e dependência, mas não menciona técnicas específicas de orientação e mobilidade. C) Protetoras com o braço (para proteger o rosto ou a virilha) e guia com visão (segurar o cotovelo de outra pessoa). - Embora mencione técnicas de proteção, não se foca nas técnicas de mobilidade. D) Batida intermitente (bater a bengala forte uma vez e depois batê-la duas vezes fraco no chão) e tateamento do solo (deslizar a ponta da bengala sobre o chão, formando um S). - Esta alternativa descreve técnicas específicas de uso da bengala, que são relevantes para a orientação e mobilidade. E) Batida intercalada (bater a bengala duas vezes à direita e uma à esquerda) e protetora com a perna (cruzar as pernas quando parado para proteger a região da virilha). - Embora mencione técnicas, não são as mais comuns para orientação e mobilidade. Analisando as alternativas, a que melhor se encaixa como técnica básica de orientação e mobilidade para pessoas com surdocegueira é a D) Batida intermitente e tateamento do solo.