Os sinais e sintomas mais comuns variam conforme o agente biológico envolvido, qual o tipo de exposição (inalação, contato dérmico etc.) e o estado de saúde do trabalhador. Os sintomas mais frequentes são: Febre e mal-estar: são mais comuns em infecções virais e bacterianas. Sintomas respiratórios: como tosse, congestão nasal, broncoespasmos, mais comuns em contaminações com bactérias ou fungos. Problemas gastrointestinais: como a náusea, diarreia e dor abdominal, e estão associados à ingestão ou contato com os agentes salmonella, parasitas. Lesões cutâneas: como erupções ou dermatites, podendo surgir com a infecção por fungos, bactérias e alergias. Manifestações neurológicas: são mais comuns nos casos de infecções através de vírus ou toxinas, podendo ocasionar cefaleia, confusão mental, convulsões e até mesmo paralisias. Fonte: BRASIL. Ministério da Saúde. Classificação de risco dos agentes biológicos. 3. ed. Brasília, DF: BVSMS, [s.d.]. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/classificacao_risco_agentes_biologicos_3ed.pdf. Acesso em: 10 jul. 2025. A exposição a agentes biológicos pode desencadear uma variedade de sinais e sintomas em trabalhadores, dependendo da via de contato, do agente etiológico envolvido e das condições individuais de saúde do trabalhador. Com base no texto e nos conhecimentos sobre riscos biológicos ocupacionais, analise as afirmativas a seguir: I. Infecções virais e bacterianas podem causar febre e mal-estar generalizado como sintomas iniciais. II. Tosse, congestão nasal e broncoespasmos são indicativos de sintomas respiratórios frequentemente associados à inalação de bactérias ou fungos. III. Náuseas, diarreia e dor abdominal estão relacionadas à ingestão acidental de agentes como salmonella e parasitas. IV. Manifestações neurológicas, como cefaleia e convulsões, não têm relação com agentes biológicos, sendo exclusivas de distúrbios ergonômicos ou físicos. É correto o que se afirma em: Alternativas Alternativa 1: I, apenas. Alternativa 2: II e IV, a