para Arroyo (2001, p. 15), falar dos educandos da EJA é “falar, sobretudo, do jovem, adulto, trabalhador, pobre, negro, oprimido e excluído”. A estreita relação que se estabelece entre a incidência da exclusão e as restrições ao acesso à educação, bem como a falta de participação na renda e o acesso aos bens econômicos, evidenciado nas estatísticas, gera gritante discriminação, preconceito,