Ed
há 3 meses
Vamos analisar as alternativas apresentadas com base na situação da paciente e nos princípios da Política Nacional de Saúde Bucal (PNSB) e da Rede de Atenção à Saúde Bucal (RASB). A paciente precisa de tratamento endodôntico para o dente 26, mas a equipe de saúde bucal (ESB) só realiza endodontia de unirradiculares e não possui recursos para tratar esse dente. A análise das alternativas é a seguinte: A) Realizar o controle de dor e recomendar que a paciente procure atendimento particular para procedimento especializado. - Essa opção não é ideal, pois não oferece uma solução dentro da rede pública de saúde. B) Encaminhar a paciente para regulação médica para avaliação por especialista em cirurgia bucomaxilofacial. - Essa opção não é adequada, pois a necessidade é de tratamento endodôntico, não cirúrgico. C) Referenciar para o Centro de Especialidades Odontológicas (CEO) para tratamento endodôntico e iniciar processo para confecção de prótese dentária pelo LRPD. - Esta opção é a mais adequada, pois o CEO é o local apropriado para o tratamento endodôntico e a reabilitação estética. D) Registrar a queixa da paciente e agendar uma nova consulta para avaliação posterior, visto que a ESB não atende casos assim. - Essa opção não resolve a necessidade imediata da paciente. E) Iniciar o tratamento do dente 26 com abertura coronária e realizar troca de medicamento intracanal semanalmente até que o acesso à endodontia seja possível. - Essa opção não é viável, pois a equipe não possui recursos para tratar o dente. Portanto, a conduta mais adequada da equipe de saúde bucal da APS diante dessa situação é: C) Referenciar para o Centro de Especialidades Odontológicas (CEO) para tratamento endodôntico e iniciar processo para confecção de prótese dentária pelo LRPD.
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