Ed
há 2 meses
Analisando a passagem apresentada, o texto destaca a relação do eu-lírico com o seu cão, enfatizando a simplicidade e a plenitude da vida que o animal representa. O cão é descrito como alguém que "revigora" e "ensina a viver", sugerindo uma abordagem mais leve e autêntica da existência. Vamos analisar as alternativas: (A) realizar com simplicidade ações complexas, como acalentar as dores alheias e submeter-se constantemente às vontades dos outros. - Essa opção não reflete a ideia de simplicidade e plenitude que o cão representa. (B) sentir-se acolhido ao ser inferiorizado diante de seus superiores hierárquicos, evidenciando a aceitação de sua posição social. - Essa opção não se relaciona com a ideia de revigoramento e ensinamento. (C) manter uma atitude de inquietação constante diante da existência, levando-o a revigorar a sociedade em que se encontra. - Essa opção sugere inquietação, o que não se alinha com a ideia de serenidade e plenitude. (D) regozijar-se diante da possibilidade de tornar um outro indivíduo tenso pela simples companhia que pode oferecer. - Essa opção não reflete a relação positiva e revigorante que o texto sugere. (E) viver com plenitude sua existência, sem se deixar levar por infrutíferas angústias durante esse processo. - Esta opção se alinha perfeitamente com a ideia de que o cão ensina a viver de forma plena e sem angústias. Portanto, a alternativa correta é: (E) viver com plenitude sua existência, sem se deixar levar por infrutíferas angústias durante esse processo.
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