Ed
mês passado
Para resolver essa questão, vamos usar a relação da conservação do momento angular, que é dada por \( L = I \cdot \omega \). Em um sistema isolado, o momento angular total se conserva, ou seja, \( L_{\text{inicial}} = L_{\text{final}} \). Se o momento de inércia \( I \) é reduzido pela metade, podemos escrever: \[ L_{\text{inicial}} = I_{\text{inicial}} \cdot \omega_{\text{inicial}} \] \[ L_{\text{final}} = I_{\text{final}} \cdot \omega_{\text{final}} \] Como \( I_{\text{final}} = \frac{1}{2} I_{\text{inicial}} \), temos: \[ I_{\text{inicial}} \cdot \omega_{\text{inicial}} = \left(\frac{1}{2} I_{\text{inicial}}\right) \cdot \omega_{\text{final}} \] Cancelando \( I_{\text{inicial}} \) de ambos os lados (desde que não é zero), obtemos: \[ \omega_{\text{inicial}} = \frac{1}{2} \cdot \omega_{\text{final}} \] Isso implica que: \[ \omega_{\text{final}} = 2 \cdot \omega_{\text{inicial}} \] Portanto, a velocidade angular do objeto é duplicada. A alternativa correta é: b) É duplicado.
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