O ambiente organizacional contemporâneo, caracterizado por demandas crescentes de produtividade, inovação constante e, muitas vezes, por estruturas hierárquicas complexas, exerce uma influência significativa sobre a saúde mental dos colaboradores. A pressão por resultados, a ambiguidade de papéis, a falta de autonomia e a comunicação ineficaz podem gerar um cenário propício ao estresse crônico, à ansiedade e, em casos mais severos, à depressão. A neurociência tem demonstrado como o estresse prolongado afeta os mecanismos cerebrais de regulação emocional, comprometendo a capacidade de resiliência e bem-estar. Em contrapartida, organizações que promovem uma cultura de bem-estar, investindo em estratégias de psicologia positiva, como o reconhecimento de virtudes e forças de caráter, a promoção do autoconhecimento e a valorização de um propósito claro, tendem a mitigar esses impactos negativos. A integração de práticas como o mindfulness, a comunicação não violenta e o desenvolvimento da inteligência emocional são pilares para construir ambientes que não apenas evitam o adoecimento, mas também catalisam a autorrealização e o engajamento dos indivíduos, contribuindo para uma percepção de felicidade e sentido na vida, conforme abordado pela logoterapia e o conceito de Flow. Considerando o cenário apresentado e a necessidade de promover um ambiente organizacional saudável, verifique a coerência entre as estratégias de gestão de pessoas e os princípios da psicologia positiva e da neurociência do bem-estar, e assinale a alternativa que apresenta a estrutura lógica mais consistente para mitigar os impactos negativos na saúde mental dos colaboradores.