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Gestante de 32 anos, G4P2A1, 32 semanas de gestação, dá entrada no pronto atendimento obstétrico com queixa de sangramento vaginal vermelho vivo iniciado há 2 horas, em pequena quantidade, sem coágulos. Nega dor abdominal, movimentos fetais preservados, sem febre ou perda de líquido. Ao exame físico: PA 110x70 mmHg, FC 92 bpm, BCF: 144 bpm, útero normotenso. Ao exame especular: sangramento ativo, colo uterino fechado.
Indique a hipótese diagnóstica.
Descolamento prematuro de placenta.
Vasa prévia rota.
Ruptura uterina iminente.
Placenta prévia.
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Questões Para a Compreensão

há 2 meses

Respostas

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há 2 meses

Vamos analisar as informações apresentadas no caso clínico: 1. Gestante de 32 anos, G4P2A1, 32 semanas de gestação: A gestante já teve outras gestações e está em um período avançado da gravidez. 2. Sangramento vaginal vermelho vivo: Sangramento ativo, o que é importante para a avaliação. 3. Sem coágulos e sem dor abdominal: A ausência de dor abdominal é um ponto relevante. 4. Movimentos fetais preservados: Isso indica que o feto está ativo. 5. Colo uterino fechado: Isso é crucial para a avaliação do risco de parto prematuro ou outras complicações. Agora, vamos analisar as opções: - Descolamento prematuro de placenta: Geralmente apresenta dor abdominal e sangramento, e o colo uterino pode estar alterado. - Vasa prévia rota: Normalmente, ocorre em casos de ruptura de vasos sanguíneos que estão localizados sobre o colo do útero, o que geralmente é acompanhado de sangramento e pode ser mais grave. - Ruptura uterina iminente: Geralmente apresenta dor intensa e sinais de instabilidade hemodinâmica, o que não é o caso aqui. - Placenta prévia: O sangramento é comum, e o colo uterino pode estar fechado, mas o sangramento geralmente é indolor. Dado que a gestante apresenta sangramento vaginal, colo uterino fechado e ausência de dor abdominal, a hipótese mais provável é Placenta prévia. Portanto, a resposta correta é: Placenta prévia.

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Mulher de 75 anos, funcionária pública aposentada, comparece ao ambulatório de Geriatria, acompanhada da filha. A filha relata que, nos últimos 18 meses, a paciente tem apresentado episódios de esquecimento frequente de eventos recentes, dificuldade em encontrar palavras para se expressar e repetição de perguntas já respondidas. A paciente também tem apresentado dificuldades em realizar tarefas domésticas que antes eram rotineiras, como cozinhar e organizar a casa. Negam alterações do humor. O exame físico não mostrou alterações neurológicas focais. Mini Exame do Estado Mental (MEEM): 22/30 (valor de referência para a escolaridade: 26). Realizou exames laboratoriais, incluindo hemograma, eletrólitos, função tireoidiana e vitamina B12, sem alterações. Ressonância magnética de crânio com atrofia hipocampal bilateral, além de atrofia encefálica difusa.
Qual é o tratamento mais adequado para essa paciente?
Orientar paciente e família sobre a importância de manter atividades físicas e mentais regulares.
Iniciar tratamento com antidepressivo, preferencialmente inibidor da recaptação de serotonina.
Iniciar tratamento com donepezila, um inibidor da acetilcolinesterase.
Iniciar tratamento com amantadina, um antagonista do receptor NMDA com efeito dopaminérgico.

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