Mayara Ferrão explora a inteligência artificial não como mera reprodutora do real, mas como potência ficcional e política. Em Álbum de desesquecimentos, ela articula memórias e ausências de corpos negros e indígenas silenciados pela história. Diferente de uma representação documental, o que essa obra propõe ao mobilizar imagens fictícias geradas por IA? Clique na sua resposta abaixo Uma construção crítica de memória, em que a ficção funciona como ferramenta política para dar visibilidade a vidas apagadas da história oficial, reativando afetos e experiências silenciadas. Uma atualização simbólica de retratos coloniais. Um exercício de criação especulativa puramente estética, que busca testar os limites técnicos da IA. Uma simulação arqueológica de passados possíveis, cujo valor está na fidelidade a documentos históricos. Uma proposta de neutralidade poética frente aos debates sobre identidade e reparação histórica, priorizando a produção imagética sobre a crítica social.