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Durante a RCP com via aérea avançada posicionada e confirmada, a ventilação deve ser desacoplada das compressões para manter perfusão ideal. Ventilar excessivamente eleva a pressão intratorácica média, reduz o retorno venoso e piora a pressão de perfusão coronariana, o que diminui chances de retorno da circulação espontânea (RCE). A capnografia quantitativa auxilia no ajuste da ventilação e no monitoramento da qualidade das compressões. Assinale a alternativa com a estratégia de ventilação e compressões que melhor equilibra oxigenação, ventilação e perfusão durante a RCP com via aérea avançada confirmada. Selecione a resposta: a Sem alterar a cadência das compressões, ventilar quatro vezes por minuto, priorizar volumes correntes elevados e aceitar EtCO2 persistentemente baixo para reduzir a pressão intratorácica média. b Com via aérea avançada, ventilar duas vezes a cada 5 segundos, interromper compressões a cada 30 ciclos, ajustar volume para expansões torácicas amplas e SpO2 acima de 98%. c Com via aérea avançada confirmada, ventilar uma vez a cada 6 segundos, manter compressões contínuas a 100–120/min, monitorar EtCO2 e evitar hiperventilação e hipoxemia sustentadas. d Alternar ciclos de 15:2 e 30:2 conforme a saturação periférica, sincronizar ventilações com compressões e utilizar PEEP alta para minimizar atelectasia durante toda a reanimação. e Manter a relação 30:2 com pausas regulares, independentemente do dispositivo de via aérea, e realizar hiperventilação intencional para aumentar o gradiente de dióxido de carbono alveolar.
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Melyssa Flor De Freitas

há 3 meses

Respostas

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há 3 meses

Para responder a essa pergunta, precisamos analisar as alternativas com base nas diretrizes de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) e ventilação com via aérea avançada. A RCP com via aérea avançada requer um equilíbrio entre compressões e ventilação para otimizar a oxigenação e a perfusão. Vamos analisar cada alternativa: a) Sem alterar a cadência das compressões, ventilar quatro vezes por minuto, priorizar volumes correntes elevados e aceitar EtCO2 persistentemente baixo para reduzir a pressão intratorácica média. - Ventilar excessivamente e aceitar um EtCO2 baixo não é recomendado. b) Com via aérea avançada, ventilar duas vezes a cada 5 segundos, interromper compressões a cada 30 ciclos, ajustar volume para expansões torácicas amplas e SpO2 acima de 98%. - Essa abordagem não é ideal, pois interromper compressões a cada 30 ciclos não é a prática recomendada. c) Com via aérea avançada confirmada, ventilar uma vez a cada 6 segundos, manter compressões contínuas a 100–120/min, monitorar EtCO2 e evitar hiperventilação e hipoxemia sustentadas. - Esta opção está alinhada com as diretrizes atuais, que recomendam ventilações controladas e a manutenção das compressões contínuas. d) Alternar ciclos de 15:2 e 30:2 conforme a saturação periférica, sincronizar ventilações com compressões e utilizar PEEP alta para minimizar atelectasia durante toda a reanimação. - Essa abordagem não é a mais adequada para RCP com via aérea avançada. e) Manter a relação 30:2 com pausas regulares, independentemente do dispositivo de via aérea, e realizar hiperventilação intencional para aumentar o gradiente de dióxido de carbono alveolar. - A hiperventilação intencional não é recomendada. A alternativa que melhor equilibra oxigenação, ventilação e perfusão durante a RCP com via aérea avançada confirmada é: c) Com via aérea avançada confirmada, ventilar uma vez a cada 6 segundos, manter compressões contínuas a 100–120/min, monitorar EtCO2 e evitar hiperventilação e hipoxemia sustentadas.

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