Ed
há 3 meses
Para entender por que pacientes com síndromes mielodisplásicas podem desenvolver hemocromatose secundária, é importante considerar o que acontece no corpo em relação ao ferro. A hemocromatose secundária é frequentemente associada a transfusões sanguíneas frequentes, que são comuns em pacientes com síndromes mielodisplásicas. Essas transfusões introduzem ferro no organismo, e, como o corpo não tem um mecanismo eficiente para excretar o excesso de ferro, isso pode levar ao acúmulo de ferro nos tecidos. Vamos analisar as alternativas: a) A presença de focos hemorrágicos no organismo - Isso não está diretamente relacionado ao acúmulo de ferro. b) Mutações nas proteínas responsáveis pela absorção intestinal de ferro - Isso se relaciona mais à hemocromatose primária, não à secundária. c) A maior síntese de hemoglobina e, consequentemente, eritrócitos - Embora a síntese de hemoglobina possa estar aumentada, isso não explica diretamente o acúmulo de ferro. d) Pelo aumento na quantidade de hemácias degradadas - A degradação de hemácias pode liberar ferro, mas não é a principal razão para o acúmulo em casos de transfusões. e) O aumento na síntese de porfirinas - Isso não está diretamente relacionado ao acúmulo de ferro. A alternativa que melhor explica a razão pela qual síndromes mielodisplásicas e transfusões frequentes podem levar à hemocromatose secundária é a d) Pelo aumento na quantidade de hemácias degradadas, pois a degradação das hemácias libera ferro, contribuindo para o acúmulo.
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