Ed
há 3 meses
Para determinar a próxima conduta mais adequada para o paciente descrito, vamos analisar as informações fornecidas: 1. Idade e fatores de risco: O paciente tem 55 anos e apresenta vários fatores de risco cardiovascular, como hipertensão, diabetes, doença renal crônica, dislipidemia e tabagismo. 2. Sintomas: Ele apresenta dor precordial aos esforços, que é um sinal de angina. 3. Exames realizados: A angiotomografia de coronárias mostrou placa aterosclerótica com redução luminal moderada a importante, mas a troponina estava normal, indicando que não houve infarto agudo do miocárdio. 4. Tratamento inicial: O paciente foi tratado com anlodipino, resultando em melhora completa do quadro anginoso. 5. Ecocardiograma: Sem alterações significativas, o que sugere que a função cardíaca está preservada. Agora, vamos analisar as opções: (A) Metoprolol: É um beta-bloqueador que pode ser indicado para controle da angina, mas o paciente já está em tratamento com anlodipino e não apresenta sintomas persistentes. (B) Estatina de alta potência: Considerando os fatores de risco e a presença de aterosclerose, a introdução de uma estatina de alta potência é uma conduta adequada para reduzir o risco cardiovascular. (C) Cineangiocoronariografia: Geralmente indicada em casos de angina persistente ou quando há dúvida sobre a gravidade da doença coronariana, mas o paciente está estável e com melhora dos sintomas. (D) Cintilografia miocárdica: Pode ser utilizada para avaliar a perfusão miocárdica, mas não é a conduta imediata neste caso. Diante disso, a conduta mais adequada, considerando a profilaxia cardiovascular e a presença de fatores de risco, é: (B) Estatina de alta potência.
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