Leia o texto a seguir: FUTEBOL EM SUAS DIFERENTES VERSÕES Não somente nas páginas esportivas da mídia impressa e eletrônica encontramos informações valiosas sobre futebol. Também nas páginas sobre Economia temos dados sobre a importância do Brasil como um dos principais países “produtores/fornecedores” de atletas de futebol para o mercado globalizado. Vivemos os altos e baixos dos cálculos do Produto Interno Bruto (PIB) e da valorização e desvalorização das divisas, mas mantemos os “produtos de exportação” em alta nos gráficos do setor. Em 2016, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) publicou o “Relatório da Diretoria de Registro e Transferência” (DRT) tendo como referência os atletas masculinos. Os dados revelavam que existiam 776 clubes profissionais registrados, dos quais apenas 100 competiam nas quatro divisões do futebol brasileiro. Mais de 80% dos atletas ganhavam até R$ 1mil por mês e 96,08% não passavam de R$ 5 mil. Os maiores salários representavam pouco mais de 2% do total. O sistema considerou apenas os salários registrados nos vínculos dos atletas com os clubes. Os valores dos contratos de direitos de imagem não foram considerados. Além disso, o