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O terceiro que concorrer com a mãe que comete infanticídio: responde pelo mesmo crime, em razão de:
A) não responde por infanticídio, que é crime de mão própria e não admite o concurso de pessoas.
B) não responde por infanticídio, pois o estado puerperal é circunstância personalíssima e incomunicável.
C) responde por infanticídio, uma vez que o estado puerperal é ser elementar do crime e, portanto, circunstância comunicável ao co-autor.
D) responde por infanticídio somente se for genitor da criança, pois somente neste caso a circunstância é comunicável.
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Questões para Estudantes

há 9 meses

Respostas

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há 9 meses

Para responder a essa questão, precisamos entender a natureza do crime de infanticídio e as regras sobre a coautoria e a comunicação de circunstâncias. O infanticídio é um crime que ocorre quando a mãe mata seu filho durante o estado puerperal, e a legislação brasileira considera que esse crime é de mão própria, ou seja, a autoria é restrita à mãe. Vamos analisar as alternativas: A) não responde por infanticídio, que é crime de mão própria e não admite o concurso de pessoas. - Esta alternativa está correta, pois o infanticídio é um crime que, por sua natureza, não admite coautoria. B) não responde por infanticídio, pois o estado puerperal é circunstância personalíssima e incomunicável. - Embora o estado puerperal seja uma circunstância personalíssima, a razão principal é que o crime é de mão própria. C) responde por infanticídio, uma vez que o estado puerperal é ser elementar do crime e, portanto, circunstância comunicável ao co-autor. - Esta alternativa está incorreta, pois o estado puerperal não é comunicável. D) responde por infanticídio somente se for genitor da criança, pois somente neste caso a circunstância é comunicável. - Esta alternativa também está incorreta, pois, como mencionado, o infanticídio é um crime de mão própria. Portanto, a alternativa correta é: A) não responde por infanticídio, que é crime de mão própria e não admite o concurso de pessoas.

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Assinale a opção correta acerca do controle de constitucionalidade de leis no ordenamento jurídico nacional.
A) Se determinado legitimado constitucional ajuizar, perante o STF, ação direta de inconstitucionalidade, tendo por objeto medida provisória que, no decorrer da ação, seja convertida em lei, deve o feito ser extinto por perda ulterior do objeto.
B) Sabe-se que o STF tem reconhecido, excepcionalmente, a possibilidade de modulação ou limitação temporal dos efeitos da declaração de inconstitucionalidade, mesmo quando proferida em sede de controle difuso. Nesse sentido, revela-se aplicável, segundo entendimento da Suprema Corte, a mesma teoria da limitação temporal dos efeitos, se e quando o colegiado, ao julgar determinada causa, nela formular juízo negativo de recepção, por entender que certa lei pré-constitucional se mostra materialmente incompatível com normas constitucionais a ela supervenientes.
C) De acordo com posicionamento do STF, a existência de processos ordinários e recursos extraordinários deve excluir, a priori, o cabimento da arguição de descumprimento de preceito fundamental, em decorrência do princípio da subsidiariedade.
D) A decisão que concede medida cautelar em ação declaratória de constitucionalidade é investida da mesma eficácia contra todos e efeito vinculante presentes na decisão de mérito, razão pela qual é cabível o ajuizamento de reclamação em face de decisão judicial que, após a concessão da cautelar, contrarie o entendimento firmado pelo STF, desde que a decisão tenha sido exarada em processo sem trânsito em julgado, ou seja, com recurso pendente. A reclamação, segundo entendimento da Suprema Corte, tem natureza de remédio processual de função corregedora.

O Conselho Nacional de Justiça compõe-se:
a) de quinze membros;
b) de onze membros;
c) de doze membros;
d) nenhuma das opções anteriores.

Mirtes gosta de decorar a janela de sua sala com vasos de plantas. A síndica do prédio em que Mirtes mora já advertiu a moradora do risco de queda dos vasos e de possível dano aos transeuntes e moradores do prédio. Num dia de forte ventania, os vasos de Mirtes caíram sobre os carros estacionados na rua, causando sérios prejuízos.
Nesse caso, é correto afirmar que Mirtes
a) poderá alegar motivo de força maior e não deverá indenizar os lesados.
b) está isenta de responsabilidade, pois não teve a intenção de causar prejuízo.
c) somente deverá indenizar os lesados se tiver agido dolosamente.
d) deverá indenizar os lesados, pois é responsável pelo dano causado.

João trafegava com seu veículo com velocidade incompatível para o local e avançou o sinal vermelho. José, que atravessava normalmente na faixa de pedestre, foi atropelado por João, sofrendo vários ferimentos. Para se recuperar, José, trabalhador autônomo, teve que ficar internado por 10 dias, sem possibilidade de trabalhar, além de ter ficado com várias cicatrizes no corpo. Em virtude do ocorrido, José ajuizou ação, pleiteando danos morais, estéticos e materiais.
Com base na situação acima, assinale a alternativa correta.
a) José não poderá receber a indenização na forma pleiteada, já que o dano moral e o dano estético são inacumuláveis. Assim, terá direito apenas ao dano moral, em razão do sofrimento e das cicatrizes, e ao dano material, em razão do tempo que ficou sem trabalhar.
b) José terá direito apenas ao dano moral, já que o tempo que ficou sem trabalhar é considerado lucros cessantes, os quais não foram expressamente requeridos, e não podem ser concedidos. Quanto ao dano estético, esse é inacumulável com o dano moral, já estando incluído neste.
c) José terá direito a receber a indenização na forma pleiteada: o dano moral em razão das lesões e do sofrimento por ele sentido, o dano material em virtude do tempo que ficou sem trabalhar e o dano estético em razão das cicatrizes com que ficou.
d) José terá direito apenas ao dano moral, em razão do sofrimento, e ao dano estético, em razão das cicatrizes. Quanto ao tempo em que ficou sem trabalhar, isso se traduz em lucros cessantes, que não foram pedidos, não podendo ser concedidos.

Acerca da responsabilidade civil por fato de outrem, assinale a opção correta.
a) O simples afastamento do filho menor da casa dos pais exime-os da responsabilidade pelos atos lesivos que ele venha a praticar.
b) Para responsabilizar os pais por atos lesivos causados por filho menor, a vítima necessita demonstrar a culpa in vigilando desses pais.
c) Em razão da inexistência de relação de preposição, empresa locadora de veículos não possui responsabilidade sobre danos que o locatário cause a terceiros no uso do carro locado.
d) O empregador é responsável por dano causado por empregado seu, ainda que praticado com desvio de atribuição, caso o ofendido não tenha conhecimento desse desvio.

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