Ed
há 10 meses
Vamos analisar as alternativas apresentadas em relação ao pedido de preferência de Mariângela, advogada lactante. a) Diante da constatação de que há duas advogadas constituídas pela parte, e à míngua de previsão legal, a condição de lactante de Mariângela não é suficiente para o deferimento do pedido de preferência. - Esta alternativa está correta, pois a presença de outra advogada e a falta de previsão legal específica para o caso podem impedir o deferimento do pedido. b) Conquanto inexistente previsão legal para o pedido formulado por Mariângela, o juiz deveria ter deferido o pleito com base na práxis judiciária e no princípio da razoabilidade. - Embora a razoabilidade seja um princípio importante, a falta de previsão legal torna essa alternativa questionável. c) Apenas se Mariângela comprovasse ser a única patrona da causa, haveria previsão legal para que o pedido de preferência fosse atendido. - Essa alternativa é verdadeira, mas não é a única condição que deve ser considerada. d) Mariângela tem o direito de preferência assegurado em lei, independente de haver ou não outra advogada constituída nos autos. - Essa afirmação não é correta, pois a legislação não garante automaticamente esse direito em todas as situações. Após essa análise, a alternativa mais correta é a) Diante da constatação de que há duas advogadas constituídas pela parte, e à míngua de previsão legal, a condição de lactante de Mariângela não é suficiente para o deferimento do pedido de preferência.
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