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De acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal (L.C. 101, de 04/05/2000), no que se refere à dívida e ao endividamento, a dívida pública representada por títulos emitidos pela União, pelos Estados e Municípios, e o compromisso de adimplência de obrigação financeira ou contratual assumida por ente da Federação ou entidade a ele vinculada, dizem respeito, respectivamente:
À concessão de garantia e à operação de crédito.
À dívida privada mobiliária e à concessão de garantia.
À dívida pública consolidada e à operação de crédito.
Ao refinanciamento da dívida imobiliária e à assunção ou confissão de.
À dívida pública mobiliária e à concessão de garantia.
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há 7 meses

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há 7 meses

Para responder à sua pergunta, vamos analisar as alternativas em relação ao que a Lei de Responsabilidade Fiscal (L.C. 101/2000) diz sobre a dívida pública. 1. À concessão de garantia e à operação de crédito. - Esta opção não se refere diretamente à definição de dívida pública. 2. À dívida privada mobiliária e à concessão de garantia. - A dívida pública não é classificada como dívida privada, então essa opção está incorreta. 3. À dívida pública consolidada e à operação de crédito. - A dívida pública consolidada refere-se a dívidas que já foram reconhecidas e formalizadas, mas a operação de crédito não é uma definição correta nesse contexto. 4. Ao refinanciamento da dívida imobiliária e à assunção ou confissão de. - Esta opção não se relaciona diretamente com a definição de dívida pública. 5. À dívida pública mobiliária e à concessão de garantia. - Esta opção é a mais correta, pois a dívida pública mobiliária refere-se a títulos emitidos pela União, Estados e Municípios, e a concessão de garantia está relacionada ao compromisso de adimplência. Portanto, a alternativa correta é: e) À dívida pública mobiliária e à concessão de garantia.

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1 Sucatas são itens cuja venda é esporádica e realizada por valor não previsível na data em que surgem na fabricação. Por isso, não só não recebem custos, como também não têm sua eventual receita considerada como diminuição dos custos de produção. Mesmo que existam em quantidades razoáveis na empresa, não aparecem como estoque na contabilidade. Quando ocorre sua venda, têm sua receita considerada como Outras Receitas.
2 Subprodutos são itens cuja venda é esporádica e realizada por valor não previsível na data em que surgem na fabricação. Por isso, não só não recebem custos, como também têm sua receita considerada como diminuição dos custos de produção. Mesmo que existam em quantidades razoáveis na empresa, não aparecem como estoque na contabilidade. Quando ocorre sua venda, têm sua receita considerada como Outras Receitas.
3 Sucatas são itens cuja venda é realizada por valor não previsível na data em que surgem na fabricação. Por isso, não só não recebem custos, como também têm sua eventual receita considerada como diminuição dos custos de produção. Mesmo que existam em quantidades razoáveis na empresa, não aparecem como estoque na contabilidade. Quando ocorre sua venda, têm sua receita considerada como Outras Receitas.
4 Subprodutos e Sucatas são itens cuja venda é esporádica e realizada por valor não previsível na data em que surgem na fabricação. Por isso, não só não recebem custos, como também têm sua eventual receita considerada como aumento dos custos de produção. Mesmo que existam em quantidades razoáveis na empresa, não aparecem como estoque na contabilidade. Quando ocorre sua venda, têm sua receita considerada como Outras Receitas.
5 Sucatas são itens cuja venda é realizada por valor previsível na data em que surgem na fabricação. Por isso, não só não recebem custos, como também não têm sua eventual receita não considerada como diminuição dos custos de produção. Mesmo que não existam em quantidades razoáveis na empresa, não aparecem como estoque na contabilidade. Quando ocorre sua venda, têm sua receita.

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