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Qual a implicação prática disso?
A - A implicação prática é que o imposto é de competência dos Estados.
B - A implicação prática é que o imposto é de competência dos Municípios e do Distrito Federal.
C - A implicação prática é que suas disposições não podem ser alteradas por lei complementar.
D - A implicação prática é que suas disposições somente podem ser alteradas por lei ordinária.
E - A implicação prática é que suas disposições somente podem ser alteradas por outra lei complementar.
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Exercícios Para o Conhecimento

ano passado

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Para responder a essa pergunta, precisamos entender o contexto da competência tributária e as implicações práticas relacionadas a isso. Analisando as alternativas: A) A implicação prática é que o imposto é de competência dos Estados. - Isso é verdade para alguns impostos, mas não é uma afirmação geral. B) A implicação prática é que o imposto é de competência dos Municípios e do Distrito Federal. - Também é verdade para alguns impostos, mas não abrange todos. C) A implicação prática é que suas disposições não podem ser alteradas por lei complementar. - Isso não é correto, pois algumas disposições podem ser alteradas por lei complementar. D) A implicação prática é que suas disposições somente podem ser alteradas por lei ordinária. - Isso não é verdade, pois algumas disposições podem ser alteradas por lei complementar. E) A implicação prática é que suas disposições somente podem ser alteradas por outra lei complementar. - Esta é a alternativa correta, pois muitas disposições tributárias são alteradas por leis complementares. Portanto, a alternativa correta é: E) A implicação prática é que suas disposições somente podem ser alteradas por outra lei complementar.

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O ICMS é o imposto que recebeu maior atenção do legislador constitucional, dada a sua relevância econômica e orçamentária e a potencialidade de ocorrência da chamada “guerra fiscal” entre os estados da federação. Por outro lado, é a Lei Complementar nº 116/2003 que define os serviços abrangidos, o fato gerador, a base de cálculo, o local da prestação do serviço, os contribuintes e a alíquota máxima do imposto ISSQN.
Analise as afirmacoes: I – os municípios têm competência para fixar livremente as alíquotas para cada tipo de serviço, desde que respeitados os limites legais. II – Em relação às alíquotas internas, a principal limitação imposta aos estados é que ela não pode ser inferior à alíquota interestadual geral. III – Considera-se estabelecimento prestador o local onde o contribuinte desenvolva a atividade de prestar serviços, de modo permanente ou temporário, e que configure unidade econômica ou profissional. IV – Com base em dispositivos específicos, conclui-se que a definição dos casos de substituição tributária está sob a competência do legislador estadual. Agora, assinale abaixo a alternativa CORRETA:
A - a afirmação III se refere ao fato de que o ISSQN será devido no município onde estiver localizado o estabelecimento prestador, ainda que ele preste serviços em outros municípios, incluindo-se os casos enumerados nos incisos do artigo 3.º da LC nº 116/2003.
B - a substituição tributária citada em IV ocorre quando a responsabilidade pelo recolhimento do imposto é do próprio contribuinte.
C - as alíquotas internas citadas em II dizem respeito claramente ao ISSQN.
D - completaria corretamente como explicação para os limites legais citados na afirmação I a seguinte expressão: “alíquota mínima de 2% e alíquota máxima de 5%”; assim como, IV estaria incorreta, caso se referisse ao ISSQN.
E - III se refere claramente ao ICMS e IV claramente ao ISSQN.

De acordo com o artigo 7.º da LC nº 116/2003, a base de cálculo do imposto, como regra geral, é o preço do serviço. Excepcionam-se dessa regra os serviços previstos nos itens 7.02 e 7.05 da lista anexa à LC nº 116/2003, em que pode ser deduzidos da base de cálculo o valor dos materiais fornecidos pelo prestador.
São serviços elencados nos itens 7.02 e/ou 7.05 da lista anexa à LC nº 116/2003:
A - Contabilidade, auditoria, guarda-livros, técnicos em contabilidade e congêneres, bem como médicos, inclusive análises clínicas, eletricidade médica, radioterapia, ultrassonografia, radiologia, tomografia e congêneres.
B - Execução, por administração, empreitada ou subempreitada, de obras de construção civil, hidráulica ou elétrica, bem como médicos, inclusive análises clínicas, eletricidade médica, radioterapia, ultrassonografia, radiologia, tomografia e congêneres.
C - Execução, por administração, empreitada ou subempreitada, de obras de construção civil, hidráulica ou elétrica, bem como reparação, conservação e reforma de edifícios, estradas, pontes, portos e congêneres.
D - Reparação, conservação e reforma de edifícios, estradas, pontes, portos e congêneres, bem como contabilidade, auditoria, guarda-livros, técnicos em contabilidade e congêneres.
E - Serviços prestados autonomamente por engenheiros, arquitetos, urbanistas, agrônomos, bem como execução, por administração, empreitada ou subempreitada, de obras de construção civil, hidráulica ou elétrica.

O Simples Nacional é um regime compartilhado de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos aplicável às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, previsto na Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006. Abrange a participação de todos os entes federados (União, Estados, Distrito Federal e Municípios). É administrado por um Comitê Gestor composto por oito integrantes: quatro da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), dois dos Estados e do Distrito Federal e dois dos Municípios.
Sobre a Lei Complementar nº 123/2006, é incorreto afirmar:
A - Esta Lei Complementar estabelece normas gerais relativas ao tratamento diferenciado e favorecido a ser dispensado às microempresas e empresas de pequeno porte no âmbito da União, somente.
B - Esta Lei Complementar estabelece normas gerais relativas ao tratamento diferenciado e favorecido a ser dispensado às microempresas e empresas de pequeno porte no âmbito dos Poderes da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.
C - Esta Lei Complementar instituiu o Estatuto Nacional da Microempresa (ME) e da Empresa de Pequeno Porte (EPP).
D - Para os efeitos desta Lei Complementar, consideram-se empresas de pequeno porte, o empresário, a pessoa jurídica, ou a ela equiparada, que aufira, em cada ano-calendário, receita bruta superior a R$ 360.000,00 e igual ou inferior a R$ 3.600.000,00.
E - Para os efeitos desta Lei Complementar, consideram-se microempresas o empresário, a pessoa jurídica, ou a ela equiparada, que aufira, em cada ano-calendário, receita bruta igual ou inferior a R$ 360.000,00.

Uma das espécies mais comuns de planejamento tributário é aquela que envolve a escolha de uma forma ou regime de tributação quando há duas ou mais opções previstas na legislação. Por essa razão, é denominado de planejamento tributário optativo. Exemplos de opções que são oferecidas pela legislação fiscal envolvem: (1) declaração de Imposto de Renda das Pessoas Físicas (IRPF) pelo regime completo ou pelo simplificado; (2) para os casais, declaração de IRPF em conjunto ou separadamente; (3) escolha de regimes ou sistemáticas de tributação como o Lucro Real, Lucro Presumido, Lucro Arbitrado e Simples Nacional; (4) escolha, no caso do IRPJ pela sistemática do Lucro Real, entre o período de apuração anual ou trimestral; e (5) no caso do IRPJ, pela sistemática do Lucro Real anual, opção pelo pagamento mensal com base no lucro estimado ou com base no Lucro Real acumulado no ano, utilizando-se da possibilidade de dispensa, redução ou suspensão do imposto.
Portanto, a alternativa INCORRETA é:
A - (1) deve ser entregue, pelas pessoas físicas obrigadas, anualmente.
B - (2) está correta porque a opção pela declaração de ajuste em conjunto por casais é sempre a mais indicada porque as rendas, somadas, oferecem vantagens incontestes para ambas pessoas.
C - A opção (1) está voltada à pessoa física, enquanto a (4) está voltada à pessoa jurídica.
D - A opção tratada em (2) permaneceria legalmente inalterada caso fosse acrescentada a expressão “de ajuste anual” imediatamente após palavra “declaração”.
E - A opção tratada em (3) diz respeito a pessoas jurídicas, da mesma forma que a tratada em (5).

Nos termos do parágrafo único do artigo 46 da Lei nº 5.172/66, apresentado por Pohlmann (2016), para ser considerado um produto industrializado ele deve ter sido submetido a uma operação da qual resulte, ao menos, em uma das seguintes consequências: (1) tenha modificado a aparência do produto; (2) tenha modificado a finalidade do produto; (3) tenha aperfeiçoado o produto para o consumo. Mas para confirmar a regra de que nosso sistema tributário é realmente complexo, temos que considerar, ainda, os casos em que o legislador resolveu, por questões de política tributária, excluir do conceito de industrialização ou, de alguma maneira, deixar expressamente claro que determinada atividade não é alcançada pelo IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).
Analise as alternativas e assinale aquela que contém apenas casos de não incidência definidos no RIPI, art. 5.º:
A - a confecção ou preparo de produto de artesanato, definido no art. 7.º, bem como a confecção de vestuário, por encomenda direta do consumidor ou usuário, em oficina ou na residência do confeccionador.
B - operação exercida sobre matérias-primas ou produtos intermediários, que importe a obtenção de espécie nova (transformação).
C - operação que consista na reunião de produtos, peças ou partes e que resulte em um novo produto ou unidade autônoma, ainda que sob a mesma classificação fiscal (montagem).
D - operação que importe modificar, aperfeiçoar ou, de qualquer forma, alterar o funcionamento, a utilização, o acabamento ou a aparência do produto (beneficiamento).
E - operação que, exercida sobre produto usado ou parte remanescente de produto deteriorado ou inutilizado, renove ou restaure o produto para utilização (renovação ou recondicionamento).

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