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Leia a seguinte passagem de texto: “Se, na antiguidade, a guerra era utilizada como justificativa moral da escravidão, na modernidade, as ideias de civilização, cultura e religião eram utilizados como argumentos para justificar e legitimar a escravidão. No tocante à religião, por exemplo, um dos principais argumentos utilizados era de que tanto os povos originários quanto os africanos não possuíam alma.” Após esta avaliação , caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: VALESE, Rui. Rota de aprendizagem da aula 2, tema 2 – O trabalho e a educação nas sociedades escravagistas. Educação e Trabalho , 2022, p. 5-6.
Considerando a passagem de texto e os conteúdos da Rota de aprendizagem da Aula 2, Tema 2 – O trabalho e a educação nas sociedades escravagistas de Educação e Trabalho, sobre ao escravismo moderno, assinale a alternativa que corresponde à justificativa imposta para o indivíduo ser transformado em escravo:
A As questões religiosas que regem uma nação.
B O partidarismo político e religioso de uma nação.
C A questão da etnia do grupo a ser escravizado.
D A condição religiosa da pessoa.
E A falta de formação acadêmica superior.
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Pedagogiando

há 10 meses

Respostas

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há 10 meses

Para responder a essa questão, precisamos analisar a passagem do texto e entender quais justificativas eram utilizadas para legitimar a escravidão na modernidade. O texto menciona que, na modernidade, as ideias de civilização, cultura e religião eram usadas como argumentos para justificar a escravidão, destacando que povos originários e africanos eram considerados sem alma. Vamos analisar as alternativas: A) As questões religiosas que regem uma nação - Embora a religião tenha sido um argumento, essa opção é muito ampla e não se refere diretamente à justificativa para a escravidão. B) O partidarismo político e religioso de uma nação - Essa opção não se relaciona diretamente com a justificativa para a escravidão mencionada no texto. C) A questão da etnia do grupo a ser escravizado - Essa alternativa se relaciona com a ideia de que a etnia dos povos africanos e originários era um fator que contribuía para a justificativa da escravidão, mas não é o foco principal do texto. D) A condição religiosa da pessoa - Esta opção se alinha diretamente com o argumento apresentado no texto, que menciona que a falta de alma era um argumento religioso utilizado para justificar a escravidão. E) A falta de formação acadêmica superior - Essa justificativa não é mencionada no texto e não se relaciona com as ideias apresentadas. Diante da análise, a alternativa que melhor corresponde à justificativa imposta para o indivíduo ser transformado em escravo, conforme a passagem do texto, é: D) A condição religiosa da pessoa.

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Leia a citação: "O que caracteriza essa atividade humana é o caráter de intencionalidade – atividades carregadas de intenções e, portanto, de valores -, que os seres humanos imprimem aos seus afazeres. [...] Esse caráter de intencionalidade carrega o jogo das relações históricas de produção que os homens travam entre si e que eles podem determinar." Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: PEREIRA, Maria de Fátima Rodrigues. Trabalho e educação: uma perspectiva histórica. Curitiba: Inter Saberes, 2012, p. 41.
Considerando a citação e os conteúdos da Aula 2, Videoaula do Tema 2 – Trabalho e Educação nas Sociedades escravagistas de Educação e Trabalho, sobre a escravidão dentro da sociedade antiga, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, como o indivíduo se tornava um escravo:
A Em virtude deste indivíduo perder as suas posses, não sustentando mais sua família; e acrescendo a questão da enfermidade, correndo o perigo de extirpar a sua descendência.
B Devido a questões religiosas, pois a sua casta inferior impossibilitava a sua vivência de forma isolada e, como acréscimo, por se tratar de um ser vivente de forma rural, originário dos feudos.
C O indivíduo saía de porta em porta, oferecendo seus serviços como escravo e, ainda, oferecendo seus serviços para cuidar de doentes, em situação terminal.
D Devido às guerras, onde o vencedor dominava o vencido e, ainda, às questões que envolvessem dívidas entre pessoas, e o escravo era utilizado como moeda de troca.
E A partir do momento em que o cidadão compunha o feudo, juntamente com sua família, acrescentando que a liberdade viria a este e sua família se participassem de uma guerra e fossem do exército vencedor.

Leia a seguinte passagem de texto: “Ou seja, a história é resultado das ações humanas. Tais ações ocorrem em meio às contradições que são inerentes à mesma sociedade. A organização social de uma determinada sociedade é resultado da forma como essa se organiza para produzir e reproduzir a sua existência material e imaterial. Dessa forma de organização derivam relações [...] determinadas por diferentes coeficientes de poder.” Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: VALESE, Rui. Rota de aprendizagem da aula 2, tema 1.1 – Perspectivas para o estudo de história. Educação e Trabalho, Curitiba: InterSaberes, 2022, p. 3.
Considerando a passagem de texto e os conteúdos da Rota de aprendizagem da aula 2, Tema 1.1 – Perspectivas para o estudo de história de Educação e Trabalho, assinale a assertiva que apresenta o significado da História para a Escola dos Annales:
A Constitui-se da história relatada dos membros dominantes de uma sociedade, enaltecido pelos escritores, transmitindo sua versão material sobre um enredo constituído.
B É o resultado da ação de todas as pessoas existentes na sociedade e em determinado tempo, somados os recursos materiais e imateriais para a compreensão do acontecido.
C A História é relatada pelo povo subjugado, em determinado acontecimento histórico, sem viés ideológico constitucional, e com nenhuma interferência no desenrolar dos fatos constituídos.
D O viés ideológico é atribuído para as Universidades, que trabalham com pesquisa institucional e científica, trazendo o viés ideológico de vencidos e vencedores, em determinado acontecimento histórico.

Leia a seguinte passagem de texto: “Por serem sociedades em que a subsistência era uma característica muito forte, atividades como caça, pesca, coleta de frutos e raízes e até mesmo as primeiras atividades de agricultura e pecuária não passavam pela posse privada da terra e/ou dos recursos. Curiosamente, isso acabava por se traduzir até mesmo nas próprias línguas faladas, pois, em boa parte delas, o pronome possessivo é inexistente.” Após esta avaliação, caso queira ler o texto integralmente, ele está disponível em: VALESE, Rui. Rota de aprendizagem da aula 1, tema 5 – Trabalho e educação nas comunidades primitivas. Educação e Trabalho, Curitiba: InterSaberes, 2022, p. 14.
Considerando a passagem de texto e os conteúdos da Rota de aprendizagem da Aula 1, Tema 5 – Trabalho e educação nas comunidades primitivas de Educação e Trabalho, assinale a alternativa correta sobre o funcionamento do processo educacional nas sociedades primevas:
A A única atividade de subsistência era a caça, ensinada no momento de buscar o alimento. As demais atividades se aprendiam com inscrições rupestres, e os adolescentes tinham a sua iniciação no grupo para aprendizado coletivo conduzidos pelos melhores do grupo.
B O pai e a mãe ensinavam aos filhos maiores as atividades nas cavernas para que, então, o indivíduo formado pudesse fazer as atividades existenciais sozinho, separando-se do grupo e constituindo outra família. A criança, era ensinada somente pela mãe.
C Havia um local designado para o ensino, tal como uma clareira, e, antes das atividades exercidas para a existência da comunidade, os melhores em cada atividade ensinavam o ofício aos demais, e as crianças só eram levadas ao aprendizado na maior idade.
D Sem ocorrência de momento formal para o ensino, ocorria durante as atividades corriqueiras do dia, no preparo dos itens necessários à existência do grupo, imitação em situações reais, adultos eram responsáveis por educar as crianças.
E O ancião da comunidade era o responsável por ensinar os melhores, a subsistência para o grupo. Assim, os melhores dominavam a sociedade, separando outros para constituir novos grupos familiares. Quanto às crianças, ficavam nas cavernas recebendo o aprendizado, saindo apenas aos doze anos de idade.

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