Ed
ano passado
Para responder à questão sobre a estratificação do risco cardiovascular global, vamos analisar cada alternativa cuidadosamente. (A) Nesta investigação, destacam-se alterações da glicemia e não da hemoglobina glicada, a obesidade abdominal (síndrome metabólica), a pressão de pulso > 65 mmHg em idosos, a história de pré-eclâmpsia/eclampsia e a história familiar de HA (em hipertensos limítrofes). - Aqui, a afirmação sobre não considerar a hemoglobina glicada não está correta, pois ela é um fator importante. (B) Nesta investigação, destacam-se alterações da glicemia ou da hemoglobina glicada, a obesidade abdominal (síndrome metabólica), a pressão de pulso > 65 mmHg em idosos, a história de pré-eclâmpsia/eclampsia e a história familiar de HA (em hipertensos limítrofes). - Esta opção menciona corretamente que podem ser consideradas alterações da glicemia ou da hemoglobina glicada, além dos outros fatores. (C) Nesta investigação, destacam-se alterações da glicemia ou da hemoglobina glicada, a obesidade abdominal (síndrome metabólica), a pressão de pulso > 85 mmHg em idosos, a história de pré-eclâmpsia/eclampsia e a história familiar de HA (em hipertensos limítrofes). - A pressão de pulso > 85 mmHg em idosos não é uma referência comum, o que torna essa opção menos adequada. (D) Nesta investigação, destacam-se alterações da glicemia ou da hemoglobina glicada, a obesidade abdominal (síndrome metabólica), a pressão de pulso > 65 mmHg em idosos, a história de pré-eclâmpsia/eclampsia e não a história familiar de HA (em hipertensos limítrofes). - Esta opção exclui a história familiar de hipertensão, que é um fator relevante. Após essa análise, a alternativa que melhor se encaixa nos critérios de estratificação do risco cardiovascular, considerando os novos fatores de risco, é a (B).
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