Ed
ano passado
Vamos analisar as alternativas uma a uma para encontrar a correta: (A) O autor se limita a discutir o termo "barnabé", sem estender a reflexão para uma crítica mais ampla à precarização do funcionalismo público, o que revela sua falta de compromisso com as causas trabalhistas. - Essa afirmação parece exagerar, pois o autor provavelmente faz uma crítica mais ampla. (B) A crítica do autor relaciona-se à percepção social depreciativa do funcionário público, que passou de membro respeitado da sociedade a bode expiatório das crises econômicas, sem que houvesse mudanças na estrutura funcional que dessem suporte adequado a esses trabalhadores. - Esta alternativa parece abordar a questão central da crítica, que é a mudança na percepção social e a falta de suporte adequado. (C) O autor propõe que a responsabilidade pelas dificuldades enfrentadas pelos funcionários públicos é inteiramente atribuída às suas próprias falhas de organização e de reivindicação salarial, minimizando o papel do governo na degradação da classe. - Essa afirmação parece simplista e não reflete uma crítica equilibrada. (D) A expressão “funcionário público” e o termo “barnabé” são sinônimos no texto e usados alternadamente pelo autor para ilustrar que essa classe nunca teve prestígio, apenas sendo vista com complacência pela sociedade. - Essa afirmação não parece correta, pois "barnabé" é um termo depreciativo e não sinônimo. (E) Segundo o autor, o uso de termos como “professorinha” e “barnabé” é justificável, pois os funcionários públicos, devido ao seu comportamento passivo, contribuem para perpetuar essa imagem inferiorizada e sem dignidade na sociedade. - Essa afirmação parece atribuir uma responsabilidade excessiva aos funcionários públicos. Após essa análise, a alternativa que melhor reflete a crítica do autor em relação à percepção social do funcionário público e a sua condição é: (B) a crítica do autor relaciona-se à percepção social depreciativa do funcionário público, que passou de membro respeitado da sociedade a bode expiatório das crises econômicas, sem que houvesse mudanças na estrutura funcional que dessem suporte adequado a esses trabalhadores.
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