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A conduta do funcionário público que, fora do exercício de sua função, mas em razão dela, exige o pagamento de uma verba indevida, alegando a necessidade de uma “taxa de urgência” para a aprovação de uma obra que sabe irregular, configura o crime de

(A) estelionato.
(B) excesso de exação.
(C) peculato.
(D) corrupção passiva.
(E) concussão.
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Vamos analisar as alternativas apresentadas em relação à conduta do funcionário público que exige uma verba indevida: (A) Estelionato - Este crime envolve enganar alguém para obter vantagem ilícita, mas não se aplica diretamente à situação de um funcionário público exigindo pagamento em razão de sua função. (B) Excesso de exação - Este crime ocorre quando um funcionário público exige tributo ou contribuição em valor superior ao devido. No entanto, a situação descrita envolve a exigência de uma "taxa de urgência", que não se encaixa exatamente aqui. (C) Peculato - Este crime refere-se à apropriação de bens ou valores públicos, o que não é o caso aqui, já que a conduta envolve a exigência de pagamento indevido. (D) Corrupção passiva - Este crime envolve o recebimento de vantagem indevida em razão da função pública, mas a situação descrita não menciona o recebimento de vantagem, apenas a exigência. (E) Concussão - Este crime ocorre quando um funcionário público exige, para si ou para outrem, vantagem indevida em razão da função que exerce. A situação descrita se encaixa perfeitamente aqui, pois o funcionário exige uma "taxa de urgência" para aprovar uma obra irregular. Portanto, a alternativa correta é: (E) concussão.

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4- A condenação por homicídio privilegiado qualificado é possível na hipótese em que: a) o crime for cometido com emprego de fogo. b) o crime for qualificado pela motivação fútil. c) o crime for qualificado pela vingança. d) o agente embriagado agir por motivo irrelevante. e) a vítima atingida for pessoa diversa da que se pretendia matar por questão de ódio.

São considerados crimes hediondos, dentre outros:

a) o roubo qualificado, o homicídio qualificado, a lesão corporal grave e o estupro.
b) o estupro, o latrocínio, o homicídio qualificado e o estupro de vulnerável.
c) o peculato, o homicídio, o latrocínio e o tráfico de drogas.
d) o tráfico de drogas, o homicídio qualificado, o peculato e a extorsão mediante sequestro.
e) o sequestro, o roubo qualificado, o infanticídio e o peculato.

A guarda de arma desmuniciada, de uso permitido, em sua própria residência, constituirá crime

a) na hipótese de a arma, em exame pericial, se mostrar apta a efetuar disparo.
b) na hipótese em que, na residência, houver disponibilidade de munição compatível com a arma apreendida.
c) se o implicado não possuir licença para o porte da arma apreendida.
d) caso o implicado não possua o registro de propriedade válido da arma.
e) se a residência estiver situada em área urbana.

A respeito do delito de corrupção de menores, tipificado no artigo 244-B do Estatuto da Criança e do Adolescente, é correto afirmar que se trata de crime

(A) material, em ambas as modalidades, pois a consumação do delito ocorre com a efetiva prática da infração penal pelo adolescente em concurso com o agente capaz ou após ter sido por este instigado.
(B) formal, em ambas as modalidades, pois a consumação do delito ocorre independentemente da prática da infração penal para a qual o adolescente foi convidado, mediante concurso, ou instigado, bastando a prova de que foi efetivamente corrompido pela conduta do agente maior.
(C) formal, em ambas as modalidades, pois a consumação do delito se dá independentemente da prova de que o adolescente tenha sido corrompido pelo agente capaz, mostrando-se irrelevante, para a tipificação penal, o fato de o menor ter registro de passagens anteriores pela prática de atos infracionais.
(D) material, na modalidade de praticar a infração penal com o adolescente, e formal, na modalidade de induzir o adolescente a praticá-la, pois, neste último caso, o crime se consuma independentemente do sucesso do induzimento.
(E) material, em ambas as modalidades, pois a consumação do delito depende de prova de que o menor de 18 anos tenha sido efetivamente corrompido pelo agente capaz, não incidindo o tipo penal acaso demonstrado que o adolescente já havia sido corrompido, vez que reincidente na prática de atos infracionais.

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