Ed
ano passado
Para identificar qual dos casos apresentados se enquadra como litigante de boa-fé segundo o Código Processual Civil, precisamos analisar cada alternativa em relação ao conceito de boa-fé processual, que envolve agir com honestidade, lealdade e probidade no processo. Vamos analisar as opções: (A) Luana, que usou o processo para conseguir um objetivo, apesar de lícito, de caráter pessoal e individual - Essa ação pode ser considerada como uso do processo de forma inadequada, mesmo que o objetivo seja lícito. (B) Rafaela, que agiu de forma deliberadamente temerária no processo - Agir de forma temerária é contrário à boa-fé, pois demonstra deslealdade. (C) Maria, que alterou a verdade dos fatos para induzir o julgamento a seu favor - Essa ação é claramente desonesta e não se enquadra como boa-fé. (D) Kátia, que em toda oportunidade possível entra com recursos com finalidade meramente protelatória - Essa prática é considerada abusiva e contrária à boa-fé. (E) Regina, que dificultou o máximo que pôde o andamento do processo para prorrogar a decisão - Essa atitude também é contrária à boa-fé, pois visa atrasar o processo. Diante da análise, nenhuma das opções apresentadas descreve um litigante de boa-fé, pois todas as ações descritas são contrárias aos princípios de probidade e lealdade no processo. Portanto, parece que não há uma alternativa correta entre as apresentadas. Se precisar de mais esclarecimentos ou se houver outra questão, estou à disposição!
Já tem uma conta?
Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade
Mais perguntas desse material