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Uma das causas da existência de palavras parônimas é/são

(A) a diversidade dialetal.
(B) as diferenças etimológicas.
(C) seus diferentes significados.
(D) os contextos em que são usadas.
(E) o fato de a linguagem ser polissêmica.
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Para identificar a causa da existência de palavras parônimas, é importante entender que essas palavras são aquelas que possuem sonoridade semelhante, mas significados diferentes. Vamos analisar as alternativas: (A) a diversidade dialetal - Embora a diversidade dialetal possa influenciar a linguagem, não é a principal causa das palavras parônimas. (B) as diferenças etimológicas - As diferenças na origem das palavras podem levar a parônimos, mas não é a única causa. (C) seus diferentes significados - Essa é uma característica das palavras parônimas, mas não explica a sua existência. (D) os contextos em que são usadas - O contexto pode influenciar o uso, mas não é a causa da existência. (E) o fato de a linguagem ser polissêmica - A polissemia refere-se a uma única palavra ter múltiplos significados, mas não se aplica diretamente às palavras parônimas. A alternativa que melhor explica uma das causas da existência de palavras parônimas é: (B) as diferenças etimológicas.

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Dalcídio Jurandir, no texto acima, publicado na Folha do Norte, em 23 de outubro de 1960, explicitava não apenas o universo humano de onde provinha e que lhe interessava, mas também a existência de uma lente ideológica através da qual focava tal universo. Qual dos excertos abaixo é exemplo cristalino dessa perspectiva a que se filiou e do foco nos “pés descalços”?

(A) “O São Brás, sim! Aquela prima obra de arquitetura ‘românica’, como diziam os cronistas oficiais. Um da oposição debicava: ‘Um estrangeiro culto diria: ‘É um partenon? Uma universidade? Um teatro? Formosa arquitetura!’”
(B) “Veio o cerrado, os morcegos foram morar na casa do engenho. O apito da Campininha nunca mais apitou. No seu alpendre, em Paricatuba, d. Branca suspirava pelo engenho perdido. Quanto gostava de andar entre canaviais, chupar cana que ela escolhia entre as mais doces [...].”
(C) “Na cidade, longe da vila, quanta noite de champanhe, espremido do suor e do sangue daqueles caboclos, dos vaqueiros que fediam a couro e a lama ouvindo nos campos os tambores do Espírito Santo.”
(D) “Emília mandou Libânia a um lojista da Independência, um sírio que lhe fazia salamaleques quando a encontrava. Dois metros de cambraia, pagar depois. O sírio que sim, mas mediante uma ordem escrita do seu Alcântara.”
(E) “Mal tocou nos ovos e na cebola. Oh, fastio! Lembrou-se que a Companhia estava retardando a ligação do telefone. Se tivesse telefone naquele momento, não custaria consultar o Dr. Prisco, pedir um remédio mais palatável que a Emulsão.”

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