Ed
ano passado
A afirmação de que a prova ilícita por derivação não encontra exceções no Código de Processo Penal (CPP) brasileiro, mas apenas na doutrina, é um tema debatido. O CPP, em seu artigo 157, trata da ilicitude das provas, mas não menciona explicitamente a prova derivada. A doutrina, por sua vez, discute a possibilidade de exceções, como a teoria dos frutos da árvore envenenada, que permite a admissibilidade de provas obtidas de forma lícita, mesmo que a prova inicial tenha sido ilícita, em algumas circunstâncias. Portanto, a análise da prova ilícita por derivação é mais uma questão doutrinária do que uma previsão expressa no CPP. É importante estudar as diferentes correntes e entender como a jurisprudência tem tratado o tema.
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