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Utilizando o recurso da metalinguagem, o narrador busca definir o gênero conto pelo procedimento estético que estabelece uma
a.confluência de cores, destacando a importância do espaço.
b.composição de sons, valorizando a construção musical do texto.
c.percepção de sombras, endossando o caráter obscuro da escrita.
d.cadeia de imagens, enfatizando a ideia de sobreposição de sentidos.
e.hierarquia de palavras, fortalecendo o valor unívoco dos significados.
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ExpressãoComunicativa

há 2 anos

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ano passado

Para responder a essa questão, precisamos entender o que é metalinguagem e como ela se aplica ao gênero conto. A metalinguagem é uma linguagem que fala sobre a própria linguagem, e no contexto de um conto, pode envolver a reflexão sobre os elementos que compõem a narrativa. Vamos analisar as alternativas: a) Confluência de cores, destacando a importância do espaço - Essa opção sugere uma abordagem visual, mas não é a mais comum em metalinguagem para definir o conto. b) Composição de sons, valorizando a construção musical do texto - Embora a sonoridade possa ser importante, não é o foco principal da metalinguagem em contos. c) Percepção de sombras, endossando o caráter obscuro da escrita - Essa opção parece mais relacionada a um estilo específico, mas não define o gênero conto de forma abrangente. d) Cadeia de imagens, enfatizando a ideia de sobreposição de sentidos - Essa alternativa sugere uma reflexão sobre a construção do texto e a multiplicidade de significados, o que é bastante pertinente à metalinguagem. e) Hierarquia de palavras, fortalecendo o valor unívoco dos significados - Essa opção parece limitar a interpretação, o que não é o foco da metalinguagem. A alternativa que melhor se encaixa na definição do gênero conto pelo procedimento estético que utiliza a metalinguagem é: d) cadeia de imagens, enfatizando a ideia de sobreposição de sentidos.

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há 2 anos

Analisando a descrição fornecida, o narrador está utilizando o recurso da metalinguagem para definir o gênero conto através de um procedimento estético específico. Vamos analisar as opções: a) confluência de cores, destacando a importância do espaço - A confluência de cores não é um elemento comum na definição do gênero conto. b) composição de sons, valorizando a construção musical do texto - A composição de sons não é um elemento essencial na definição do conto. c) percepção de sombras, endossando o caráter obscuro da escrita - A percepção de sombras não é um elemento fundamental na definição do conto. d) cadeia de imagens, enfatizando a ideia de sobreposição de sentidos - A cadeia de imagens é um recurso comum na construção de contos, pois contribui para a sobreposição de sentidos e a complexidade da narrativa. e) hierarquia de palavras, fortalecendo o valor unívoco dos significados - A hierarquia de palavras não é um elemento central na definição do gênero conto. Portanto, a opção correta que melhor se encaixa na definição do gênero conto através do recurso da metalinguagem é: d) cadeia de imagens, enfatizando a ideia de sobreposição de sentidos.

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03 - (ENEM) Que estratégia argumentativa leva o personagem do terceiro quadrinho a persuadir sua interlocutora?

a.Prova concreta, ao expor o produto ao consumidor.
b.Consenso, ao sugerir que todo vendedor tem técnica.
c.Raciocínio lógico, ao relacionar uma fruta com um produto eletrônico.
d.Comparação, ao enfatizar que os produtos apresentados anteriormente são inferiores.
e.Indução, ao elaborar o discurso de acordo com os anseios do consumidor.

04 - (ENEM) Lusofonia rapariga: s.f., fem. de rapaz: mulher nova; moça; menina; (Brasil), meretriz. Escrevo um poema sobre a rapariga que está sentada no café, em frente da chávena de café, enquanto alisa os cabelos com a mão. Mas não posso escrever este poema sobre essa rapariga porque, no brasil, a palavra rapariga não quer dizer o que ela diz em portugal. Então, terei de escrever a mulher nova do café, a jovem do café, a menina do café, para que a reputação da pobre rapariga que alisa os cabelos com a mão, num café de lisboa, não fique estragada para sempre quando este poema atravessar o atlântico para desembarcar no rio de janeiro. E isto tudo sem pensar em áfrica, porque aí lá terei de escrever sobre a moça do café, para evitar o tom demasiado continental da rapariga, que é uma palavra que já me está a pôr com dores de cabeça até porque, no fundo, a única coisa que eu queria era escrever um poema sobre a rapariga do café. A solução, então, é mudar de café, e limitar-me a escrever um poema sobre aquele café onde nenhuma rapariga se pode sentar à mesa porque só servem café ao balcão. O texto traz em relevo as funções metalinguística e poética. Seu caráter metalinguístico justifica-se pela

a.discussão da dificuldade de se fazer arte inovadora no mundo contemporâneo.
b.defesa do movimento artístico da pós-modernidade, típico do século XX.
c.abordagem de temas do cotidiano, em que a arte se volta para assuntos rotineiros.
d.tematização do fazer artístico, pela discussão do ato de construção da própria obra.
e.valorização do efeito de estranhamento causado no público, o que faz a obra ser reconhecida.

05 - (ENEM) Na transcrição de fala, há um breve relato de experiência pessoal, no qual se observa a frequente repetição de “né”. Essa repetição é um(a)

a.índice de baixa escolaridade do falante.
b.estratégia típica de manutenção da interação oral.
c.marca de conexão lógica entre conteúdos na fala.
d.manifestação característica da fala regional nordestina.
e.recurso enfatizador da informação mais relevante da narrativa.

a função da linguagem predominante é
a.emotiva, porque o texto é escrito em primeira pessoa do plural.
b.referencial, porque o texto trata das ciências biológicas, em que elementos como o clorofórmio e o computador impulsionaram o fazer científico.
c.metalinguística, porque há uma analogia entre dois mundos distintos: o das ciências biológicas e o da tecnologia.
d.poética, porque o autor do texto tenta convencer seu leitor de que o clorofórmio é tão importante para as ciências médicas quanto o computador para as exatas.
e.apelativa, porque, mesmo sem ser uma propaganda, o redator está tentando convencer o leitor de que é impossível trabalhar sem computador, atualmente.
a) II and IV are correct.
b) II, III, and IV are correct.
c) I, III, and IV are correct.

Desabafo
a.o discurso do enunciador tem como foco o próprio código.
b.a atitude do enunciador se sobrepõe àquilo que está sendo dito.
c.o interlocutor é o foco do enunciador na construção da mensagem.
d.o referente é o elemento que se sobressai em detrimento dos demais.
e.o enunciador tem como objetivo principal a manutenção da comunicação.

Poema tirado de uma notícia de jornal
a.atribuição de título ao texto com base em uma notícia veiculada em jornal.
b.utilização de frases curtas, características de textos do gênero jornalístico.
c.indicação de nomes de lugares como garantia da veracidade da cena narrada.
d.enumeração de ações, com foco nos eventos acontecidos à personagem do texto.
e.apresentação de elementos próprios da notícia, tais como quem, onde, quando e o quê.

Considerando-se a linguagem desses dois textos, verifica-se que
a.a função da linguagem centrada no receptor está ausente tanto no primeiro quanto no segundo texto.
b.a linguagem utilizada no primeiro texto é coloquial, enquanto, no segundo, predomina a linguagem formal.
c.há, em cada um dos textos, a utilização de pelo menos uma palavra de origem indígena.
d.a função da linguagem, no primeiro texto, centra-se na forma de organização da linguagem e, no segundo, no relato de informações reais.
e.a função da linguagem centrada na primeira pessoa, predominante no segundo texto, está ausente no primeiro.

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