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O conteúdo jurídico do princípio da moralidade administrativa pode ser conceituado como:
a) aquele referido na ética da legalidade ou, em outros termos, os valores éticos que ela consagra sem espaços para outros juízos axiológicos senão aqueles objetivados e explicitados nas normas-regras e, portanto, sem autonomia
b) aquele que vincula a administração pública a um comportamento ético, conforme discurso da modernidade, com dimensão autônoma em relação ao princípio da legalidade.
c) a resultante da moral social de uma época a vincular a atuação da Administração pública.
d) referente às regras da boa administração e às regras internas visando normatizar o poder disciplinar da Administração.
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Desafios Para o Conhecimento

há 2 anos

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há 8 meses

Para responder à sua pergunta sobre o conteúdo jurídico do princípio da moralidade administrativa, vamos analisar as alternativas: a) Esta opção fala sobre a ética da legalidade e a falta de autonomia em relação aos juízos axiológicos. Isso não reflete bem o princípio da moralidade, que deve ter uma dimensão ética mais ampla. b) Esta alternativa menciona que o princípio da moralidade administrativa vincula a administração pública a um comportamento ético, com uma dimensão autônoma em relação ao princípio da legalidade. Isso está mais alinhado com a ideia de moralidade administrativa, que vai além da mera legalidade. c) Esta opção sugere que a moralidade é uma resultante da moral social de uma época, o que pode ser verdade, mas não captura completamente o caráter normativo do princípio da moralidade administrativa. d) Esta alternativa fala sobre regras da boa administração e normas internas, mas não aborda diretamente o aspecto ético que o princípio da moralidade implica. Após essa análise, a alternativa que melhor conceitua o conteúdo jurídico do princípio da moralidade administrativa é: b) aquele que vincula a administração pública a um comportamento ético, conforme discurso da modernidade, com dimensão autônoma em relação ao princípio da legalidade.

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há 2 anos

Vamos analisar as opções: a) aquele referido na ética da legalidade: Esta opção está incorreta, pois o conteúdo jurídico do princípio da moralidade administrativa não se restringe apenas à ética da legalidade. b) a moralidade administrativa é um conceito subjetivo: Esta opção está incorreta, pois a moralidade administrativa é um conceito objetivo que busca garantir a probidade, a honestidade e a boa-fé na administração pública. c) a moralidade administrativa é um conceito amplo e impreciso: Esta opção está incorreta, pois embora seja um conceito amplo, não é impreciso, pois busca garantir a observância de valores éticos na administração pública. d) a moralidade administrativa é um conceito que se confunde com a legalidade: Esta opção está incorreta, pois embora estejam relacionados, o princípio da moralidade administrativa vai além da legalidade, abrangendo também aspectos éticos e morais. e) a moralidade administrativa é um conceito que não possui previsão na Constituição: Esta opção está incorreta, pois o princípio da moralidade administrativa está expressamente previsto na Constituição Federal de 1988. Portanto, a alternativa correta é a letra c) a moralidade administrativa é um conceito amplo e impreciso.

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A Lei de Acesso à Informação Pública – Lei Federal n° 12.527/2011:
a) não se aplica a todos os entes da Administração Pública, visto que é incompatível com o regime das empresas públicas e sociedades de economia mista, regidas por lei própria (Lei Federal n° 13.303/2016).
b) postula que, segundo o princípio acessorium sequitur principale, quando não for autorizado acesso integral à informação por ser ela parcialmente sigilosa, as demais partes tornam-se também de acesso restrito.
c) aponta como dever dos órgãos e entidades públicas promover a divulgação de informações de interesse coletivo ou geral por eles produzidas ou custodiadas, por sítio oficial na internet; todavia, os Municípios de menos de cem mil habitantes estão dispensados da exigência.
d) prevê prazo de trinta dias, prorrogável justificadamente por mais 20 (vinte) dias, para que seja disponibilizada informação requerida pelo cidadão.
e) cria hipótese de responsabilidade objetiva pela divulgação indevida de informações, sendo que tal responsabilidade também é aplicável aos particulares que, em virtude de vínculo com órgão ou entidade pública, tenham acesso a informações sigilosas.

Qual é o princípio constitucional expresso introduzido pela Emenda Constitucional 19/98 que busca maior eficiência na Administração Pública?

a) Princípio da Publicidade
b) Princípio da Moralidade
c) Princípio da Eficiência

2. O conteúdo jurídico do princípio da moralidade administrativa pode ser conceituado como:

a) aquele referido na ética da legalidade ou, em outros termos, os valores éticos que ela consagra sem espaços para outros juízos axiológicos senão aqueles objetivados e explicitados nas normas-regras e, portanto, sem autonomia
b) aquele que vincula a administração pública a um comportamento ético, conforme discurso da modernidade, com dimensão autônoma em relação ao princípio da legalidade.
c) a resultante da moral social de uma época a vincular a atuação da Administração pública.
d) referente às regras da boa administração e às regras internas visando normatizar o poder disciplinar da Administração.

3. A Lei de Acesso à Informação Pública – Lei Federal n° 12.527/2011:

a) não se aplica a todos os entes da Administração Pública, visto que é incompatível com o regime das empresas públicas e sociedades de economia mista, regidas por lei própria (Lei Federal n° 13.303/2016).
b) postula que, segundo o princípio acessorium sequitur principale, quando não for autorizado acesso integral à informação por ser ela parcialmente sigilosa, as demais partes tornam-se também de acesso restrito.
c) aponta como dever dos órgãos e entidades públicas promover a divulgação de informações de interesse coletivo ou geral por eles produzidas ou custodiadas, por sítio oficial na internet; todavia, os Municípios de menos de cem mil habitantes estão dispensados da exigência.
d) prevê prazo de trinta dias, prorrogável justificadamente por mais 20 (vinte) dias, para que seja disponibilizada informação requerida pelo cidadão.
e) cria hipótese de responsabilidade objetiva pela divulgação indevida de informações, sendo que tal responsabilidade também é aplicável aos particulares que, em virtude de vínculo com órgão ou entidade pública, tenham acesso a informações sigilosas.

Qual é a literalidade do art. 26 da LINDB?

a) Para eliminar irregularidade, incerteza jurídica ou situação contenciosa na aplicação do direito público, inclusive no caso de expedição de licença, a autoridade administrativa poderá, após oitiva do órgão jurídico e, quando for o caso, após realização de consulta pública, e presentes razões de relevante interesse geral, celebrar compromisso com os interessados, observada a legislação aplicável, o qual só produzirá efeitos a partir de sua publicação oficial.
b) O compromisso referido no caput deste artigo buscará solução jurídica proporcional, equânime, eficiente e compatível com os interesses gerais.
c) O compromisso referido no caput deste artigo não poderá conferir desoneração permanente de dever ou condicionamento de direito reconhecidos por orientação geral.
d) O compromisso referido no caput deste artigo deverá prever com clareza as obrigações das partes, o prazo para seu cumprimento e as sanções aplicáveis em caso de descumprimento.

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