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No processo de interpretação constitucional, a pré-compreensão do intérprete não pode ocupar uma posição hegemônica e incontrastável, de modo a tornar esse processo uma encenação que busque tão somente justificar conclusões prévias, indiferentes aos limites do texto constitucional, aos aspectos circunstanciais e às exigências de ordem metódica. Na interpretação constitucional, a narrativa acima se mostra:
A-errada, pois a pré-compreensão não pode ser utilizada na interpretação constitucional, sob pena de consagrar o subjetivismo em detrimento do caráter objetivo da norma;
B-correta, pois o conhecimento adquirido pelo intérprete é apenas condição de desenvolvimento da compreensão, que resulta na atribuição de significado ao texto;
C-correta, pois a interpretação evidencia uma total separação entre o sujeito cognoscente e o objeto cognoscido, de modo que a compreensão é da alçada do legislador;
D-errada,pois o intérprete, em sua atividade intelectiva, deve se limitar a conhecer o sentido imanente ao texto, não participando da construção do significado;
E-contraditória, pois a pré-compreensão e a compreensão apresentam uma relação de sobreposição, não ocupando planos sucessivos.
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Exercícios Para o Aprendizado

há 2 anos

Respostas

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ano passado

Vamos analisar as alternativas uma a uma: A) Errada, pois a pré-compreensão não pode ser utilizada na interpretação constitucional, sob pena de consagrar o subjetivismo em detrimento do caráter objetivo da norma. - Essa afirmação é muito rígida, pois a pré-compreensão pode ser um ponto de partida, mas não deve dominar o processo interpretativo. B) Correta, pois o conhecimento adquirido pelo intérprete é apenas condição de desenvolvimento da compreensão, que resulta na atribuição de significado ao texto. - Essa alternativa parece mais alinhada com a ideia de que a pré-compreensão é parte do processo, mas não deve ser hegemônica. C) Correta, pois a interpretação evidencia uma total separação entre o sujeito cognoscente e o objeto cognoscido, de modo que a compreensão é da alçada do legislador. - Essa afirmação não é correta, pois a interpretação envolve a interação entre o intérprete e o texto. D) Errada, pois o intérprete, em sua atividade intelectiva, deve se limitar a conhecer o sentido imanente ao texto, não participando da construção do significado. - Essa alternativa é muito restritiva e não considera a dinâmica da interpretação. E) Contraditória, pois a pré-compreensão e a compreensão apresentam uma relação de sobreposição, não ocupando planos sucessivos. - Essa alternativa sugere uma relação complexa entre pré-compreensão e compreensão, mas não aborda diretamente a questão da hegemonia. A alternativa que melhor reflete a ideia de que a pré-compreensão não deve ser hegemônica, mas sim um ponto de partida para a interpretação, é a B. Portanto, a resposta correta é: B.

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há 2 anos

Na interpretação constitucional, a narrativa acima se mostra como correta na alternativa B: "correta, pois o conhecimento adquirido pelo intérprete é apenas condição de desenvolvimento da compreensão, que resulta na atribuição de significado ao texto".

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Constitucionalidade do crime de perigo abstrato:

a) 1ª Corrente: LFG, Bittencourt, Damásio: Crime de perigo abstrato viola o princípio da lesividade ou ofensividade.
b) 2ª Corrente: O crime de perigo abstrato revela maior zelo do Estado em proteger adequadamente certos interesses. Essa corrente volta a ganhar força no STF.
c) Crimes de perigosidade real, assim ensina Rogério Sanches.

.2.16 Quanto à Liberdade ou não para o Início da Persecução Penal
I – Crimes condicionados: a persecução penal depende de uma condição objetiva de procedibilidade. Essa condição deve estar prevista expressamente na norma penal;
II – Crimes incondicionados: a persecução penal pode ocorrer livremente, sem necessidade de autorização.
1.2.17 Quanto à Violação de Valores Universais
I – Crimes naturais: violam valores éticos absolutos e universais;
II – Crimes plásticos: não ofendem valores universais, apesar de previstos em leis penais;
III – Crimes vazios: são delitos plásticos que não protegem qualquer bem jurídico. Nem toda a doutrina concorda com a existência dessa espécie.
1.2.18 Quanto ao Potencial Ofensivo
I – Crimes de mínimo potencial ofensivo: não comportam pena privativa de liberdade;
II – Crimes de menor potencial ofensivo: a pena privativa de liberdade em abstrato não ultrapassa dois anos, cumulada ou não com multa – segue o rito do Jecrim (Lei 9.099/95)
III – Crimes de médio potencial ofensivo: a pena mínima não ultrapassa um ano, independentemente do máximo da pena privativa de liberdade cominada. São os que cabem a suspensão condicional do processo;
IV – Crimes de elevado potencial ofensivo: apresentam pena mínima superior a um ano, não sendo cabível a suspensão condicional do processo. Aplica-se na totalidade os institutos do Código Penal .
http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/1033702/c%C3%B3digo-penal-decreto-lei-2848-40 dade, vez que raramente são apurados e punidos.
II – Crime de rua ou crime de colarinho azul: de modo oposto aos crimes de colarinho branco, são aqueles praticados por pessoas economicamente menos favorecidas, em situações de vulnerabilidade. O nome se dá pelo fato de que essa é uma alusão aos operários norte-americanos no final do século XX, denominado e “blue collars”. Quando não integram o conhecimento do Poder Público, constituem as “cifras negras” da criminalidade – ponto a ser melhor estudado em criminologia.
1.2.22 Outras Classificações
• Crime gratuito: é o crime praticado sem motivo conhecido. Não se confunde com motivo fútil, pois neste há motivação, porém, desproporcional ao crime praticado.
• Crime de ímpeto: é o cometido sem premeditação, decorrente de reação emocional repentina.
• Crime de circulação: é o praticado em veículo automotor, a título de dolo ou culpa
PREPARAÇÃO EXTENSIVA
DELEGADO DE POLÍCIA – TURMA 7
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• Crime de atentado ou empreendimento: É aquele em que a lei pune de forma idêntica o crime consumado e a forma tentada. Ou seja: não há diminuição da pena em face da tentativa. Ex: crime de Evasão mediante violência contra a pessoa
Art. 352 - Evadir-se ou tentar evadir-se o preso ou o indivíduo submetido a medida de segurança detentiva, usando de violência contra a pessoa
• Crime de opinião ou de palavra: cometido com excesso abusivo na manifestação do pensamento, seja pela forma escrita ou verbal.
• Crime multitudinário: é aquele praticado pela multidão, em tumulto. A lei não define o que seria multidão, assim, analisa-se o caso concreto. No direito canônico, exigia-se, no mínimo, 40 pessoas.
• Crime internacional: aquele que o Brasil, por tratado ou convenção devidamente incorporado ao ordenamento jurídico pátrio, se obrigou a reprimir. Ex: art. 231 do CP - tráfico de pessoas.
• Crime de mera suspeita, sem ação ou mera posição: o agente não realiza a conduta, mas é punido pela suspeita despertada em seu modo de agir. Sem reforço doutrinário. Não pode existir no ordenamento pátrio. Ex: contravenção penal do art. 25 (posse de instrumento usual na prática de furto) – e, por isso, o STF a declarou não recepcionada pela Constituição.
• Crime inominado: é aquele que ofende regra ética ou cultural consagrada pelo Direito Penal, embora não definido como infração penal. Não é aceito por ferir o princípio da reserva legal.
• Crime profissional: é o crime habitual cometido com finalidade lucrativa. Ex: art. 230 do CP (rufianismo).
• Crime hediondo: é todo delito que se enquadra no art. 1º da Lei 8.072/1990, na forma consumada ou tentada. Adoção do critério legal.
• Crime de expressão: é o que se caracteriza pela existência de um processo intelectivo interno do autor. Ex: CP, art. 342 – falso testemunho.
• Crime de ação violenta: é o cometido mediante o emprego de violência ou grave ameaça. Ex: roubo.
• Crime de ação astuciosa: é o praticado por meio de fraude, engodo. Ex: estelionato.
• Crime putativo, imaginário ou erroneamente suposto: aquele onde o agente acredita ter realmente praticado um crime, mas na verdade, houve um indiferente penal. Trata-se de um não-crime por erro de tipo, erro de proibição ou por obra de agente provocador.
• Crime remetido: é o que se verifica quando o tipo penal faz referência a outro crime, que passa a integrá-lo. Ex: art. 304 do CP (uso de documento falso).
• Crimes de responsabilidade: dividem-se em próprios (crimes comuns ou especiais) e impróprios (infrações administrativas), que redundam em sanções políticas.
• Crime de acumulação - Visam proteger interesses supraindividuais. Analisando-se isoladamente cada conduta, a aplicação da repressão penal pode parecer desproporcional. No entanto, sua prática reiterada é lesiva e pode causar sérios prejuízos. Ex.: crimes contra o meio ambiente. Se alguém for encontrado pescando 1 peixe em local proibido, parece irrelevante para que seja considerado crime. Todavia, se diversas pessoas começarem a pescar por lá, haverá um desequilíbrio ambiental significativo da região. Com isso, o delito de acumulação traz ao intérprete a necessidade de analisar o fato sob esse aspecto, impedindo a aplicação do princípio da insignificância, via de regra.
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• Crimes parcelares: são os crimes da mesma espécie que compõem a série da continuidade delitiva, desde que preenchidos os requisitos exigidos pelo art. 71, caput, do Código Penal. Adota-se no Brasil a teoria da ficção jurídica – na qual os delitos parcelares são considerados, para fins de aplicação da pena, como um único crime.
• Crime de catálogo (LEMBRAR DE LISTA TELEFÔNICA) diz respeito aos delitos compatíveis com a interceptação telefônica, disciplinada pela Lei 9.296/1996, como meio de investigação ou de produção de provas durante a instrução em juízo.
2. SUJEITOS DO CRIME
a) Sujeito ativo: é a pessoa que pratica a infração penal. Qualquer pessoa física e capaz e com 18 anos completos pode ser sujeito ativo de crime.
* ATENÇÃO: Pessoa jurídica pode ser sujeito ativo de crimes?
A pessoa jurídica é um ente autônomo e distinto dos seus membros, dotado de vontade própria. Pode cometer crimes ambientais e sofrer pena. A CF/88 autorizou a responsabilidade penal do ente coletivo, objetiva ou não. Deve haver adaptação do juízo de culpabilidade para adequá-lo às características da pessoa jurídica criminosa. O fato de a teoria tradicional do delito não se amoldar à pessoa jurídica, não significa negar sua responsabilização penal, demandando novos critérios normativos. É certo, porém, que sua responsabilização está associada à atuação de uma pessoa física, que age com elemento subjetivo próprio (dolo ou culpa).
Conclusão: Tanto a pessoa física quanto a pessoa jurídica praticam crimes ambientais, podendo ser responsabilizadas administrativa, civil e penalmente.
STJ – a denúncia deve imputar o fato criminoso à pessoa física para também abranger a pessoa jurídica criminosa.  mudança jurisprudencial em 2016
STF (1º Turma) – a denúncia pode imputar o fato criminoso, somente, a pessoa jurídica, principalmente nos casos em que não é possível identificar a pessoa física autora do comportamento indesejado ao meio ambiente (2º Fase MP/MG).
Nesse sentido, é possível a responsabilização penal da pessoa jurídica por delitos ambientais independentemente da responsabilização concomitante da pessoa física que agia em seu nome. A jurisprudência não mais adota a chamada teoria da "dupla imputação.

Qual é o sujeito passivo de uma infração penal?
Sujeito passivo: É pessoa ou ente que sofre as consequências da infração penal. Pode figurar no sujeito passivo qualquer pessoa física ou jurídica, ou mesmo ente indeterminado, a exemplo da coletividade e da família.
a) Pessoa física
b) Pessoa jurídica
c) Ente indeterminado
d) Todas as opções anteriores estão corretas

O que é o objeto jurídico e o objeto material de um crime?
Objeto jurídico: é o bem ou o interesse tutelado pela norma.
Objeto material: é a pessoa ou a coisa que foi atingida pela conduta criminosa.
a) O objeto jurídico refere-se à pessoa atingida e o objeto material ao bem tutelado.
b) O objeto jurídico refere-se ao bem tutelado e o objeto material à pessoa atingida.
c) O objeto jurídico refere-se ao interesse tutelado e o objeto material à conduta criminosa.
d) O objeto jurídico refere-se à conduta criminosa e o objeto material ao interesse tutelado.

Qual é o conceito de conduta no crime segundo a Teoria causalista/mecanicista/clássica/causal?
Conduta: movimento humano voluntário que produz alteração no mundo exterior.
É considerado um modelo avalorado, só permite elementos objetivos e elementos subjetivos, de modo que não permite elementos normativos.
a) A conduta é um ato involuntário que não produz alteração no mundo exterior.
b) A conduta é um movimento humano involuntário que não gera consequências.
c) A conduta é um movimento humano voluntário que não produz alteração no mundo exterior.
d) A conduta é um movimento humano voluntário que produz alteração no mundo exterior.

Em relação à teoria geral do crime, assinale a alternativa INCORRETA.
a)A diferença entre autoria indireta intelectual e autoria indireta mediata é que naquela, há o planejamento pelo autor indireto e a execução do crime por um terceiro. Nesta, o autor se vale de um instrumento, alguém que esteja sob coação moral irresistível, por exemplo, para a prática do crime. Na autoria indireta mediata, não haverá concurso de pessoas.
b)De acordo com o entendimento que prevalece, atualmente, na doutrina, há a possibilidade de reconhecimento de tentativa no dolo eventual, entretanto, esse mesmo entendimento, majoritário doutrinariamente, não admite o reconhecimento da tentativa naqueles crimes identificados como crimes de ímpeto.
c)O Código Penal adota a teoria da atividade, no que diz respeito ao tempo do crime. Já com relação ao lugar do crime, o Código Penal adota a teoria da ubiquidade, também chamada de teoria eclética.
d)De acordo com a doutrina, prevalece o entendimento de que em um crime praticado em concurso de agentes, a aplicação da denominada “ponte de prata”, prevista no artigo 16 do Código Penal, quando reconhecida para um, estende-se aos seus comparsas.
e)O que a doutrina denomina crime oco, nada mais é do que o crime impossível, também conhecido como quase crime, reconhecido pelo artigo 17 do Código Penal.
a)A diferença entre autoria indireta intelectual e autoria indireta mediata é que naquela, há o planejamento pelo autor indireto e a execução do crime por um terceiro. Nesta, o autor se vale de um instrumento, alguém que esteja sob coação moral irresistível, por exemplo, para a prática do crime. Na autoria indireta mediata, não haverá concurso de pessoas.
b)De acordo com o entendimento que prevalece, atualmente, na doutrina, há a possibilidade de reconhecimento de tentativa no dolo eventual, entretanto, esse mesmo entendimento, majoritário doutrinariamente, não admite o reconhecimento da tentativa naqueles crimes identificados como crimes de ímpeto.
c)O Código Penal adota a teoria da atividade, no que diz respeito ao tempo do crime. Já com relação ao lugar do crime, o Código Penal adota a teoria da ubiquidade, também chamada de teoria eclética.
d)De acordo com a doutrina, prevalece o entendimento de que em um crime praticado em concurso de agentes, a aplicação da denominada “ponte de prata”, prevista no artigo 16 do Código Penal, quando reconhecida para um, estende-se aos seus comparsas.
e)O que a doutrina denomina crime oco, nada mais é do que o crime impossível, também conhecido como quase crime, reconhecido pelo artigo 17 do Código Penal.

Tendo em conta a teoria geral do crime, assinale a alternativa correta.
a)Os partidários da teoria tripartida do delito consideram a culpabilidade como pressuposto da pena e não elemento do crime.
b)Os partidários da teoria tripartida do delito consideram elementos do crime a tipicidade, a antijuricidade e a punibilidade.
c)A tipicidade, elemento do crime, na concepção material, esgota-se na subsunção da conduta ao
a)Os partidários da teoria tripartida do delito consideram a culpabilidade como pressuposto da pena e não elemento do crime.
b)Os partidários da teoria tripartida do delito consideram elementos do crime a tipicidade, a antijuricidade e a punibilidade.
c)A tipicidade, elemento do crime, na concepção material, esgota-se na subsunção da conduta ao

Sobre a doutrina da ação finalista, tal qual formulada por Hans Welzel, é correto afirmar que:

a)o tipo, para Welzel, é objetivo e neutro, ao passo em que o injusto é uma criação normativa, propiciada por juízos de valor que teriam como norte o objetivo almejado pelo legislador, seja a proteção de bens jurídicos, seja outra situação estatal de conveniência.
b)para a teoria finalista de Welzel. ação é uma manifestação da personalidade, que abrange todos os acontecimentos atribuíveis ao centro de ação psíquico-espiritual do homem, não distinguindo a manifestação da personalidade da realização de um propósito.
c)a direção final de uma ação se dá em duas fases, que nas ações simples se entrecruzam, a saber, uma que ocorre na esfera do pensamento, com a antecipação do fim a realizar, a seleção dos meios necessários à sua realização e a consideração dos efeitos simultâneos decorrentes dos fatores causais eleitos; e a concretização da ação no mundo real, de acordo com a projeção mental.
d)ora a ação é apresentada como comportamento humano socialmente relevante, ora como fenômeno social, em modelos nos quais a finalidade humana é apresentada como um fator formador de sentido da realidade social.
e)a teoria foi desenvolvida a partir de modelos ditados pelo método científico de Descartes, com as contribuições positivistas de pensadores como Comte, resultando em uma formulação na qual o conteúdo da vontade é dissociado do processo causal que desencadeia a vontade no mundo exterior.

Por teoria da ratio essendi entende-se o(a):

a)estruturação do direito penal sob o princípio da intervenção mínima, que orientará iniciativas político-criminais pelo prisma da ultima ratio.
b)ingresso pelo agente nos atos executórios de um crime, quando este se posta, de acordo com sua idealização, em atividade imediata e diretamente coligada à realização do tipo.
c)possibilidade de punição da punição da participação em sentido estrito quando o agente da conduta principal é um adolescente-infrator, bastando que este aja de forma típica e antijurídica.
d)concepção da culpabilidade como uma relação psicológica entre o autor e o fato por ele praticado, de sorte que dolo e culpa, para a teoria, são espécies de culpabilidade.
e)fusão entre dois substratos do conceito analítico de crime, a saber, a tipicidade e a antijuridicidade, sendo aquela reconhecida como a razão de ser desta; assim, o crime é composto pelo fato antijurídico (injusto) e pela culpabilidade.

Em qual sistema penal a culpabilidade é concebida como o vínculo psicológico que une o autor ao fato?

a)finalista
b)neoclássico
c)clássico
d)funcionalista

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