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Segundo Ellis e Young (1988); Hillis e Caramazza (1992); Morais (1996); e Pinheiro (1995): Escolha uma opção:

a. Na abordagem neuropsicológica cognitiva, a dislexia deixou de ser vista como uma entidade única. Hoje é aceita a fragmentação do conceito em pelo menos dois tipos de leitores deficientes, considerando os modelos de leitura de dupla rota
b. Na abordagem neuropsicomotora, a dislexia deixou de ser vista como uma entidade única. Hoje é aceita a fragmentação do conceito em pelo menos dois tipos de leitores deficientes, considerando os modelos de leitura no Brasil.
c. Na abordagem neuropsicológica cognitiva, a dislexia deixou de ser vista como uma entidade única. Hoje é aceita a fragmentação do conceito em pelo menos dois tipos de leitores deficientes, considerando os modelos de leitura vigentes.
d. Na abordagem psicológica e cognitiva, a dislexia deixou de ser vista como uma entidade única. Hoje é aceita a fragmentação do conceito em pelo menos dois tipos de leitores deficientes, considerando os modelos de leitura vigentes.
e. N.D.A
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há 2 anos

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há 9 meses

Vamos analisar as alternativas apresentadas: a) Na abordagem neuropsicológica cognitiva, a dislexia deixou de ser vista como uma entidade única. Hoje é aceita a fragmentação do conceito em pelo menos dois tipos de leitores deficientes, considerando os modelos de leitura de dupla rota. - Esta opção menciona a abordagem neuropsicológica cognitiva e a fragmentação do conceito, o que está alinhado com a literatura. b) Na abordagem neuropsicomotora, a dislexia deixou de ser vista como uma entidade única. Hoje é aceita a fragmentação do conceito em pelo menos dois tipos de leitores deficientes, considerando os modelos de leitura no Brasil. - A abordagem neuropsicomotora não é a mais comum em relação à dislexia, o que a torna menos adequada. c) Na abordagem neuropsicológica cognitiva, a dislexia deixou de ser vista como uma entidade única. Hoje é aceita a fragmentação do conceito em pelo menos dois tipos de leitores deficientes, considerando os modelos de leitura vigentes. - Esta opção também menciona a abordagem neuropsicológica cognitiva e é bastante similar à alternativa (a), mas usa "modelos de leitura vigentes", que é uma expressão mais ampla. d) Na abordagem psicológica e cognitiva, a dislexia deixou de ser vista como uma entidade única. Hoje é aceita a fragmentação do conceito em pelo menos dois tipos de leitores deficientes, considerando os modelos de leitura vigentes. - Esta opção mistura abordagens psicológicas e cognitivas, o que pode não ser tão preciso. e) N.D.A - Esta opção é "nenhuma das alternativas", mas parece que temos alternativas válidas. Após analisar as opções, a alternativa que melhor se alinha com a abordagem neuropsicológica cognitiva e a fragmentação do conceito de dislexia é a) ou c). Ambas são muito semelhantes, mas a c) é mais abrangente. Portanto, a resposta correta é: c) Na abordagem neuropsicológica cognitiva, a dislexia deixou de ser vista como uma entidade única. Hoje é aceita a fragmentação do conceito em pelo menos dois tipos de leitores deficientes, considerando os modelos de leitura vigentes.

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há 2 anos

A resposta correta é: a. Na abordagem neuropsicológica cognitiva, a dislexia deixou de ser vista como uma entidade única. Hoje é aceita a fragmentação do conceito em pelo menos dois tipos de leitores deficientes, considerando os modelos de leitura de dupla rota

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Estudos recentes de (Flynn e Rahbar citados por Beitchman e Young, 1997) mostram que: Escolha uma opção:

a. Há diferenças significativas na frequência de dificuldades de leitura entre os sexos. As diferenças previamente reportadas poderiam ser devido às práticas de encaminhamentos feitas pelos professores, nas quais os meninos cujas dificuldades escolares acompanham-se geralmente de problemas de comportamento seriam mais frequentemente indicados para avaliação. As meninas com dificuldades de cálculo similares, mas sem problemas de comportamento em sala de aula, não chamariam a atenção dos professores.
b. Não há diferenças significativas na frequência de dificuldades de leitura entre os sexos. As diferenças previamente reportadas poderiam ser devido às práticas de encaminhamentos feitas pelos pais, nas quais as meninas cujas dificuldades escolares acompanham-se geralmente de problemas de comportamento seriam mais frequentemente indicados para avaliação. As meninas com dificuldades de leitura similares, mas sem problemas de comportamento em sala de aula, não chamariam a atenção dos professores.
c. Não há diferenças significativas na frequência de dificuldades de leitura entre os sexos. As diferenças previamente reportadas poderiam ser devido às práticas de encaminhamentos feitas pelos professores, nas quais os meninos cujas dificuldades escolares acompanham-se geralmente de problemas de comportamento seriam mais frequentemente indicados para avaliação. As meninas com dificuldades de leitura similares, mas sem problemas de comportamento em sala de aula, não chamariam a atenção dos professores.
d. Não há diferenças significativas na frequência de dificuldades de leitura entre os sexos. As diferenças previamente reportadas poderiam ser devido às práticas de encaminhamentos feitas pelos alunos.
e. N.D.A

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