Logo Passei Direto
Buscar

Direito

Outros
Pedro vendeu para Murilo um imóvel localizado na Rua 3, bairro das Flores, local em que Murilo pretendia abrir sua loja de roupas. Eis que três dias após a celebração do contrato, enquanto realizava as reformas, Murilo foi surpreendido por um oficial de justiça que informou que o imóvel era de um terceiro Murilo e que Murilo deveria sair imediatamente do imóvel. O caso fictício trata-se de um típico caso de:


a. Ilegalidade.
b. Nulidade.
c. Vício de consentimento.
d. Evicção.
e. Vício redibitório.
User badge image
Desenvolvendo com Questões

há 2 anos

Respostas

User badge image

Ed Verified user icon

há 7 meses

Vamos analisar a situação apresentada. Murilo comprou um imóvel de Pedro, mas logo após a compra, foi informado por um oficial de justiça que o imóvel pertencia a um terceiro, e ele deveria desocupar o local. Isso caracteriza uma situação em que o comprador (Murilo) perde o imóvel devido a um direito de um terceiro. Agora, vamos analisar as alternativas: a) Ilegalidade - Refere-se a algo que é contrário à lei, mas não é o caso aqui. b) Nulidade - Diz respeito a um ato que não produz efeitos jurídicos, mas a venda ocorreu. c) Vício de consentimento - Relaciona-se a situações em que a vontade de uma das partes foi viciada, mas não é o caso aqui. d) Evicção - É a perda do bem adquirido em razão de um direito de um terceiro, que é exatamente o que aconteceu com Murilo. e) Vício redibitório - Refere-se a defeitos ocultos no bem vendido, o que não se aplica aqui. Portanto, a alternativa correta é: d) Evicção.

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar essa resposta. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

User badge image

Ed Verified user icon

há 2 anos

O caso fictício apresentado trata-se de um típico caso de evicção, que é a perda da posse ou propriedade de um bem em decorrência de uma sentença judicial ou ato administrativo que reconhece o direito de terceiro sobre o bem. Nesse caso, Murilo perdeu a posse do imóvel que havia comprado de Pedro, pois o imóvel pertencia a um terceiro.

Essa resposta te ajudou?

0
Dislike0

Ainda com dúvidas?

Envie uma pergunta e tenha sua dúvida de estudo respondida!

Mais perguntas desse material

A moral, assim como o Direito, é espécie do gênero normas de conduta, em que pode ser entendida como um conjunto de normas e regras destinadas a regular as relações dos indivíduos em uma comunidade social, e sua função pode variar de uma sociedade para outra. Deste modo, leia atentamente as assertivas a seguir e marque a alternativa correta sobre a relação entre moral e Direito.


a. Não existe qualquer relação entre o Direito e a moral.
b. O conceito de moral e Direito é o mesmo.
c. Direito e moral devem ser equivalentes, de modo que as normas jurídicas e morais são as mesmas.
d. O conceito de moral é o mesmo de Direito, mas o contrário não é verdadeiro.
e. Direito e moral, apesar de estarem ligados, não podem ser confundidos, pois possuem diferenças fundamentais.

No que diz respeito ao princípio da dignidade da pessoa humana, analise os seguintes itens: I – É constitucional a lei que estabeleceu políticas públicas para inserir os portadores de necessidades especiais na sociedade, pois atende ao princípio da dignidade da pessoa humana, definindo meios para que eles sejam alcançados. II – Só é lícito o uso de algemas em casos de resistência e de fundado receio de fuga ou de perigo à integridade física própria ou alheia, por parte do preso ou de terceiros, justificada a excepcionalidade por escrito, sob pena de responsabilidade disciplinar, civil e penal do agente ou da autoridade e de nulidade da prisão ou do ato processual a que se refere, sem prejuízo da responsabilidade civil do Estado. III - O direito ao nome insere-se no conceito de dignidade da pessoa humana, princípio alçado a fundamento da República Federativa do Brasil. Estão corretos:

I – É constitucional a lei que estabeleceu políticas públicas para inserir os portadores de necessidades especiais na sociedade, pois atende ao princípio da dignidade da pessoa humana, definindo meios para que eles sejam alcançados.
II – Só é lícito o uso de algemas em casos de resistência e de fundado receio de fuga ou de perigo à integridade física própria ou alheia, por parte do preso ou de terceiros, justificada a excepcionalidade por escrito, sob pena de responsabilidade disciplinar, civil e penal do agente ou da autoridade e de nulidade da prisão ou do ato processual a que se refere, sem prejuízo da responsabilidade civil do Estado.
III - O direito ao nome insere-se no conceito de dignidade da pessoa humana, princípio alçado a fundamento da República Federativa do Brasil.
a. II e III, apenas.
b. I e III, apenas.
c. I, II e III.

Mais conteúdos dessa disciplina